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Histórico de março de 2014

mar
28

Perfil Joatan Nascimento

Postado por soteropolis

Perfil do trompetista Joatan Nascimento, membro da Orquestra Sinfônica da Bahia, professor e doutor da Universidade Federal da Bahia. Participações do maestro Fred Dantas e do compositor e educador Paulo Costa Lima.
Perfil exibido em 27/03/2014 pela TVE Bahia.


 

mar
28

SOTEATRO – Dramaturgo III – Adelice Souza

Postado por soteropolis

por Edinilson Motta Pará

O Soteatro que será exibido em 27 de março, dia do teatro, apresenta a terceira e última parte da série Dramaturgos. Desta vez, com uma entrevista  com a dramaturga e escritora Adelice Souza.

A autora estreou na literatura em 2001 com o livro de contos “As Camas e os Cães” que foi um dos vencedores do Prêmio COPENE de Cultura, Arte e Literatura de 2001. Em seguida lançou “Caramujos Zumbis” (2003), “Para uma Certa Nina” (2009) e o romance “O Homem que Sabia a Hora de  Morrer” (2012).

Seus contos estão em várias coletâneas nacionais (“30 Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura Brasileira”, Ed. Record, “Aos pés das Letras”, Ed. Annablume, “Outras Moradas”, Ed Caramurê) e alguns foram traduzidos nos Estados Unidos e no Canadá.

Bacharel  em Artes Cênicas, como dramaturga e diretora teatral Adelice Souza escreveu cinco textos para teatro, sendo que quatro já foram encenados sob sua direção: “Fogo Possesso” (2005), “Jeremias, Profeta da Chuva” (2009), “Francisco, um Sol” (2010), “Kali, a Senhora da Dança” (2013), e um continua inédito, “Antônio, um Peixe” (2008).

Recentemente defendeu uma tese de doutorado no Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFBA, que aborda a relação entre os exercícios praticados na Yoga e a preparação dos atores para construção dos personagens.

Em abril estreia uma adaptação do seu livro de contos “As Camas e os Cães” para teatro com os atores Marcos Machado e Irema Santos, com o nome “A Atriz que Não Sabia Morrer”.

 

 

mar
26

Mulheres Musicistas em atuação na Bahia

Postado por soteropolis

por Denise Dias


O que há em comum entre as seguintes mulheres: Mariana Tudor, Patrícia Teles, Suzana Kato e Lívia Mattos? Todas são musicistas bastante talentosas. O Soterópolis conversou com as quatro para saber quais são as dores e delícias de se fazer música.

 

Mariana Tudor – Harpa

A romena Mariana Tudor escolheu se dedicar à harpa a partir dos 12 anos de idade. Foi instigada por uma professora de Bucareste, capital da Romênia, a ter contato com o instrumento, que anteriormente conhecia apenas das histórias infantis. Quando viu a harpa pela primeira vez, foi amor à primeira vista e passou a encarar profissionalmente o trabalho como harpista. Como no Brasil, principalmente no Nordeste, temos poucas harpistas, Mariana foi convidada a trabalhar em Aracaju e depois veio para Salvador, onde atua na Orquestra Sinfônica da Bahia.

 

 

Patrícia Teles – Bateria

Aos 11 anos de idade, a baiana Patrícia Teles começou a fazer capoeira e teve o contato inicial com instrumentos de percussão. Na memória dela, partiu daí o interesse pela bateria que hoje é seu material de trabalho. É como baterista que Patrícia faz apresentações, workshops e prepara um disco solo.

Quando chega para uma apresentação, quase sempre, as pessoas se surpreendem ao saber que a bateria vai ser tocada por uma mulher. Mas ela não se queixa de preconceito e reconhece também que sempre há uma forcinha dos amigos para carregar o instrumento.

 

Suzana Kato – Violoncelo

A paulista Suzana Kato acha que nós não escolhemos os instrumentos e, sim, os instrumentos nos escolhem. Foi assim no caso da relação dela com o violoncelo, identificado como o instrumento cujo timbre mais se aproxima da voz humana. Suzana lembra que antigamente era raro encontrar mulheres tocando violoncelo por vários motivos: não havia espigão, que serve para apoiar o instrumento; a moda exigia saias abundantes; e era preciso adotar uma postura, digamos, deselegante no contato com o cello. Hoje, a realidade é bem outra. E Suzana tem cada vez mais certeza de que o instrumento escolheu a pessoa certa.

 

 

 

Lívia Mattos – Acordeon

Lívia Mattos é a prova de que não existe idade máxima para aprender a tocar um instrumento musical. Foi só com 16, 17 anos de idade que ela começou a ter contato com o acordeon. Na época, ela era artista circense do Circo Picolino e passou a utilizar o instrumento como recurso cênico. Deu tão certo a relação de Lívia com a música que depois ela decidiu se dedicar integralmente à carreira musical. Lívia já fez show pelo Brasil afora e até no exterior. E ressalta que é preciso ter disciplina, mas não resta dúvida de que vale a pena se jogar nessa experiência.

 

mar
26

Soterópolis bate papo com o diretor e ator Gordo Neto

Postado por soteropolis

por Caroline Vieira

Por trás das câmeras com Gordo Neto - Foto: Renato Fernandes

No mês do aniversário do teatro e do circo, o Soterópolis bateu um papo franco com o diretor, ator e articulador cultural Gordo Neto. Nesta conversa, falamos sobre uma possível crise, formação de plateia, grupos teatrais e políticas públicas para o teatro. O encontro foi na Casa Preta, espaço de residência do Vilavox, grupo que Gordo faz parte.

 

Nascido Eurico Freitas Neto, ele logo ficou conhecido no meio teatral pelo carinhoso apelido de Gordo Neto. Com mais de vinte anos de carreira, o ator iniciou a sua formação no Curso Livre da UFBA e no Núcleo de Formação do Ator. A estreia foi com Noites Vadia (1993), sob a direção da veterana Hebe Alves.

O ponta pé para a carreira e a paixão intensa pelo teatro teve início na UFBA mas ganhou corpo e fôlego no Teatro Vila Velha. Neste espaço, estreou como diretor, no final da década de 1990.

Gordo Neto e Vania Dias - Foto: Renato Fernandes

Um dos fundadores do Vilavox, em 2001, Gordo dirigiu importantes montagens. Em 2012, foi a vez de Dissidente, texto de Michel Vinaver, com o qual ganhou o prêmio Brasken, 2013, de Melhor Diretor.

Para o artista fazer teatro é mais do que atuar, escrever e montar. É movido por este pensamento que Gordo Neto acredita que é necessário lutar por melhores condições para classe e políticas públicas que permitam o desenvolvimento do teatro tanto na capital quanto no interior.

Ficou curioso? Então, não perca o Programa Soterópolis desta semana!

mar
25

Quadro JANELA

Postado por soteropolis

Por Marina Montenegro

A banda Inventura surgiu em 2006, em Alagoinhas, Bahia, a partir da união dos músicos baianos Felipe Santana, Lucas Costa e Paulo Dantas. Desde então o trio tem se destacado no cenário do rock baiano por suas músicas simples e por suas apresentações em diversos festivais e cidades.

Lançaram recentemente o seu primeiro disco auto-intitulado. O vídeo que o Soterópolis exibe esta semana é o clipe da música “O Prego no Chinelo do Anão”.


 

Para conhecer mais sobre a banda de Alagoinhas clique aqui.

mar
25

Caminhos de Salvador em tempos de 465 anos

Postado por soteropolis

por Edinaldo Junior

Fazer aniversário é sempre motivo para reflexão. Quando se trata de uma cidade, berço de uma nação, os caminhos se traçam para pensar o lugar a partir das transformações. Primeira capital do Brasil, Salvador chega aos 465 anos ainda adolescente, diante de cidades pelo mundo que chegam aos 800 anos, como é o caso de Paris. E pela fase de rebeldia que alcança, as mudanças não são poucas.

O Soterópolis aproveitou o aniversário da cidade que dá nome ao programa para convocar a reflexão dos nossos telespectadores: olhar para os caminhos já traçados, como eles mudaram, entender a sua história para, assim, poder olhar adiante. Carregados deste movimento de perceber o nosso entorno, ficou a questão: os soteropolitanos conhecem mesmo como se construiu a cidade e como foi se transformando ao que hoje conhecemos? Percebemos o que é próprio da nossa história nas construções que nos circundam? O que o concreto ali assentado nos diz sobre nós, baianos historicamente construídos?

A reflexão da nossa equipe preferiu mostrar a história pelo que é produzido pela cultura: nossa reportagem partiu do Museu Tempostal, que possui acervo riquíssimo de imagens de colecionadores em postal, fincado no Pelourinho, para mostrar o valor do registro documental deste formato para a construção da cidade e sua arquitetura. No Museu, a exposição ‘Pelos Caminhos de Salvador’ é a nossa carruagem: ela nos leva direto para a época de modernização da cidade, ainda no século XIX, onde o Comércio era porta de entrada da capital. As fotografias revelam a ocupação, seu funcionamento econômico, os bairros que se formaram ao redor dos centros comerciais, os prédios políticos que se modernizaram.

 

Rua Carlos Gomes - Foto: Acervo Museu Tempostal

 

Nos caminhos da cidade, que na exposição são expostos em 45 mil fotografias e postais fazem parte dos 40 anos de coleção do sergipano Antonio Marcelino de Nascimento (1929-2006), é possível ver que o centro da cidade ainda se mantinha próximo ao mar. A navegação é o meio de transporte, como suporte da logística e distribuição de materiais, concentrados na Baía de Todos os Santos. Ali mesmo, onde ainda se concentra o poder político da cidade, a Casa dos Governantes, hoje Palácio Rio Branco, e a Câmara dos Vereadores, expõem o lugar da política ao lado de onde se faz o dinheiro. O ordenamento da cidade se mantinha ali e dali partiu também a comunicação entre o centro e os bairros do entorno: o Elevador Lacerda surge para ligar a Cidade Alta e a Cidade Baixa, antes desenhadas por ladeiras, becos e vielas que ainda configuram o cenário nostálgico do Centro Histórico de Salvador. A Praça Castro Alves, construída somente em 1922, era o espaço social do Soteropolitano desde a época em que era o Largo do Teatro – pela localização do Teatro São João no local. O bonde inaugurou ali e, futuramente, o lugar tornar-se-ia palco de manifestações culturais e artísticas da terra, mas também lugar de socialização.

Aproveite o aniversário de cidade para dar uma volta por Salvador, apreciar o que já foi construído e contrastar com a ocupação da pós-modernidade. Ver como a economia e a política de antes ditavam sua construção e como as mudanças econômicas de hoje deslocaram o funcionamento de Salvador para centros urbanos edificados em grandes construções. Um exercício de reflexão que damos de presente para você comemorar junto com o lugar onde você vive.

 

EXPOSIÇÃO PELOS CAMINHOS DE SALVADOR

Onde: Museu Tempostal

Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho, Salvador

Quando: terça a sexta, das 12h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h

Quanto: Entrada franca

 

mar
25

Uma Homenagem do Soterópolis aos 465 anos de Salvador

Postado por soteropolis

por Zeca de Souza

No verão 2005/2006 a TVE Bahia veiculou em sua programação um videoclipe feito especialmente para a emissora. Recheado de belas imagens de Salvador, o vídeo foi escolhido para o quadro Baú desta edição do Soterópolis pela ocasião do aniversário da Cidade da Bahia.

Sob direção de Lázaro Faria e editado por Jefferson Cysneiros, o clipe ilustra a bela canção de um dos mais preciosos nomes da cultura brasileira: Mateus Aleluia, ex-Tincoãs. A interpretação fica a cargo da filha de Seu Mateus, Fabiana Aleluia.

Sem mais delongas, vejam o vídeo abaixo e tirem suas próprias conclusões. A cidade é linda ou não é?


 

mar
21

Eustáquio Neves – palestras e workshop

Postado por soteropolis

O fotógrafo e videoartista Eustáquio Neves está em Salvador para uma palestra e um workshop na Dimas nos dias 05 e 06 de abril.

PROGRAMA

1º dia – sábado, 05 de abrilEUSTÁQUIO NEVES entrevistado por AYRSON HERÁCLITO. Apresentação do trabalho, com debate aberto ao público. Entrada livre, limitada à capacidade da SALA WALTER DA SILVEIRA – DIMAS. Horário: 15h às 19h.

 

2º dia – domingo, 06 de abrilWORKSHOP – Apresentação de processos, estratégias e meios de criação com a abordagem de temas diversos, seguido da leitura de portfólio, discutindo cada trabalho com o grupo participante. Horário: 9h às 12h, 14h às 17h. SALA MULTIUSO – DIMAS, Barris.

 

Inscrição: renatomarcelo@gmail.com – Tel.: 3018-3906

 

Série Encomendador (Crispin), 2006

(Fonte: Instituto Casa da Photographia . www.casadaphotographia.org)

mar
21

Baú – Palhaços

Postado por soteropolis

por Denise Dias

Palhaço Biancorino (Alexandre Luís Casali)

Março é o mês do teatro e do circo, então, a gente remexeu o arquivo do Soterópolis e exibiu no quadro Baú desta semana uma reportagem sobre o ofício de palhaço.

A reportagem traz entrevistas com três artistas circenses: Alexandre Luís Casali (palhaço Biancorino), João Lima (palhaço Tiziu) e Jailson Pereira (palhaço Pipoca).

Eles falam sobre os próprios palhaços, as técnicas e a história desses profissionais que encantam multidões.

Palhaço Tiziu (João Lima)

 

mar
21

Quadro NA REDE

Postado por soteropolis

por Danúbia Lisboa

Atualmente a “faça você mesmo” está se popularizando, principalmente na internet. A partir de blogs e sites que ensinam como podemos executar tarefas e intervenções em nossa casa ou em objetos para que possam ser reutilizados e reformados por nós mesmos. E o quadro “Na Rede” do programa dessa semana trouxe uma dica muito interessante. É o blog “E se essa casa fosse minha”, que propõe o “faça você mesmo” . A autora narra a sua própria experiência na reforma e decoração do seu apartamento, onde ela mesma foi responsável pelas pequenas obras e decoração de todos os cômodos. No blog você encontra o passo a passo de todas as reformas, além de alguns vídeos que podem auxiliar na execução. O melhor é que todas as dicas apresentadas por ela são de baixo custo.

Visite o site http://www.eseestacasafosseminha.com .

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