IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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Histórico de julho de 2014

jul
31

Entrevero Instrumental

Postado por soteropolis

Por Danúbia Lisboa 

Entrevero é um tradicional prato típico da região sul do Brasil, onde são misturados muitos ingredientes. E com essa proposta,  a banda Entrevero Instrumental surge misturando diversos sons e culturas em suas músicas. A partir da vontade de fazer música instrumental, cinco jovens se uniram para difundir o gênero musical pelo país, já baseado em experiências internacionais que viveram antes de formar a banda.

A Entrevero Instrumental tem uma longa caminhada. Já tocou em grandes festivais de música como o Savassi Festival em Belo Horizonte, o Joinville Jazz Festival e o Festival de Inverno de Garanhuns. Também integrou o  Circuito SESC Teatros, Circuito SESC Música e o Circuito Cultural SESI, passando por mais de 40 cidades do Brasil. Realizou também uma turnê em 2013 por França e Espanha, com apoio do Ministério da Cultura.

Conheça a Entrevero Instrumental, hoje às 22h no Soterópolis!!

jul
30

Do Solar para toda a cidade

Postado por soteropolis

Por Carol Garcia

O que parecia um simples convite a um coletivo de artistas acabou transformando o cotidiano dos moradores da comunidade do Solar, no centro de Salvador.  Assim foi a chegada do Museu de Street Art Salvador, que tem expandido suas ações para outras partes da cidade, motivado pela feliz interação com os moradores do local. Ao contrário do que a sobriedade do nome “Museu” aparenta, o MUSAS, como é chamado, é um projeto que consiste uma casa aberta à divulgação da arte visual, realização de oficinas e ações culturais diversas.

A partir do convite do mestre de capoeira Tico Sant’ana, os meninos do Coletivo Nova 10Ordem – Julio Costa, Bigod Silva e Marcos Prisk – conheceram a comunidade e ali instalaram residência. O grafitte do coletivo logo coloriu as casas do Solar, dando um charme à mais no lugar que já era privilegiado pela vista da Baía de Todos os Santos. Dona Suzana, moradora do local, é testemunha da presença marcante do Coleticvo. Avisados de que era uma das boas cozinheiras dali, eles lhe pediram que fornecesse almoço, e disso surgiu o Ré-Restaurante, comandado por ela. Vovó, outra figura local, endossa o argumento da vizinha e diz que MUSAS é uma das coisas mais lindas que aconteceu no Solar, “dos tempos” que ela mora ali. E não são poucos os artistas baianos, brasileiros e de outros países já visitaram o MUSAS. Essa movimentação, segundo as moradoras, só trouxe benefícios até então. “Mostrou que aqui é um lugar de bem”, afirma Vovó.

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O MUSAS funciona de modo colaborativo. O maior entrave é conseguir o material, que tem custo elevado. Mas isso não desmotiva os artistas. A mobilização se estende pelo site do grupo, pelo facebook e pelo movimento que eles chamam de “Polinização”. Bigod Silva explica: “O Musas não é só essa casa, e o que acontece aqui, e não queremos que ninguém pense que parece uma espécie de ONG. A gente quer mostrar que tá interessado em cultura e por isso a gente tá nessa fase de fazer ações em outros bairros, com outros artistas”. Um exemplo dessas ações é o Muda Gamboa, em parceria com a comunidade vizinha, o Projeto Que ladeira é Essa, executado na Ladeira da Preguiça e a Ocupação Cidade de Plástico, que realiza atividades culturais em Periperi.

Conheça mais sobre o trabalho do MUSAS:

http://www.ilovemusas.com/

https://www.facebook.com/ilovemusas

 

jul
30

Beleza Convulsiva Tropical

Postado por soteropolis

Documentação e ficção no Arquivo Público do Estado da Bahia.

 Por Caroline Vieira

O Arquivo Púbico do Estado da Bahia apresenta a exposição Arquivo e Ficção, com curadoria de Ana Pato, dentro da programação da terceira Bienal da Bahia. A mostra envolveu um longo trabalho de pesquisa e recuperação do acervo do Museu Estácio de Lima, que se encontrava fechado para visitação.

Paulo Nazareth, Eustáquio Neves, José Rufino, Paulo Brusky, Giselle Beiguelman, nomes importantes do cenário artístico contemporâneo, podem ser apreciados nesta grande exposição.  Residentes no Instituto Sacatar, Ilha de Itaparica, os artistas passaram meses debruçados sob papéis, objetos da cultura popular e armas usadas pelo bando de Lampião. O resultado é uma reflexão vigorosa onde documentação e criações caminham juntas.

O próprio Arquivo público foi aqui pensando como obra de arte. Lá é possível encontrar documentos raros que datam do período colonial. O prédio embora em situação precária, ainda guarda a beleza do passado, quando foi residência dos padres jesuítas. Da casa dos Jesuítas, o espaço recebeu portadores de hanseníase, e hoje, é considerado o segundo maior arquivo público nacional.

Beleza Convulsiva tropical

Professora da Faculdade de Arquitetura da Cidade de São Paulo e Mídia Artista, Giselle Beiguelman conversou com Vânia Dias sobre oprocesso de construção da obra intitulada Beleza Convulsiva Tropical. O trabalho questiona a memória, o desgaste, o ruído, o abandono. A história do Arquivo é recuperada numa instalação em que o próprio espaço vira a obra. O público entra, literalmente, na instalação. Lá, submerso em palavras, mofos e ruínas, ele é capaz de compreender o conceito de beleza convulsiva tropical e a sua complexa relação com a memória.IMG-20140723-WA0010

Por todo canto, também se pode ler as frases pichadas pelo artista Paulo Brusky, criador da arte postal, na década de 70. Perguntas como “ver o invisível” nos coloca diretamente no embate proposto por esta que talvez seja uma das mais importantes exposições dentro do amplo panorama da Terceira Bienal da Bahia. Arquivos, papéis e história ganham novas interpretações pelos artistas, que tornam público aquilo que estava esquecido, provocando novos significados, leituras, visões e perplexidades. Coisa que só é possível através da arte.

 

jul
24

Exposições da Bienal da Bahia: 2º temporada

Postado por soteropolis

Por Carolina Garcia

Dentro da programação da segunda temporada de ações da Bienal da Bahia 2014, o Soterópolis foi até o ICBA, Galeria Acbeu e Solar Ferrão para ver de perto as novas exposições que integram o Museu Imaginário do Nordeste. Divididas em departamentos e seções, elas exploram temas e vieses distintos que remontam ao conhecimento sobre arte conceitual.

No ICBA (Goethe Institut), a proposta é fazer do local um “núcleo histórico”, que resgate através da literatura alemã do inicio do século XX as aproximações artisticas entre Brasil e Alemanha. Nas projeções em vídeo o visitante encontra referências de Boetti, Beuys, Daniel Buren, Lawrence Weiner. Compõem ainda a exposição peças de Robert Barry e do brasileiro Guto Lacaz. A Curadoria é de Marcelo Rezende.

Na Galeria do Acbeu e no Solar Ferrão a Curadoria é de Ayrson Heráclito, e a proposta é de fazer uma imersão no fazer artístico e nos discursos sobre nossas raízes nordestinas e africanas, respectivamente. No primeiro espaço, os artistas Paulo Meira, Paulo Bruscky, Rogério Duarte, Maxim Malhado, Ingmar Bergman, Glauber Rocha, Abraham Palatnik e Ana Cristina Cesar inspiram-se na proposta do curta “O Pátio”, o primeiro de Glauber Rocha, para pensar no sistema de regras ao qual as obras estão inseridas, para além da criatividade e da liberdade de expressão.

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Exposição no Solar Ferrão. | Foto: Divulgação

Já o Solar Ferrão divide suas galerias para duas propostas. Na Galeria 1, o Departamento da Marchetaria de Ficções Instáveis / Seção: Formas de Orientalismo traz obras de Vieira Andrade, Gustavo Carvalho, Milena Travassos, Nino Cais, Alex Oliveira, Beatriz Franco, Fernando Pontes, Paulo Nazareth e Evandro Sybine que problematizam as visões cristalizadas sobre o nordeste, o ser nordestino – seus espaços, corpos e discursos. Na Galeria 2, está o Departamento do Pós-Racialismo (corpo, dispositivo e subjetivação) / Seção: Áfricas, que traz obras de artistas brasileiros, africanos e norte americanos – a saber, Bakary Diallo, Aristides Alves, Adenor Gondim, Bauer Sá, Mario Cravo Neto, Eneida Sanches e Tracy Collins – que materializam o corpo africano e seus símbolos em construção, ou seja, em subjetivação.

O Museu Imaginário do Nordeste ocupa ainda o Ateliê Hilda Salomão, a Igreja do Pilar,  o Ateliê Eckenberger, o Acervo da Laje, a Casa-Museu Solar do Santo Antônio, o Museu Carlos Costa Pinto, o Palacete das Artes, O Arquivo Público da Bahia, a Galeria Esteio (Escola de Belas Artes da UFBA), O Museu Náutico da Bahia, o Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, e o Museu de Arte Sacra. No interior, a ação está nas cidades de Cachoeira (na Galeria Hansen Bahia) e em Feira de Santana (no centro Universitário de Cultura e arte – CUCA).

Veja toda a programação desta 2ª temporada no site da Bienal: http://bienaldabahia2014.com.br/wp/programacao-segunda-temporada/

jul
24

Candomblé na mídia

Postado por soteropolis

Por Renata Nascimento

As religiões de matriz africana vêm sendo cada vez mais difundidas e retratadas pela imprensa. Mas será que essa relação é pacífica? Como os meios de comunicação abordavam o candomblé e a umbanda antigamente?

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Durante muito tempo os jornais serviram como principal veículo de denúncia do candomblé, ajudando na repressão feita pela polícia aos terreiros. Atualmente podemos perceber uma maior ascensão do povo do candomblé dentro dos veículos de comunicação. Isso vem ajudando a desmistificar muita coisa, mas ainda é possível identificar um forte ataque de alguns setores da sociedade às religiões de matriz africana, a exemplo das igrejas pentecostais que se utilizam de canais de televisão para disseminar a intolerância religiosa.

Acompanhe um pouco como essa relação se estabeleceu no passado e no presente.

jul
24

Arte e Sustentabilidade – Parte 2

Postado por soteropolis

Por Marília Randam

Já estamos cansados de saber que o planeta vai mal…Alguns continuam no mesmo lugar, mas ainda bem que há quem siga o caminho contrário e tente reduzir o resíduo que nós mesmos criamos. Pensando do ponto de vista do planeta, não tem mais como jogar lixo fora, porque simplesmente não há fora. Nenhum lugar fica isento do lixo que produzimos, por isso precisamos pensar em soluções criativas de reutilização.

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Nossa repórter, Marília Randam, foi literalmente engarrafada por Bergon. | Foto: Wagner Jesus

Nesta etapa da reportagem “Arte e Sustentabilidade”, conversei com o artista baiano Bernardo Bergon, que como ele mesmo se descreve é “vidrado no vidro”. Bergon transforma garrafas em verdadeiras obras de arte e também em utilitários domésticos.

Também batemos um papo com André Fernandes, fundador do projeto Praia Limpa. Esse artista é responsável pela criação de várias obras, todas elas produzidas com o lixo oriundo das praias baianas. Em parceria com crianças da comunidade, colaboradoras do projeto, André confeccionou o bandeirão do Brasil que ficou exposto na Arena Fonte Nova durante a realização da Copa do Mundo 2014.

jul
24

O músico Tuzé de Abreu e o show Novas Aventuras no País do Som

Postado por soteropolis

Por Denise Dias

A inquietação faz parte da história artística do músico Tuzé de Abreu. A vontade de quebrar regras e experimentar resultou no show Novas Aventuras no País do Som, que foi apresentado em julho no Teatro Vila Velha, em Salvador. Uma galera se juntou para essa empreitada,  tendo como ponto de partida a obra de Tuzé de Abreu e Walter Smetak como inspiração. São artistas com vivências em pesquisas cênicas, plásticas, poéticas e sonoras: Greice Carvalho, esposa de Tuzé; André Rangel, Edbrass Brasil, Heitor Dantas, Orlando Pinho, Antenor Cardoso, Rosa Abreu e Mateus Dantas.

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Tuzé de Abreu durante o show Novas Aventuras no País do Som. | Divulgação.

O show Novas Aventuras no País do Som traz uma multiplicidade de ambientes estéticos e convive, sem traumas, com o tradicional e o moderno, com o samba e a música experimental. No repertório, canções autorais e parcerias. Clássicos como Vivendo em Paz, gravada por Caetano Veloso, Meteorango Kid, que inspirou o filme homônimo na década de 70, além de composições inéditas.

jul
17

A riqueza artística do subúrbio de Salvador no Acervo da Laje

Postado por soteropolis

Por Denise Dias

O pesquisador e professor José Eduardo Ferreira Santos nasceu e foi criado no Subúrbio Ferroviário de Salvador. Sempre ouviu falar que não existem artistas no Subúrbio. Resolveu provar justamente o contrário. Uniu seus conhecimentos de pesquisador e, juntamente com o fotógrafo Marco Illuminati, começou a garimpar as obras artísticas da região, que também é rica em beleza natural. O trabalho resultou no Acervo da Laje.

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O Acervo da Laje fica numa casinha bem pequenina e simples na Rua Nova Esperança, 4 E, São João do Cabrito, em Plataforma, Salvador-Ba. O espaço reúne um acervo incrível com pinturas, quadros, máscaras, conchas, cerâmicas, madeira, azulejos, etc. Só visitando para ter noção da riqueza artística, mas antes é bom agendar a visita porque o Acervo da Laje funciona na laje da casa da mãe de José Eduardo e, vale ressaltar, não recebe recursos governamentais.

Este ano, o Acervo da Laje integra a 3ª Bienal da Bahia. O projeto dá visibilidade aos chamados “artistas invisíveis” e fortalece a produção artística do lugar. Em entrevista à equipe do Soterópolis, José Eduardo diz que a arte uniu o que a violência e o abandono separaram. Ele conhece bem o potencial de transformação que a arte proporciona e busca renovar os sonhos dos artistas do Subúrbio de Salvador.

jul
17

Caymmi vive

Postado por soteropolis

Por Carolina Garcia 

Se estivesse entre nós, Dorival Caymmi chegaria ao centenário neste ano de 2014. O marco mobilizou artistas de todo o país, que se dedicaram a prestar homenagens para celebrar a obra deste artista que, sem dúvida, foi um dos mais importantes da musica e da cultura brasileira.

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Atribui-se a Caymmi a criação dos estereótipos que povoam o imaginário brasileiro em torno do baiano. Em suas músicas, o mar, o pescador, a mulata jeitosa, a capoeira, e tantos outros símbolos levaram para todo o país os cenários, a gente e a vivência de uma Bahia serena, ou mais especificamente, preguiçosa. “Tudo o que Caymmi canta a gente vive, respira. É certo que a Bahia mudou e que também ele inventou uma Bahia que ele quis cantar mas são símbolos de uma Bahia antiga que resiste no modo de ser da gente e que torna esse Estado ainda mais charmoso”, diz o músico Paquito, admirador da obra de Caymmi. O argumento é reverberado pelo músico Tuzé de Abreu, que considera Caymmi artista fundamental para a identidade cultural da Bahia e do país.

Boa parte das homenagens aconteceram em abril, mês do centenário, mas elas seguem, indicando que um mês é pouco para reverenciar Caymmi. A cantora Claudia Cunha interpreta canções do artista no show “Caymmi é 100”, que teve primeira apresentação em maio, no TCA e agora volta a se apresentado nos dias 25 e 26 de julho, no Café Teatro Rubi, no Sheraton Hotel da Bahia. Em Brasília, nos dias 19 e 20/07 a Companhia de PeQuod apresenta o espetáculo Marina – 100 anos de Caymmi, em versões infantil e adulto. Quem estiver por São Paulo, pode aproveitar e visitar a exposição “Caymmi 100 anos”, que tem como curadora Stella Caymmi, neta do artista, e que fica aberta até 18/09 no Centro Cultural Correios. Ainda está previsto o lançamento de um álbum especial, organizado por Dori Caymmi.

jul
14

O corpo da mulher em cena: na arte, na vida e na literatura!

Postado por soteropolis

Por Vania Dias

Existem várias perspectivas e vários pontos de partida  para falar do feminino e das suas singularidades,  ao longo do tempo.  A nossa equipe escolheu abordar a mulher e as representações na arte a partir do ponto de vista de artistas que estão em cena discutindo essas questões.  Falar de hoje sem deixar de olhar para o passado para conferir os passos dados e tomar nota do que ainda temos por construir e por conquistar.  Foi com esse espírito de escuta e de provocação que fomos ao encontro das nossas fontes.

Inicialmente, encontramos os artistas do grupo Teatro Base, uma companhia de teatro que se prepara para terceira montagem e onde este é o tema central da encenação. Conversamos com Lara Duarte e Naia Pratta que acrescentaram a partir de suas vivências como mulheres, mas também como filhas, mãe, amigas e artistas, os conflitos que estão postos e muito bem servidos – de modo subliminar ou mesmo escancarado – nas rodas que ditam as regras sociais, o que pode ou o que deve ser, ter, fazer uma “boa moça de família”.

Na mini-residência artística, Delirium Ambulatorium, cada pessoa pode expressar as suas indignações diante de um mundo ainda machista. O resultado disso – que não se esgota nem nas oficinas e nem nos palcos – a gente assiste em breve na nova montagem teatral do grupo.

 

Vania Dias conversa com Amélia Conrado, que divide com Ricardo Biriba a direção e a coreografia do espetáculo de dança Maria Meia Noite.

 

Também em cena para pensar o corpo da mulher a partir de uma figura emblemática da capoeira, o projeto “Maria Meia Noite” encena com atrizes e atores os cinco atos onde o feminino é tematizado. O assunto é abordado não de maneira explícita e direta, mas nas entrelinhas de corpos que carregam em si os seus discursos, os seus textos, as suas simbologias de significantes e significados trocados com a plateia.

Por fim, pra finalizar a missão de ampliar a escuta, tivemos uma papo cheio de deleite com a professora Linda Rubim que nos trouxe aspectos da literatura. Elas nos contou de uma poetiza pouco conhecida, a Jacinta Passos e apresentou o livro “Miradas: gênero, cultura e mídia”, fruto de artigos produzidos por integrantes do grupo “Miradas”, do Centro de Estudos Muldisciplinares em Cultura (CULT).

Tudo isso e um bocadinho mais de conteúdo que possa levantar novas interrogações estão postas na matéria inédita.

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