IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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Histórico de dezembro de 2014

dez
27

É O FIM DA AVENTURA HUMANA NA TERRA?

Postado por soteropolis

Por Zeca Forehead

emanoel paranhos

Chegando ao fim do ano de 2014, o Soterópolis buscou uma maneira diferente de promover uma reflexão em torno dos ciclos da vida e fez um convite ao ufólogo Emanoel Paranhos que nos brindou com um papo acerca de vida inteligente por todo o universo.

Convicto de que nós, os humanos, não somos os únicos seres pensantes da existência, o ufólogo fez questão de deixar claro que com base em relatos do que estudos e episódios coletados em ocorrências ao redor do planeta, todo o interesse de raças alienígenas em nós se resume em estudo e preservação dos recursos naturais.

A abundância de tudo o que possuímos é enormemente proporcional à velocidade com que o homem destrói. O nível de corrosividade industrial chega a níveis alarmantes e informação não para de brotar a respeito dos perigos desta situação, mas infelizmente a apatia da população trata o tópico com vergonhoso descaso (à exceção de uma minoria que grita quase afônica).

pamela lucciola e emanoel paranhos

A presença extraterrestre em nosso planeta tem maior constância de documentação a partir do fim da segunda guerra mundial. Eventos pipocaram no mundo inteiro: testemunhas oculares, casos de acidentes com evidências ocultadas por militares e governos e muitas fotos, gravações em vídeo e frequências de rádio captadas com conteúdo intrigante.

A Bahia tem casos famosos de aparições de objetos voadores não-identificados em cidades como Senhor do Bonfim, Feira de Santana e na região de Mucugê e da Chapada Diamantina.

Que os sinais sejam devidamente interpretados pela espécie humana e um sopro de consciência faça as coisas mudarem para que não seja outra espécie obrigada a vir aqui ensinar ao homem a cuidar do que é seu. Interessados no tema, acessem a fanpage no Facebook que reúne casos acontecidos na Bahia e tópicos em geral acerca do tema.

dez
26

GIOVANI CIDREIRA

Postado por soteropolis

Por Joris São Paulo 

giovani

No último dia 12 de novembro o cantor e compositor Giovani Cidreira lançou o seu primeiro EP de sete faixas. O álbum digital foi produzido pelo estúdio “Caverna do Som” e pelo produtor Irmão Carlos. O artista começou a sua carreira em 2006 como vocalista da banda Velotroz, e desde então desenvolve um trabalho de compositor e arranjador.

Em 2008, o músico foi ganhador do Prêmio de Melhor Intérprete do Festival Anual da Canção Estudantil de Salvador. Em 2011, foi vencedor com a banda Velotroz do Desafio das Bandas realizado pelo Grupo A Tarde, que culminou na gravação do CD “História do Tempo”, composto por faixas inéditas, produzido por Tadeu Mascarenhas.

Giovani também participou de shows e gravações com bandas e artistas como Cascadura, Maglore, Suinga, Escola Pública e Ronei Jorge.

Novo talento da música Baiana, Giovani apresenta um universo poético e melancólico com sonoridades de reggae e MPB.

Em novembro, Giovani foi premiado na categoria “melhor música com letra” com a canção “Ancohuma”, no XII Festival de Música Educadora FM – 2014.

O Soterópolis reuniu Giovani e Irmão Carlos no estúdio Caverna do Som e conversou um pouco sobre a preparação desse EP e sobre as novidades da carreira do artista.

*Acesse o link para escutar o primeiro EP de Giovani Cidreira.

dez
26

ATENÇÃO ESPECIAL AOS CABELOS NESTE VERÃO

Postado por soteropolis

Por Zeca Forehead

marilia randam cuidando dos cabelos

Chegamos à época do ano em que cuidar dos cabelos transcende o âmbito da vaidade e se torna uma prática de preservação da integridade dos fios – por isso a palavra de ordem é nutrição.

Sol, praia, água salgada, água com cloro, baixa umidade do ar (ou excesso de umidade, a depender de onde você esteja no Brasil), um batalhão de fatores que servem pra você ter atenção especial para com os seus cabelos, seja de qual tipo ele for.

Obviamente que ajuda profissional é essencial em todo caso, mas estar atento a alguns cuidados no dia-a-dia não custa nada. Mantenha seus fios e o couro cabeludo sempre hidratados, procure entender qual o nível de oleosidade que a sua cabeça produz e utilize os produtos certos.

É de extrema importância lavar e hidratar os cabelos após os banhos de mar e de piscina – principalmente se você utiliza químicas como as tintas. Tintas aliás que devem ser usadas com cuidado. Por exemplo: um tom de louro mal escolhido (e mal aplicado) pode se tornar um esquisito tom de verde se exposto ao sol.

Quanto aos penteados, as tranças estão em alta na estação. Mas é claro, que cabe a cada um fazer uso do bom senso e decidir o que fica bonito dentro de sua individualidade.

dez
26

OS 60 ANOS DE PENA E PINCEL DE LYGIA SAMPAIO

Postado por soteropolis

Por Iago Ribeiro

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Lygia Sampaio foi a única mulher que participou, ao lado de nomes como Mario Cravo, Caribé e Rubem Valentim, da renovação do movimento artístico baiano nos 40 e 50.

Comemorando 60 anos de carreira, a artista plástica apresenta sua trajetória na exposição “Lygia Sampaio 60 Anos de Pena e Pincel” que fica em cartaz até o dia 31/01/15 no Museu de Arte Sacra da UFBA.

A equipe do Soterópolis mostra tudo sobre a exposição no programa desta quinta-feira, 01/01, às 21h, na TVE Bahia.

dez
26

UM PASSEIO PELAS GARAGENS DO CINEMA BRASILEIRO

Postado por soteropolis

Por Edinaldo Júnior

Nos mais de cem anos de existência, o cinema brasileiro sofreu diversas transformações. Desde a formação de um campo de produção cinematográfico até a consolidação de sistema exibidor, as obras produzidas no país têm quebrado diversas fronteiras, entre elas as dificuldades de circulação destes produtos.

Qual seria a identidade dos filmes brasileiros contemporâneos? Será que podemos encontrar elementos comuns nas produções atuais que configurem um modo específico de fazer cinema no Brasil? A resposta para estas perguntas pode estar no termo cinema de garagem.

Os limites impostos ao longo dos anos pela indústria cultural dificultaram a produção e a circulação de obras nas diversas regiões do país. Por isso, uma geração jovem de realizadores preocupa-se mais exatamente com a expressão artística possibilitada pelo cinema para mostrar visões de mundo. São filmes de diversas regiões do país, feitos de maneira colaborativa e com baixos orçamentos, que se legitimam através de inúmeros festivais espalhados pelos quatro cantos do mundo. Caracterizam por outras formas narrativas, que tensionam o real e a ficção num jogo de disputa entre os gêneros cinematográficos e exploram o próprio processo do fazer cinematográfico dentro da narrativa.

O professor de cinema Marcelo Ikeda, ao lado de Dellani Lima, cunharam o termo para designar certo fluxo extremamente heterogêneo de produções cinematográficas que se apropriam de uma ou várias dos atributos que caracterizam o cinema de garagem. O resultado deste estudo está no livro ‘Cinema de garagem: Um inventário afetivo sobre o jovem cinema brasileiro do século XXI’, que você pode ler um trecho abaixo.

“É possível afirmar que 2010 foi um ano paradigmático na renovação de um cinema brasileiro. Podemos escolher dois acontecimentos-chave que simbolizaram esse momento: o primeiro, logo no início do ano, e o segundo, já em seu final: a premiação de Estrada Para Ythaca e de O Céu Sobre os Ombros nos Festivais de Tiradentes e de Brasília, respectivamente. Essas premiações – mais do que meramente legitimar o valor ou a importância dos filmes – funcionaram para dar visibilidade a uma produção que agora recebe destaque mas que na verdade possui uma trajetória muito anterior aos prêmios, que ainda permanece subterrânea, desconhecida. Se os festivais e a crítica brasileiros começam a reconhecer o amadurecimento dessa cena, é importante destacar que esse movimento de renovação do cinema brasileiro não está começando agora, mas que na verdade esses são os frutos de um processo que dura pelo menos dez anos. Esta publicação, carinhosamente intitulada de CINEMA DE GARAGEM, pretende apresentar um primeiro inventário do perfil dessa nova cena. Evidentemente, não temos a pretensão de “dar conta” da miríade de realizadores, tendências, características e filmes que surgiram nesse período, mas apenas apresentar exemplos da vitalidade dessa produção.”

Se você se interessou pelo livro, basta acessar o link aqui para adquiri-lo.

Alguns filmes:


dez
26

O COLETIVO NARIZ DE COGUMELO COMPLETA 8 ANOS DE MUITO RISO

Postado por soteropolis

Por Caroline Vieira

Por Shirley Stolze

Por Shirley Stolze

Delicado, frágil, engraçado. Quem nunca caiu nas graças de um palhaço? Estrela maior do picadeiro, essa clássica figura é a mais humana do circo, diante de outros conhecidos pelos superpoderes como engolir fogo, domar tigres ferozes ou voar pelas alturas.

Na Soterópolis, um grupo de amigos resolveu criar o Nariz de Cogumelo, um coletivo de palhaçaria que vem se consolidando e levando esta arte para ruas e praças da cidade.

Este ano, o grupo completou oito anos e para celebrar o encontro, o Nariz se colou um desafio – adaptar um texto escrito para o teatro em diálogo com as técnicas do universo da palhaçaria. A obra escolhida foi Cordel do Amor sem fim, texto da dramaturga baiana Claudia Barral.

O Nariz de Cogumelo já se apresentou em festivais de circo e teatro na Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Argentina.

dez
23

A CULTURA DO CACAU

Postado por soteropolis

Por Marina Montenegro

CHOCOLATE

O cacau teve origem entre as Américas Central e do Sul. Cultivada pelos povos Maia e Asteca, a fruta era tão importante para essas civilizações que chegou a ser considerada como divina.

A região sul da Bahia é a maior produtora da fruta no Brasil. Não é a toa que é conhecida também como costa do cacau. A equipe do Soterópolis foi até a fazenda Leolinda, localizada em Uruçuca, para mostrar um pouco da cultura
deste fruto dos deuses;

Após a colheita dos frutos, é feito um processo de seleção e quebra do cacau. Da mata, estas amêndoas são levadas para o processo de fermentação. A presença do cacau na Bahia sofreu um baque durante os anos 90. Um fungo conhecido como vassoura de bruxa quase dizimou as lavouras, gerando uma crise no mercado.

Para saber também de que forma o cacau se transforma no doce mais amado do mundo, nossa equipe visitou a fábrica AMMA de chocolates. Fique ligado no Soterópolis para conhecer um pouco mais sobre o fruto dos deuses.

dez
23

A CIDADE DE MIGUEL CORDEIRO

Postado por soteropolis

1

É Natal, e o Soterópolis da quinta, 25.12, destaca uma entrevista com o artista plástico Miguel Cordeiro, que com sua exposição, encerra a agenda de exposições do ano no Palacete das Artes. A mostra é composta de 60 obras, utilizando variadas técnicas como acrílica sobre tela e papel, colagens e intervenções com stencil. Na exposição, Miguel Cordeiro apresenta sua mais recente produção, abordando o ambiente das cidades, tendo o indivíduo como centro das observações, entre os anseios, expectativas e inserção no mundo contemporâneo. Ainda nessa edição, uma matéria sobre publicações independentes. Na reportagem, os conceitos e logísticas da produção independente publicadas na Bahia.
# Soterópolis, quinta, 21h, TVE Bahia – reprise domingo 16h

Fonte: ASCOM IRDEB

dez
22

MODA NO SOTERÓPOLIS

Postado por soteropolis

Por Danúbia Lisboa

Às vésperas do ano novo, há uma preocupação quase geral das pessoas que é: “Com que roupa eu vou virar o ano?”. A escolha envolve não só o modelo, mas principalmente as cores que a roupa terá, acreditando-se que está escolha influenciará a condução da sua vida no restante do ano. Mas quem pode explicar se existe ou não sentido nesta crença?

Essa cultura varia muito em alguns países, na China por exemplo, o vermelho na virada do ano significa sorte, porém está atrelado a ideia de prostituição em lugares como os Estados Unidos e a cidade de Curitiba, onde se evita usar esse tom na virada do ano. Já em outros lugares do Brasil significa a busca por amor.

O Soterópolis foi às ruas para saber qual a motivação das pessoas na escolha da roupa do final do ano. Será que elas acreditam na energia das cores? Conversamos com o estilista Jeferson Ribeiro para saber o que está sendo mais procurado este ano para a virada. E também com a cromoterapeuta Muni Oliveira, que nos falou sobre a energia e os significados das cores!

dez
22

PUBLICAÇÕES INDEPENDENTES – É PROMESSA NO MERCADO EDITORIAL LOCAL

Postado por soteropolis

Por Caroline Vieira

A Internet mudou de forma definitiva a nossa maneira de lidar com o mundo. No campo da literatura, as publicações vêm assumindo o formato de e-books, que cada vez mais dominam o mercado, virando febre, especialmente entre os mais jovens.

Na contramão deste processo, uma turma de editores vem experimentando o modo artesanal de publicação dos livros. O produto leva o charmoso nome de livro objeto. A característica artística, com ajustes manuais, feitos em serigrafia e com costura delicada recupera o estatuto de arte, diferente das produções industriais famosas pelas grandes tiragens.

Populares no Sul do país, as publicações independentes começam a conquistar espaço no nordeste. O Soterópolis conversou com a ilustradora Flávia Bonfim responsável pela editora Movimento Contínuo. Entre os títulos da pequena editora está o livro “Ciganos”, do fotojornalista Rogério Ferrari.

Além de Flávia, o pessoal do Sociedade da Prensa vem causando barulho no Santo Antônio Além do Carmo. Os garotos têm conseguido desaguar o trabalho na Feira de Arte Maravilha e esquisitices.

A Universidade Federal também está de olho neste filão. A Tiragem e a de Dibolso são publicações independentes produzidas no meio acadêmico pelos professores Taygora Aguiar e Cristiano Piton. As edições funcionam como oficinas de experimentação gráfica.

Quer saber mais sobre o assunto. Assista ao Soterópolis desta semana.

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