O Assobá Gravador – Hélio de Oliveira
Hélio de Oliveira nasceu em 1932 e morreu em 1962, ainda jovem, vítima de leucemia. Considerado pelo antropólogo Cláudio Luiz Pereira (CEAO-UFA) um dos precursores da estética afro-brasileira no país, o trabalho do artista tem entre os seus principais divulgadores o diretor do Museu Afro Brasil de São Paulo, o baiano Emanoel Araújo. Hélio de Oliveira deixou um acervo de 50 xilogravuras sobre o universo do candomblé. São objetos litúrgicos, ritos de fé, símbolos da religiosidade afro-brasileira. O gravador nasceu e cresceu numa relação íntima com o sagrado. Foi Assobá do Terreiro Ogunjá liderado na época pelo venerado babalorixá Procópio de Ogum. Parte do acervo deixado pelo artista foi restaurado e pode ser visto no Museu Afro-Brasileiro na antiga faculdade de Medicina no Terreiro de Jesus.




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