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Histórico de dezembro de 2013

dez
31

Janela – Adeus Ano-Novo

Postado por soteropolis

O Janela desta semana exibe um vídeo do Coletivo Benditas Tetas.

Adeus Ano Novo. Simpatias. Oferendas. Desejos. Vontade de mudança. É o último dia de Dezembro, em que começam os preparativos e promessas para um novo ano, momento ideal para Dulce romper com o passado e começar a trilhar na nova vida. O que você almeja para um ano diferente?

Confira no vídeo abaixo.

 

dez
31

Teatro Sem Nome

Postado por soteropolis
Fábio Viana é diretor teatral, arte-educador, filósofo e realizador da Trilogia do Kaos – série de espetáculos inspirada na obra literária de Jorge Mautner. Admirador do cantor, compositor e escritor carioca, Fábio criou o Bando de Teatro Sem Nome e adaptou os principais escritos de Mautner para o teatro.
Fomos até o Barracão das Artes, dentro do Forte do Barbalho, em Salvador, para conhecer o local de reunião desse grupo que faz atividades dentro do Núcleo de Teatro Físico Poético Ritual. Essa linha de trabalho é uma fusão de linguagens (vídeo, dança, música, circo e teatro), valorizando o ator em cena em interpretações intensas.
O resultado dessa conversa com Fábio Viana e alguns intérpretes você assiste no Soterópolis!

Assista a matéria no vídeo abaixo:

 

dez
27

Entrevista Ana Fernandes

Postado por soteropolis

Foto: Lúcio Távora

Já se sabe que a cidade é um espaço de convivência em que todas e todos usamos não só nos deslocamentos de um lugar a outro – à pé, de transporte público ou particular – mas é também um espaço em constante movimentação, transformação e desenvolvimento. A cidade, em poucas palavras, é um bem comum de toda cidadã e de todo cidadão, mas como o Soteropolitano faz uso do espaço público e de que maneira pode participar mais ativamente dos rumos do planejamento urbano?

 

Dentro dos temas reflexivos de final de ano proposto pelo Soterópolis, eu bati um papo imperdível com a professora e pesquisadora em arquitetura e urbanismo da UFBA, Ana Fernandes! O nosso encontro foi em um final de tarde, na Praça do Campo Grande, e eu iniciei a conversa perguntando sobre a possibilidade de identificar uma identidade, uma marca, na forma do Soteropolitano se relacionar com a cidade. Comentamos sobre as diferenças de ocupação em bairros com topografia e com ocupação específicas e ouvimos a opinião dela sobre questões referentes a mobilidade urbana e sobre quais elementos devem existir na melhor cidade do mundo pra se viver.

 

A discussão sobre o tema é ampla e não se esgota nos poucos minutos de entrevista, mas serve para provocar e desafiar o público a ampliar o olhar sobre si mesmo e sobre o outro na coletividade! Em tempo, um ano novo repleto de novas descobertas pra vocês que nos assistem e nos acompanham. Desejamos que 2014 venha cheio de novidades, não só pela passagem do tempo e do calendário que se reinicia, mas nas nossas nascentes, nas entranhas do que cultivamos em nós como saudável e como do bem. O nosso encontro segue pelo verão, às quintas-feiras, às 21h, na tela da TVE-BA ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br Até lá!!

 

dez
26

Jesus faz compra na Feira

Postado por soteropolis

Ricardo Alvarenga

 

Por Caroline Vieira

 

Na crônica da semana, convidamos o artista Ricardo Alvarenga para um passeio pela tradicional feira de São Joaquim. Mas, diga-se de passagem, não foi um passeio nada, nada tradicional. Vestido de Jesus, Ricardo provocou os passantes, os feirantes, deixando todos do entorno boquiabertos.

Formado em biologia e dança. O artista se autoclassifica como um híbrido. O corpo é o seu instrumento, o seu recurso e elo de comunicação. As questões são mútiplas – pessoais, de gênero, de identidade.

Aceite o nosso convite e se deixe levar pelas provocações de Ricardo Alvarenga.

dez
26

O Soterópolis no Ajeum da Diáspora!!

Postado por soteropolis

Por Vania Dias

 

Os domingos ganharam um sabor especial no Tororó e o Soterópolis foi conhecer a novidade que já é sucesso na região há quase um ano. Com um cardápio novo e, quase que exclusivo a cada edição, D. Angélica Moreira, uma senhora simpática de sorriso largo e fácil, é a responsável por este agito gastronômico que tem endereço fixo e uma novidade especial a cada semana.

Foto: Lígia Santana

A ideia não é ser um restaurante tradicional, e sim uma cozinha aberta para os amigos e para os amigos de amigos. Ajeum da Diáspora é uma cozinha de resistência.  Uma experiênia gastronômica que valoriza a culinária afro-brasileira e, em uma atmosfera caseira, recebe nos cômodos da casa que D. Angélica vive com a família,  um máximo de até 50 pessoas. A presença e a confirmação é feita por telefone até um dia antes do evento.

 

Agélida Moreira / Foto: divulgação Ajeum da Diáspora

“A gente propõe o compartilhamento, não só da casa e das mesas que são grandes e coletivas, mas também do alimento que é servido em uma grande gamela de barro na porção indicada pra quantidade de pessoas daquele grupo”, esclarece D. Angélica ao explicar que essa proposta de comida coletiva é também uma herança de valores e de costumes africanos.

 

Tudo cheira bem nessa casa acolhedora de gente que te serve sorrindo e te olha nos olhos. O manjericão colhido do quintal, na hora, é um ingrediente presente no temperar dos pratos. Neste domingo da reportagem, degustamos da “Mariscada Ijexá”, prato preparado pelo talento culinário de D. Angélica e batizado pela filha Daza, que estuda os ingredientes usados pela mãe e propõe um nome que dialogue com valores e identidades culturais afros.

 

Além do prato principal, a clientela pode provar de uma entrada surpresa proposta pela casa e e de algumas bebidas exclusivas como  “Fufu”, composta com aguardente, leite de coco e gengibre e ‘Dedeu’, uma batidinha fresca de tamarindo”. Ficou com água na boca? Basta  acompanhar a nossa reportagem dessa quinta-feira, às 21h, na tela da TVE-BA ou pelo portal do IRDEB.

dez
26

Quadro SOTEATRO

Postado por soteropolis

Por Edinilson Motta Pará

O Soteatro desta semana abre espaço para mostrar os principais dramaturgos baianos. Neste primeiro, de uma série, o quadro mostra a trajetória teatral da escritora e dramaturga Cleise Mendes, contada por ele mesma. Cleise Furtado Mendes, mais conhecida apenas como Cleise Mendes, possui graduação em Licenciatura em Letras pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), em 1972, graduação em Bacharelado em Estudos Literários pela mesma instituição, em 1974, mestrado (1985) e doutorado (2001) em Letras e Lingüística pela UFBA. Atualmente é professora associada III da Universidade Federal da Bahia, membro da Academia de Letras da Bahia, conselheira do Conselho de Cultura do Estado da Bahia e membro de corpo editorial do Repertório Teatro & Dança.

São incontáveis os profissionais de teatro (atores, diretores, professores e técnicos) que tiveram Cleise Mendes como professora na Escola de Teatro da UFBA e em diversos cursos que ministra. Sua primeira experiência como dramaturga foi em 1975, com o musical “Marylin Miranda”, sob encomenda e direção de José Possi Neto. Sua produção, a partir de então, situa-se na fronteira entre a literatura e o teatro, em um trabalho ininterrupto de criação e adaptação de textos para teatro, com dezenas de peças já encenadas.

Parte de sua dramaturgia tem como pano de fundo grandes personagens e acontecimentos da História Universal, como se pode ver nos textos: “A Guerra de Canudos”, “Joana d’Arc”, “A História de Galileu Galilei”, “02 de Julho” e “Castro Alves”, para as quais, ao escrevê-las, ela dedica a intenso levantamento de material e pesquisa histórica. Parte de sua dramaturgia já foi publicada: “Lábaro Estrelado”, “Bocas do Inferno”, “O Bom Cabrito Berra”, “Castro Alves”, “Marmelada: Uma Comédia Caseira” e “Noivas”. Foi premiada com o Troféu Martim Gonçalves de Melhor Texto por “A Terceira Margem” (1981), o Troféu Bahia Aplaude de Melhor Autor pela peça “Castro Alves” (1994) e o Prêmio Braskem de Teatro, de Melhor Autor, por “Joana d’Arc” (2010).

Como teórica e ensaísta, publicou “A Gargalhada de Ulisses: a Catarse na Comédia” (São Paulo: Perspectiva, 2008 – Indicado ao Prêmio Jabuti na categoria Teoria e crítica literária), “As Estratégias do Drama” (Salvador: EDUFBA, 1995) e “Senhora Dona Bahia – Poesia Satírica de Gregório de Matos” (Salvador: EDUFBA, 1996), além de inúmeros artigos em periódicos sobre teatro e literatura. Essa iniciativa do quadro Soteatro, do Soterópolis, de apresentar o público em geral os dramaturgos baianos, tem o objetivo, entre outros, de mostrar quem estar nos bastidores do fazer teatral na Bahia.

dez
23

Músico Completo

Postado por soteropolis

Rowney Scott / Foto: Márcio Lima

Saxofonista, professor de MPB e ativista da natureza, Rowney Scott tocou com grandes nomes da música e é dos mais importantes instrumentistas da Bahia

 

As notas musicais fazem parte da vida do músico saxofonista Rowney Scott desde que seu pai decidiu que todos os filhos deveriam estudar música. A sina do pai deu certo. Hoje, além de arranjador, ativista da chapada diamantina, praticante do budismo, Rowney tem feito boa música e  se destaca como um dos maiores instrumentistas da Bahia. Ainda na infância, frequentou escolas de iniciação musical onde teve o contato com a flauta doce. E foi com ela que ele conseguiu migrar de instrumento e escolher aquele que se dedicaria por mais de 30 anos. Com o sax nas mãos, Rowney ingressou na Escola de Música da UFBA, onde foi o primeiro aluno a se graduar com foco no saxofone.

 

A formação na Escola de Música possibilitou o contato do músico com as pesquisas musicais dos Estados Unidos, com o ritmo nascido por lá, o jazz. Na California Institute of the Arts (CalArts), Rowney pôde desenvolver um dom que se tornaria a própria marca. O jazz norte-americano foi o prato cheio para o estudo da harmonia e do improviso. E o que seria de um bom músico sem a experiência de tocar em grupo? Foi com o Grupo Garagem, ao lado de Ivan Huol e Ivan Bastos, que Rowney Scott encontrou espaço para explorar o improviso. Ao longo de 30 anos de história do grupo, mesmo sem assinar composições autorais que foram gravadas em discos, Rowney conseguiu imprimir a sua marca com o saxofone dentro dos trabalhos desenvolvidos em grupo.

 

O Grupo Garagem abriu as portas para Rowney experimentar a sonoridade do saxofone em diferentes estilos musicais. a lista de artistas que acreditaram no potencial de Roninho, como ficou conhecido, não é pequena. Esteve presente com Caetano Veloso no CD Prenda Minha, quando partiu para as asas de Gilberto Gil, até chegar ao CD Alfagamabetizado, de Carlinhos Brown. Com Daniela Mercury, produziu Feijão com Arroz e arranjou músicas para Ivete Sangalo. Mesmo com a lista grande, a preferência é Brown: “Ele é um cara genial e trabalhamos juntos com Alfagamabetizado, um trabalho que reverberou muito o trabalho dele para o mundo. Sempre que posso, tento estar junto”, conta o músico em entrevista ao Soterópolis.

 

A importância da pesquisa musical guiou Rowney para a academia. Na Escola de Música da UFBA, lugar onde o saxofonista consolidou a carreira, o desafio agora era implantar o curso de Música Popular Brasileira. Pensar um curso que extrapolasse as fronteiras do ensino da música de orquestra e europeia foi até fácil, o difícil foi driblar todos os percalços que enfrentam as universidades federais. Mesmo assim, a graduação em Música Popular Brasileira chega ao quinto ano e está prestes a formar a primeira turma. Mas mudanças não são poucas para Rowney. “Deveríamos ter professores como Gabi Guedes, que representasse a percussão afro-brasileiro. Não é uma questão de favor, é uma questão de honra para a comunidade. Mas não é uma missão que desisti”, confessa.

 

Para completar a personalidade multifacetada de Rowney, o budismo e a natureza completam a lista de atividades. Com o budismo, a atividade é religiosa e filosófica. Para Scott, foi com os ensinamentos de Buda que ele encontrou respostas para situações da vida que outras religiões não conseguiram preenchê-lo. Em busca desta paz de espírito, encontrou, ainda na década de 80, a comunidade do Vale do Capão, na Chapada Diamantina, o lugar para exercitar o corpo e a mente. O terreno que comprou não foi suficiente para o músico, que se envolveu com atividades culturais e comunitárias com os moradores da cidade. Deste contato, surgiu a iniciativa de trazer grandes artistas da música de qualidade para apresentá-los aos nativos e turistas que encontram no Capão o lugar da contemplação. E assim, Scott idealizou o Festival de Jazz do Capão, que completa 3 anos e já trouxe nomes como Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, e Jaques Morelenbaum. A simplicidade do músico se transpõe de forma grandiosa para os acordes do sax. Mas é tão fácil poder apreciar o som desse músico completo. É só chegar nos sábados, aportar no Solar do Unhão e curtir a Jam no Mam. Ou então, encontrá-los tocando com os artistas que confiam no poder do seu sax.

dez
19

Quadro Baú – Dandinha

Postado por soteropolis

Em março de 2010, pela ocasião do dia internacional da mulher, o Soterópolis prestou uma homenagem ao 8 de março mostrando ao público um pouco da vida de uma mulher que é um exemplo e tanto de garra e determinação.

Alessandra Godinho Fernandes, a Dandinha, é solteira, mãe de duas crianças e é pescadora. Isso mesmo, você não leu errado: pescadora, com direito a cadastro na Federação de Pescadores do Estado da Bahia e tudo!

Dandinha passou por maus bocados até conseguir se regularizar na profissão e travou uma verdadeira batalha até provar que era capaz de exercer o trabalho. Entre os mais de 600 homens cadastrados na colônia de pesca Z-1 do Rio Vermelho, é a única mulher. O ofício ela aprendeu com o pai e observando todos os dias o trabalho dos pescadores, que ela acompanha desde os 14 anos de idade.

A pescadora costuma sair em pescarias que podem durar até três dias em pleno mar, mas o resultado é compensador: às vezes chega a trazer uma carga de mais de 150 kg de peixe. Dandinha sabe se dividir muito bem entre o mar, e cuida de sua família com o máximo de dedicação.

E é mostrando a vida de gente como Dandinha, que nós do Soterópolis parabenizamos a todas as mulheres, que seja nos tribunais, nos barcos de pesca, numa sala de aula, ou no lar, exercem a força e o amor necessários a uma vida com paz e respeito.

 

dez
19

Na Rede

Postado por soteropolis

“Quem não gosta de samba bom sujeito não é” – foi pensando assim que o Soterópolis indica no programa de hoje o blog Receita de Samba [receitadesamba.com.br]!

Muito já se cantou sobre do que é feito um bom samba, mas agora você vai conhecer um site que mostra a receita.

Lá você encontra um acervo dos principais sambistas brasileiros, além de composições, vídeos e downloads de música.

Prestigie!

dez
19

Moda Bike

Postado por soteropolis
A proposta da nossa matéria sobre moda bike é mostrar como as pessoas se vestem para usar a bicicleta como meio de transporte. Para além da atividade física e das roupas específicas para isso, existe toda uma produção por trás, que não abre mão do estilo de cada ciclista.

O termo “cycle chic” surgiu dessa tendência de pedalar com charme e, ao mesmo tempo, preparado para diversos compromissos ao longo do dia.

Em Salvador existem muitas pessoas que já adotam a bicicleta como alternativa ao trânsito caótico e como uma forma de se relacionar melhor com a cidade.
Conversamos com algumas delas e o resultado você vai assistir hoje!
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