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Dramaturgia do acarajé, do maracatu ou das escolas de samba? Autores e diretores teatrais baianos, da América Latina e Europa falam sobre a regionalização na dramaturgia e de novos referenciais e rumos para essa arte.

Cena da peça Vixe Maria! Deus e o diabo na Bahia, de 2004, com direção de Fernando Guerreiro, e texto de Cacilda Póvoas, Cláudio Simões e Gil Vicente Tavares.

Cena da peça Vixe Maria! Deus e o diabo na Bahia, de 2004, com direção de Fernando Guerreiro, e texto de Cacilda Póvoas, Cláudio Simões e Gil Vicente Tavares.

A matéria que vai ao ar no Soterópolis desta semana põe em evidência diferentes pontos de vista de dramaturgos e pesquisadores importantes nessa área.

O ponto-chave da matéria é que muitos textos para teatro, tanto baianos, quanto nacionais, continuam reproduzindo uma imagem preconceituosa e estereotipada do povo brasileiro, inclusive dos baianos e nordestinos.

Dramaturgos da terra, como Cláudio Simões e Gil Vicente Tavares, acreditam que personagens e contextos socioculturais apresentados nessas peças, muitas vezes, fortalecem o discurso de “baianidade” ou de “brasilidade”.

Nesse cenário, o olhar do sudeste brasileiro para o nordeste ou do olhar estrangeiro para o Brasil estaria condicionado à identificação dos elementos de uma cultura regional para a aceitação de uma dramaturgia própria dessas localidades.

Como se não fosse possível aos dramaturgos estabelecer uma forma de comunicação com outras culturas que não envolvam acarajé, maracatu e escolas de samba.

A matéria completa você vê no Soterópolis desta semana. Quinta-feira, às 22h. Sexta-feira, às 18h. E no domingo, às 18h.

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2 Comentários para “Dramaturgia do acarajé, do maracatu ou das escolas de samba? Autores e diretores teatrais baianos, da América Latina e Europa falam sobre a regionalização na dramaturgia e de novos referenciais e rumos para essa arte.”

  1. OLá Luciana e equipe

    Juliana Ribeiro, cantora

    Adorei o Soterópolis de hj, em especial a matéria com o Edcity. A mudança no trabalho dele é super perceptível, músico de coragem que realmente está contribuindo com a música popular baiana.
    Vc, hein, Lú não liberou o comentário “sexy” no final!

    beijos

    Juliana Ribeiro

  2. soteropolis disse:

    Obrigada, pela sua luxuosa audiência.
    Veja o programa dessa semana , sexta às 18 e domingo às 18.
    Conseguimos um entrevista exclusiva e histórica com Beyoncé e temos várias outras reportagens interessantes.

    Bjs,
    Turma do Soterópolis

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