IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
TV Rádio Notícias Interatividade

Histórico de janeiro de 2014

jan
30

Bocket Show

Postado por soteropolis

Por Zeca de Souza

Humor repleto de picardia, descaração e deboche inspirado na era de ouro do rádio nas décadas de 1940 e 1950. Após um breve hiato, Bocket Show retorna sob direção de Adrian Steinway e com uma história de 16 anos de estrada.

No elenco, Kátia Leal, Evelin Buchegger, Caco Monteiro e Gerônimo Santana (sim, ele mesmo, o cantor de É D´Oxum) são os responsáveis pelas incessantes piadas que mantém a plateia emendando uma gargalhada na outra.

Com uma concepção estética estilizada, o enredo se desenrola através de cenários de projeções e sombras, contando a história do herói Lucky in The Sky (Caco Monteiro), que sai da Bahia rumo a grandes metrópoles do mundo como Madrid, Nova York e Paris, até que volta a Salvador para ser político. Em torno disso, o formato de programas de rádio e muita música, criam a atmosfera ideal para o voo das piadas.

Bocket Show está em cartaz às sextas e sábados às 20h e aos domingos às 19h no Teatro Moliére, Aliança Francesa, ali na Ladeira da Barra (em Salvador-BA). Vá e se divirta.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

Foto: Elcio Carriço

jan
29

Hora de fazer um trampo extra

Postado por soteropolis

Por Edinaldo Júnior

A realidade financeira dos brasileiros não é nada fácil. E pra isso, não precisamos de números. Basta reparar o quanto os preços dos produtos e serviços aumentaram em total desacordo com os aumentos do salário mínimo. E não precisa ser especialista para entender esse contexto. Com orçamentos no vermelho e com mais inadimplentes pulverizados por todo o país, muita gente tem apelado para todo tipo de artíficio na hora de descolar uma grana a mais no fim do mês. Embalados pelo microempreendedorismo, aquela ideia de que cada um pode montar seu pequeno negócio, muitas pessoas embarcam agora em linguagens diferentes dos trabalhos oficiais, aqueles que garantem a estabilidade.

 

Duda Lima é terapeuta ocupacional. A sua rotina diária começa cedo, até meio dia ela assume esta função garantida por formação. Mas é a partir do turno da tarde que as inquietações humanas são deixadas de lado e Duda consegue extravasar sua energia criativa confeitando bolos. E desde que decidiu fazer um mimo no aniversário do filho, ela adquiriu uma outra profissão. “O desejo de fazer bolos começou por prazer. Minhas amigas começaram a pedir que fizesse, mas nunca levei a sério. A idéia não era viver disso”, conta Duda, que precisou contratar mais profissionais para dar conta das encomendas para o final do ano.

 

A profissionalização surge quando menos se espera. É como se o trampo extra dominasse a pessoa por completa. Foi o mesmo que aconteceu com Luciana Brito. Os ternos, talleurs e blazers compõem o visual da advogada que trabalha na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA). Ela se divide entra formalidade burocrática do meio jurídico com a liberdade e o experimentalismo da música. No Sasminina, Luciana transforma-se em Lule, cantora do grupo de samba que espalha suingue em um bar no Rio Vermelho. Em busca de profissionalização na música, a advogada Luciana acredita viver uma vida de personagem de desenho animado. “Eu costumo dizer que é a minha identidade secreta, sou meio Clark Kent. É a informalidade sempre em jogo. Óbvio que tem dar leveza à vida diária na advocacia, mas o mundo artístico e as suas brincadeiras me ajudam a viver essa dupla jornada”.

 

Uma vida dupla entre a música e um trabalho formal também é rotina de Edy Blues. Com nome de artista, ele trabalha todos os dias em uma loja de instrumentos musicais no centro da cidade. Bom pra ele, que consegue aliar a paixão pela música diariamente e trabalhar com o que gosta é privilégio para poucos. E assim, Edy mantêm o ofício de vendedor e o ofício de cantor de uma banda que anima formaturas e casamentos. “Vou contar um segredo. Nunca trabalhei com outra coisa se não com música ou trabalhando em lojas de instrumentos. Nessa brincadeira, já se vão mais de 25 anos”.

 

Quando trampo extra vira profissão é porque está na hora de repensar o que realmente gosta de fazer. Designer de moda que virou joalheira, joalheira que não sabe se vive disso ou se é um trabalho a mais, dúvidas que atormentam Tainá Cordeiro. Não que ela esteja amargurada com isso. Cheia de sorrisos, ela se divide entre os croquis e as joias, sem reclamar, vivendo de uma sazonalidade que o universo atribui. Tudo começou ainda na faculdade: os estágios não rendiam grana, não contratavam e nem valorizavam os iniciantes. Mas um biquini aqui, uma bijú acolá, e Tainá foi descolando atividades que quebravam o galho. Hoje, a arte da bijuteria tem sido sua principal fonte de renda. E o design de moda? – perguntam-se os leitores. Tainá prefere a eventualidade do freelancer para montar alguns looks de trabalhos específicos. Ora com as roupas, ora com bijuterias, ora com trabalhos informais, os brasileiros parecem ter esse sangue de raça. Pindaíba vai, pindaíba vem, e as tentativas de engordar sempre um pouco mais o porquinho deixa qualquer um na pegada do se vira nos trinta.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

jan
28

COLETIVO DI TAMBOR:

Postado por soteropolis

Por Maria Rita Werneck

 

 

Amaralina, além de ser um ponto de inspriração, se tornou o local de encontro do Coletivo di Tambor, grupo soteropolitano que mistura a percussão com elementos da worldmusic e da música de matriz africana, como o ijexá, samba e o carimbó.

O grupo surgiu em 2007, a partir da iniciativa de Mamá Soares – percussionista experiente que já tocou com Jau Peri, Dão e Caravana Balck, O Cumbuca, Rádio Mundi, Lorimbau e Lampirônicos – em estudar percussão com amigos no Largo das Baianas, em Amaralina. Os estudos renderam, se transformando no Coletivo di Tambor.

 

Além de Mamá, o grupo, que acabou de lançar um EP, é formado por Capacete, Barrak Black, Thiago da Lua (Guiguiu do Ilê) e Rodrigo Pantera. A maioria oriunda de outros projetos musicais, trazendo referências sonoras próprias que enriquecem a misturas de ritmos proposta pelo Coletivo.

Em um papo descontraído e cheio de música, na bela paisagem da Praia de Amaralina, Mamá, Capacete e Barrak Black conversaram comigo sobre os 7 anos de carreira do Coletivo e os novos trabalhos, como o clipe “A Filha de Calmon”, dirigido por Max Gaggino.

 

Tudo isso e mais um pouquinho você ver no Soterópolis, nesta quinta-feira, às 21h, ou nas reprises domingo, às 19h, e terças-feiras, às 22h30.

jan
28

SOTEATRO DRAMATURGOS II – CLÁUDIO SIMÕES

Postado por soteropolis

Por Edinilson Motta Pará

O SOTEATRO deste semana exibe a segunda parte da série sobre os dramaturgos baianos com a trajetória artística de Claudio Simões.

Ator, diretor e, principalmente, escritor teve sua estreia no teatro em 1988, no espetáculo SIM – O universo de Arrabal, resultado do III Curso Livre da Escola de Teatro da UFBA, com direção de Luiz Marfuz. Em 1990, já como aluno regular do curso de Interpretação da Escola de Teatro, Simões escreveu suas primeiras peças: a Trilogia Shirley e Dias, conseguindo um reconhecimento como autor de teatro, mesmo que ainda restrito à classe artística, principalmente no meio acadêmico.

Em 1994, ano que formou-se em Direção pela Escola de Teatro, veio o reconhecimento da crítica jornalística e do público com estreia da inquietante DIAS 94, uma releitura da Dias,em que se debruça sobre o tema da vida com hiv/aids e a manutenção da dignidade na convivência com o vírus. A montagem chamou a atenção da mídia jornalística para o novo autor. No mesmo ano, estreou também a comédia policial Quem Matou Maria Helena?, com o ator Franklin Menezes, conquistando, desta vez, o reconhecimento do público.

Segundo ele, desde a estreia de Quem Matou Maria Helena? até hoje, esteve sempre, a cada ano, com pelo menos um espetáculo em cartaz, estabelecendo-se como um dos mais produtivos dramaturgos do teatro soteropolitano contemporâneo. Sua obra tem procurado registrar uma Salvador urbana, contemporânea e bem humorada, com um foco sutilmente crítico na nossa classe média.

Nos mais de 20 anos de carreira, o artista foi contemplado com o Troféu Bahia Aplaude nas categorias Destaque (por DIAS 94, em 1994), Melhor Diretor (por Puxa Vida!, dirigida em parceria com Celso Jr. e Teresa Costalima em 1994), Melhor Espetáculo Infantil (por O Mistério do Chiclete Grudado, peça que dirigiu em 1995) e Melhor Autor (por Abismo de Rosas, de 1997), e com o Prêmio Copene de Teatro na categoria Melhor Autor por Como Raul Já Dizia (2001).

Recebeu ainda indicações como Melhor Autor por Quem Matou Maria Helena? (1994), Jingobel (1998). Em 2000, dirigiu, com Fernanda Paquelet, o espetáculo Vingança, Vingança, Vingança!!!, que lhe rendeu indicações ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias Melhor Autor, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Espetáculo Adulto.

Recentemente, trabalhado em parceria: escreveu Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia, em parceria com Cacilda Povoas e Gil Vicente Tavares (2004), e O Indignado, ao lado de Djaman Barbosa (2008) e Caso Sério, com Margareth Boury, recebendo indicação de Melhor Texto no Prêmio Braskem de Teatro 2010. O SOTEATRO apresenta o dramaturgo relatando sua trajetória com imagens de arquivo de dezenas de espetáculo que foram escritos, e alguns, dirigidos pelo artista baiano.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horário alternativo no domingo, às 16h. Você também pode assistir pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

jan
28

Os caminhos e as novas experimentações do ator Érico Brás!!!

Postado por soteropolis


Por Vania Dias

O entrevistado especial desta semana é uma pessoa que eu conheci no Teatro Vila Velha e com quem já tive a oportunidade de dividir o mesmo palco no espetáculo “Material Fatzer”, montagem inspirada em “O Declínio do Egoísta Johann Fatzer”, texto inacabado que Bertolt Brecht escrito entre 1927 e 1931.

Nós éramos apenas jovens recém saídos da adolescência, com um monte de sonhos, de aspirações e inquietações que – naquele momento – só o teatro dava conta de absorver e Brás, como é mais conhecido entre os amigos, já era um gigante da cena. Uma velocidade de memorização e uma prontidão cênica que saltava aos olhos de quem acompanhava, da plateia ou dos bastidores, aquele ator da voz forte, do riso solto e da alma completamente entregue ao exercício de atuar.

Dono de mais de 15 anos dedicados as artes cênicas, ele acumula no currículo participações no cinema e, mais recentemente, consolida a sua chegada na TV. Como se não bastasse tantas experiências acumuladas em diferentes segmentos artísticos ele se lança, agora, como cantor e aproveita as férias pra estrear seu novo trabalho “Orfeu canta pra Vinícius”. O ator Érico Brás é quem nos acompanha no Soterópolis desta quinta-feira que vai ao ar às 21h e reprisa domingo, às 19h e terça, às 22h30. A gente vai ao ar pelos canais 2.1 e 2.2 ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br. Não Perca!!!

Conversa embalada por gargalhadas e novidades

Em um papo descontraído e cheio de recordações, conversamos sobre a passagem de Érico Brás pelo Bando de Teatro Olodum, pelas primeiras experiências no cinema e, agora, sobre o sucesso do seu personagem Jurandir, na série “Tapas e Beijos”. Falamos ainda, sobre seu mais novo projeto pra web o “Tá bom pra você?”, que refaz o roteiro e o enfoque de produtos publicitários de modo a contemplar e a refletir sobre a presença de atores negros na mídia.

Por fim, conversamos sobre o projeto musical que estreou em Salvador, no Café-Teatro Rubi, no Sheraton da Bahia Hotel, Campo Grande, seguindo até os dias 30 e 31/01. No show Orfeu Canta para Vinicius, Érico volta a encarnar Orfeu da Conceição, da peça homônima de Vinicius de Moraes (1913-1980). No repertório, clássicos do Poetinha como Tarde em Itapuã, Samba da Bênção, Garota de Ipanema e A Felicidade. Tudo isso e um bocadinho mais, no Soterópolis. Fique com a gente!!!

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

jan
23

Trilhas Urbanas

Postado por soteropolis

Orquídea Cara de Palhaço

Por Renata Nascimento

A Área de Preservação Ambiental do Abaeté é composta por um ecossistema de dunas, lagoas e restingas e é administrado pela UNIDUNAS, organização que desenvolve atividades de pesquisa e preservação do chamado Parque das Dunas. O espaço é localizado no bairro de Praias do Flamengo e conta com uma área de mais de 6 milhões de metros quadrados.

O complexo é composto por salas de aulas, centro cultural, minhocário, centro de pesquisa, dentre outros. O Soterópolis participou de umas das atividades mais requisitadas do Parque das Dunas, as trilhas interpretativas. Nossa repórter Vania Dias acompanhou um grupo de estudantes num passeio na flora existente nas dunas. No percurso, o presidente da organização deu uma aula sobre as características do ecossistema.

Foto: Felipe Santana

Para conhecer mais sobre o projeto acesse o site: www.unidunas.com.br

 

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

 

jan
23

O traço do grafiteiro Limpo

Postado por soteropolis

Por Denise Rabelo

É possível se manter financeiramente fazendo grafite (ou graffiti). Quem garante isso é Fábio Rocha, conhecido como Limpo. Mas é preciso uma ressalva: Limpo consegue garantir a sobrevivência com seus grafites na Suécia, onde mora atualmente. Em Salvador, ele diz que isso não é possível.

Além do grafite, Limpo também trabalha como ilustrador de roupas e livros infantis, ministra oficinas e pinta quadros. Em todas essas demandas, ressalta que, fora do Brasil, tem plena liberdade para desenvolver os trabalhos. O grafiteiro tem sua arte espalhada por países como Dinamarca, Suécia, França, Espanha e Sérvia. Em Salvador, onde passou a infância e adolescência, seus traços estão em muros nos bairros da Barra, Graça, Pituba, Rio Vermelho, etc.

As intervenções artísticas de Limpo chamam a atenção pelo colorido e pela expressão sofrida das crianças dos desenhos. Com sua arte, Limpo busca denunciar as desigualdades sociais. Ele começou a pichar e grafitar numa época em que essa atividade era perseguida e mal vista, por isso, depois de utilizar spray e tinta, tinha que trocar de roupa e chegar em casa limpo, daí o seu nome.

Foto: Maria Jose Cabrera

 

Hoje, sabe que o grafite é bem-vindo e estampa muros, galerias e até palácios. Limpo também integra o coletivo Turbilhão Urbano. Ele conversou com a jornalista do Soterópolis Vania Dias no Museu de Arte Moderna da Bahia.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

Foto: Benoit Hebrard

 

 

jan
23

Devaneios de Dalí

Postado por soteropolis

Por Caroline Vieira

Resolvi quebrar o script e fazer uma análise “selvagem” da exposição Dali: a Divina Comédia, em cartaz na Caixa Cultural – Comércio.

Ver a exposição é entrar em contato com o universo onírico do mestre do surrealismo – Salvador Dali. Aliás, a mostra permite conhecer dois gênios – Salvador Dali e Dante Alighiehi, já que as cem gravuras feitas por encomenda retratam os cantos escritos por Dante nesta que é uma das mais importantes obras da literatura mundial – A Divina Comédia.

Mas voltemos a Dali. O pintor catalão, famoso pelo seu bigode imponente, é um dos maiores representantes da arte contemporânea. Desta arte fragmentada, que flerta com o inconsciente. Nelas estão postas questões universais, sem deixar de serem íntimas.

 

 

As imagens do artista falam dele, dos outros, da humanidade sem ser tão direta como as obras atuais.

A contemporaneidade esgarçou a ideia do EU. Tornamos-nos narcisistas ao criarmos obras que falam sobre situações tão pessoais.

Visitar a exposição de Dali é reeducar o olhar. É perceber a beleza do inconsciente desenhado e pintado nas telas. É viajar no sonho, no devaneio. É trazer poesia para uma arte devastada pelo excesso de realismo.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

Serviço:

Exposição: Dali: A Divina Comédia

Caixa Cultural – Comércio

Até 23 de fevereiro.

 

 

jan
22

Baianos da Maglore lançam clipe de Demais, Baby!

Postado por soteropolis

Por Pedro Muniz

A Maglore como um power trio (da esq. p/ a dir): Teago Oliveira, Rodrigo Damati e Felipe Dieder

“Demais baby foi de cara a primeira música que a gente trabalhou pra o disco novo, a gente foi fazendo outras ao longo do processo, mas sentindo que ela era uma música que tinha muita força […] Ela tem um negócio mais ensolarado”

É assim que Felipe Dieder, baterista da celebrada banda Maglore, explica a escolha para o mais novo vídeo clipe do grupo. Dirigido por Victor Jimmy, Demais, Baby! traz uma técnica de animação conhecida como rotoscopia, que de maneira bem resumida é basicamente um desenho feito sobre o que foi gravado pela câmera.

A idéia de Jimmy casou tão bem com o clima da música que fica difícil ouvi-la sem “ver” as imagens do clip na cabeça. A parceria do diretor com a banda deu tão certo que eles aproveitaram e já fizeram outro clipe. A música Espelho de Banheiro foi a escolhida, e a expectativa é que esteja tudo pronto em fevereiro.

Demais, Baby! está presente no último disco do grupo, Vamos pra Rua , lançado no ano passado e que conta com participações de Carlinhos Brown e Wado. Você pode baixar o álbum no site www.amusicoteca.com.br .

Nós conversamos com os músicos da banda e com Jimmy sobre a produção do clipe, além da mudança na formação do grupo. Antes um quarteto, a Maglore se apresenta há alguns meses como um power trio, contando com a presença do baixista Rodrigo Damati.

O vocalista e guitarrista Teago Oliveira confessa: “Eu sinto que a sonoridade continua com a mesma essência do show, ela não foi perdida, tem nuances novas. Tem uma perda do lance do teclado, mas eu acho que a gente compensou bem com os rearranjos de baixo, bateria e guitarra”.

Para os soteropolitanos, fica a dica: a banda está em curta temporada na cidade com a festa Maglore convida! Para o dia 24/01, o grupo recebe a Pirigulino Babilake, e no dia 08/02 é a vez dos veteranos da Cascadura. Ronei Jorge será o convidado do dia 14/02. As festas rolam no Portela Café, no Rio Vermelho.

Assista o clipe de Demais, Baby! e entenda o que é rotoscopia (o filme O Homem Duplo, de Richard Linklater, também usa a técnica):

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

 

Serviço:

Maglore Convida!

24/01 – Maglore e Pirigulino Babilake

08/02 – Maglore e Cascadura

14/02 – Maglore e Ronei Jorge

Portela Café – Rio Vermelho

jan
22

Baú – Stand Up Paddle

Postado por soteropolis

No verão de 2013 o Soterópolis entrou de vez na onda do momento e levou Ricardo Castro a uma reportagem especial sobre a prática do Stand Up Paddle, desde a fabricação das pranchas especiais para a prática do esporte até as águas do Porto da Barra.

 

Por Zeca de Souza

O Stand Up Paddle Surf é um esporte que está se tornando cada dia mais popular em todo mundo, sendo ele de origem havaiana. O esporte é uma forma antiga de surfe e ressurgiu como uma maneira de os instrutores de surf administrarem os seus grandes grupos de alunos, pelo fato de estar em pé na prancha lhes dar uma maior visibilidade. Existem vestígios de uma embarcação peruana chamada “Caballitos” ou “Caballitos de Totora” que podem também possuir a detenção da origem do esporte.

 

A Bahia é berço de campeões de Stand Up como Bárbara Brasil. Treino intenso e uma costa que facilita a rotina de trabalhos, se juntam ao talento da atleta rumo ao êxito. Há inúmeros instrutores do esporte pelas praias de Salvador. O Soterópolis recomenda que ao se interessar pela prática, procure ajuda profissional.

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