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Big Bands

Cartaz do Big Bands feito pela designer Silvis

Cartaz do Big Bands feito pela designer Silvis

Toda cena de rock tem um festival que se preze. E nem é por nada não, mas atualmente, falem bem ou falem mal, a Bahia tem três: o Palco do Rock (que ocorre a cada carnaval), o BoomBahia, e o Big Bands.

O Big Bands assim se chama, por ser uma criação relacionada a Rogério Brito, o “Big Bross” – uma das figuras mais ativas no combustível da produção local, seja produzindo shows ou lançando discos e EPs das bandas. Big (como é conhecido), faz parte do Coletivo Quina Cultural, cujos esforços são responsáveis pela realização do Big Bands, o festival.

Entre os dias 20 e 24, a terceira edição do Big Bands colocou no Largo Pedro Arcanjo, no Pelourinho 16 bandas ao todo, em uma programação que prioriza o que é novo, e não dá muita bola pra grandes nomes bombados. A missão do festival é mesmo mostrar ao público o que é novo. Daí foram escalados nomes como a Jonas (esses são hardcore, favor não confundir com os Jonas Brothers), TenTrio, Vendo147, Maglore, Ênio e a Maloca, Você me Excita e tantos outros (foram 16 atrações ao todo).

O festival recebeu 240 inscrições de bandas interessadas em tocar. 180 só da Bahia e o resto de todo canto do Brasil. O coletivo Quina Cultural se articula com outros coletivos baianos, no sentido de atrair boas bandas de fora do estado para as quais, mesmo sem cachê, vale a pena vir tocar. No mesmo fim de semana que aconteceu o Big Bands em Salvador, aconteceu o Feira Noise em Feira de Santa e o Suíça Baiana, em Vitória da Conquista.

E a meta do pessoal do coletivo Quina Cultural é estender o Big Bands a outras áreas de Salvador, conseguir realizar um festival mais circulante e diversificado. Ficamos na torcida!

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