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Como é o trabalho dos jurados de um festival?

O primeiro colocado, Adriano Big, junto a um dos atores do seu filme "A Melhor Idade"

A  apresentadora do Soterópolis Vania Dias teve o desafio de descobrir isso. Ela conversou com integrantes da comissão julgadora do XV Festival Nacional 5 Minutos: Carollini Assis (diretora institucional ABCV), William Hinestrosa (coordenador dos Programas Brasileiros do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo), Tânia Anaya (cineasta), Denize Galião (editora de imagens ) e Daniel Lisboa (cineasta).

Durante uma das reuniões dos jurados, nossa equipe quis saber as dificuldades para escolher os vencedores entre 50 curtas selecionados. A diversidade dos temas e olhares foi um dos desafios da comissão.
O Festival foi realizado entre os dias 15 e 20 de outubro, nesses seis dias houve a exibição de curtas vindos de várias regiões do Brasil. E na aguardada noite de premiação, o Soterópolis marcou presença mais uma vez. Era o momento de conversar com os vencedores e também com os que não foram premiados. As premiações somaram um valor de R$ 30 mil.

Em primeiro lugar, com o Prêmio Walter da Silveira no valor de R$ 10 mil reais, ficou o curta “A Melhor Idade”, de Adriano Big, que também levou o Prêmio Luiz Orlando (Júri Popular) no valor de R$ 4 mil reais. O curta também foi contemplado com o Troféu ABCV/ABD- Bahia, escolhido pela comissão julgadora da entidade como melhor filme baiano.

Em segundo lugar, com o Prêmio Alexandre Robatto, no valor de R$ 8 mil reais, ficou o curta “Dançando, Mas Tô Andando”, de Marcondes Dourado, que também levou o Prêmio Orlando Senna de melhor documentário baiano, concedido pela ABCV.
O terceiro lugar, com o Prêmio Roberto Pires no valor de R$ 6 mil reais, foi para “Como num passe de Claves”, de Emerson Dias. Além dos três primeiros lugares, a noite ainda consagrou com o Prêmio Vito Diniz no valor de R$ 2 mil reais a obra “Auge do Alôpro”, do pernambucano Braz Marinho.

A comissão oficial de premiação do festival concedeu ainda quatro menções honrosas para os curtas “100 Sonho”, de Amanda Gracioli (BA), “Milonguita de dos”, de Julieta Zarza e Carlos Lascano (DF), “Cadet Blues”, de Nelson Magalhães Filho (BA) e “Festa no Apartamento de Suzana”, de Christopher Faust (PR). A ABCV também concedeu menções honrosas as obras “Autômatos”, de Péricles Mendes (BA), e “Pequeno”, de Ernesto Molinero (BA).
Saiba mais no site www.dimas.ba.gov.br

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