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Histórico de novembro de 2013

nov
28

CABEÇA DE NÓS TODOS

Postado por soteropolis

Por Maria Rita Werneck

Formada por vários músicos baianos, a Cabeça de Nós Todos é uma das mais novas bandas de Salvador, que foi formada para levar ao público uma nova proposta musical onde a diversidade é a base de todo o trabalho.

Deco Simões, Mikael Mutti, Aila Menezes e Sérgio Rocha são alguns dos “cabeças” – auto apelido dado pelos próprios integrantes do grupo –  que já tem um CD lançado em parceria com a cantora Daniela Mercury. A banda também tem um outro projeto chamado Registro Geral que é, como o próprio nome diz, um registro visual do show desses amigos artistas que tem como referência a MPB.

Em entrevista para o Soteropólis, o tecladista, produtor e arranjador, Mikael Mutti, conhecido músico baiano que já teve trabalhos indicados para prêmios internacionais importante, disse que a Cabeça de nós Todos é marcada pela presença de vários estilos musicais, já que o repertório da banda é formado por músicas próprias e releituras que vão de Chico Buarque a Pablo do Arrocha. Toda essa miscelânea sonora é resultado da  mútua interferência de todos os componentes que, mesmo tendo seus projetos individuais, conseguem se dedicar isoladamente para a Cabeça de Nós Todos. Deco Simões, inclusive, disse para o nosso repórter Pedro Muniz que é difícil definir o que é e como funciona o processo de criação da banda, já que cada um leva suas experiências profissionais para o grupo buscando uma identidade coletiva original.

nov
28

Mc DaGanja

Postado por soteropolis

Por: Zeca de Souza

O rap brasileiro vai bem, obrigado. Os Racionais Mcs em plena atividade e auge criativo, nomes como Emicida e Criolo entre os grandes da nova geração da música brasileira, e aqui na Bahia também tem gente boa produzindo.

O MC Daganja tem mais de 15 anos de estrada na batalha diária da música. Já tem dois Cds lançados e sua produção é constante. Ex-integrante de grupos como Testemunhas da Periferia e Afrogueto, foi nesse universo do hip hop local que o artista conheceu os amigos e colaboradores que hoje trabalham com ele.

Inicialmente, Daganja gravava e se apresentava acompanhado apenas do DJ Leandro, que produzia as bases para o MC versar – e sob este formato gravaram o primeiro disco, “Entre Versos e Prosas”. O ponto de virada para o artista foi a partir do momento em que resolveu trabalhar com formação de banda. Chamou amigos músicos e outro MC (no caso, Dimak) para dividir as atividades com o DJ e tornou o som mais orgânico, o que resultou em “Tá no Ar”,o segundo disco.


 

Com turnê agendada, passará por diversas cidades do interior da Bahia. A gente recomenda que você escute o trabalho de Daganja e veja os ótimos clipes que estão no youtube.

 

nov
27

Desconstruindo o velho Teatro – Conheça a proposta da Universidade Livre de Teatro Vila Velha

Postado por soteropolis

Por Caroline Vieira

Aprender fazendo, este é o lema da Universidade Livre de Teatro Vila Velha. Idealizada em 2012 por Márcio Meirelles, a proposta é formar atores completos capazes de gerir o trabalho, cuidar da iluminação, do som, do figurino, além de atuar e montar os espetáculos.

A ideia de criar esta estrutura partiu da necessidade de questionar o teatro no século XXI. Qual papel ele assume na transformação da sociedade?

O resultado destes processos vem sendo apresentado ao público periodicamente através dos Experimentos-espetáculos. “A palavra experimento revela o processo, a ideia de uma obra em construção e não algo acabado” explicam os alunos.

No mês de novembro a Livre recebeu a visita do dramaturgo romeno Matéi Visniec (foto à direita), 56, que esteve pela primeira vez no Brasil. O autor conversou com o grupo e assistiu a montagem de Espelhos para Cegos baseado no texto Decomposto ou Homem Lixo, escrito em 1992.

Outro grande desafio imposto pela Livre foi a criação de uma moeda própria denominada carinhosamente como Tempo. A ideia é complexa e funciona mais ou menos assim: a estrutura do Teatro Vila Velha com suas salas, equipamentos técnicos poderá ser trocada por o tempo de trabalho do proponente. Ficou confuso? Nós explicamos. Os interessados em usar o espaço e a estrutura pode oferecer sua mão de obra ao invés de pagar um dízimo. A ideia é interessante e permite uma inovadora troca de conhecimentos.


nov
27

A cinematografia de Roberto Pires

Postado por soteropolis


Por Maria Rita Werneck

O pioneiro cineasta baiano Roberto Pires foi um dos homenageados no IX Panorama Internacional Coisa de Cinema, ao lado de Carlos Reichenbach e Alfred Hitchcock, outros grandes nomes da sétima arte. Projeções de cópias restauradas desses diretores foram exibidas, a exemplo de Redenção, primeiro longa-metragem da Bahia, que foi dirigido por Pires na década de 50.

Em 1959, o Cine Guarany exibia, pela primeira vez, Redenção. Essa trama policial é considerada o marco do cinema baiano não apenas pelo seu pioneirismo, mas por toda a influência que ela causou nas pessoas daquela época, as fazendo acreditar que produzir cinema na Bahia era possível.  E como não seria, se a prova estava nas telas daquele mês de março do último ano da década de 50?

Nesse longa, Roberto mostrou seu lado inventivo, criando uma lente anamórfica, batizada de Igluscope em homenagem a produtora Iglu Filmes, a qual ele foi um dos fundadores. Essa objetiva produzia o mesmo efeito da Cinemacospe, que permitia uma tela mais larga. Então, para não perder o efeito de expansão das imagens, Roberto Pires desenvolveu essa lente para o filme Redenção, que demorou três anos para ficar pronto.

Depois do sucesso e impacto dessa obra para o público baiano, Roberto Pires, em 1961, lançou A Grande Feira, outro longa que coloca, mais uma vez, a Bahia nas telas de cinema. Um ano depois, Tocaia no Asfalto (foto à direita) é lançado trazendo um roteiro policial, uma grande paixão de Pires. Mais um sucesso de crítica que fortalecia a produção cinematográfica realizada dentro do  Ciclo do Cinema Baiano, movimento pré Cinema Novo.

E por falar em Cinema Novo, Glauber Rocha foi um dos cineastas entusiasmados pelo pioneiro diretor baiano. É dele a frase: ” Se o cinema da Bahia não existisse, Roberto Pires o teria inventado”, escrita no livro Revisão Crítica do Cinema Brasileiro. Ambos se tornaram amigos e acabaram trabalhando juntos, como em Redenção, no qual Glauber foi produtor executivo, e em Barravento (1962), primeiro filme glauberiano, no qual Pires fez a produção.

Roberto Pires morreu em 2001, aos 67 anos, deixando um legado de treze filmes dirigidos e quatro longas produzidos por ele (fora os curtas). Sua importância para o cinema baiano vai muito além do fato dele ter dirigido o primeiro longa-metragem do Estado. A sua atitude de colocar em prática o sonho de fazer cinema, mostrando que isso era possível em uma Bahia que não tinha tradição nenhuma na produção cinematográfica, mudou a forma como as pessoas da década de 50 viam o cinema. Este ficou mais próximo das pessoas a partir de Redenção, já que Pires conseguiu provar que as produções baianas eram difíceis, mas não impossíveis, fazendo surgir outros cineastas, que no decorrer dos anos, fortaleceram o audiovisual baiano, o tornando um pólo produtivo que se reverbera pelo mundo.

Filmografia de Roberto Pires

Como diretor:

  • Sonho, o Calcanhar de Áquiles (1955)
  • Redenção (1959)
  • A Grande Feira (1961)
  • Tocaia no Asfalto (1962)
  • Crime no Sacopã (1963)
  • Máscara da Traição (1969)
  • Em busca do Su$exo (1970)
  • Abrigo Nuclear (1981)
  • Alternativa Energética (1982)
  • Brasília, Última Utopia (1989)
  • Césio 137 – O Pesadelo de Goiânia (1990)
  • Biodigestor (1991)
  • Energia Solar (1991)

Como produtor:

  • Barravento (1962)
  • O Homem que Comprou o Mundo (1965)
  • Como vai, vai bem? (1969)
  • O Cego que Gritava Luz (1997)

 

 

 

nov
27

Cineclubes criam espaço para formação de plateia

Postado por soteropolis

Por Edinaldo Jr

Os cineclubes são associações sem fins lucrativos onde o público escolhe as obras para assistir e debater as temáticas. Muitos cinéfilos e diretores encontraram nesses clubes de cinema uma oportunidade para conhecer um pouco mais sobre o processo cinematográfico.

Diretores da Nouvelle Vague, movimento artístico francês do século XX, aprofundaram as concepções estéticas nos cineclubes franceses. Cineastas como Jean Luc Godard, François Truffaut e Eric Rohmer usaram estes espaços durante os anos 60 para transgredir.

No Brasil, o movimento cineclubista ganhou força somente na década de 40. Eles foram responsáveis pela formação de importantes críticos brasileiros. O  movimento cineclubista no Brasil viveu várias etapas. Na Bahia, o crítico de cinema Walter da Silveira deu a largada para o movimento cineclubista no Estado. Walter da Silveira foi um dos mais importantes críticos de cinema do Brasil. O baiano rompeu as estruturas do debate cinematográfico ainda na década de 40, ao trazer reflexões sobre o cinema brasileiro e o consumo de películas internacionais de qualidade.

A criação do Clube de Cinema da Bahia agitou a sala do Cine Guarany, onde hoje funciona o Espaço Itaú de Cinema Glauber Rocha, no centro da cidade.”O clube de cinema tinha uma importância muito grande, mas a sua atividade era promover um bom cinema internacional, naquela época não era tão fácil o acesso a esses filmes. E, com o desenvolvimento das produções nacionais, o cineclube passou a promover também o bom cinema brasileiro”, relata o cineasta Guido Araújo.

Na década de 70, a Federação Baiana de Cineclubes passou a se associar aos movimentos sociais e a atividade cineclubista ganhou a força política do acesso aos bens culturais produzidos pelo próprio país. As projeções em diversos lugares da capital baiana, incluindo regiões periféricas, aumentaram consideravelmente o número de clubes de cinema baianos. Numa época em que os equipamentos de projeção e rolos de filmes custavam o árduo trabalho de montagem, o número de cineclubes chegou a faixa de 80.

A Jornada Internacional de Cinema da Bahia é um dos mais antigos festivais de cinema do Brasil. Com foco para o documentário e para o cinema social e político, o projeto surgiu em 1972, idealizado por Guido Araújo. Até o final da Ditadura Militar, a Jornada tornou-se um foco de resistência do cinema independente e da cultura brasileira contra o autoritarismo.

O acesso tornou-se a principal bandeira dos cineclubes. Em tempos em que as salas de cinema foram parar nos shoppings, os ativistas do movimento cineclubista lutam pela democratização do acesso.”Não adianta você ter uma grande produção de cinema se ninguém vê. Um país só tem soberania se ele vê a sua cultura, principalmente o cinema”, relata Gleciara Ramos, diretora da Federação Nacional de Cineclubes. “A gente passa, por exemplo, o filme de Orlando Senna, Diamante Bruto (1977), para o público de Abaíra, na Chapada Diamantina. Com ele a gente mostra a exploração do minério na própria região para o público que tem uma história, para que eles se reconheçam na tela do cinema”, conta.

Aqui na Bahia, o Cineclube Roberto Pires tem conseguido atingir o público das periferias com atividades constantes. O grupo leva o nome do cineasta que lançou o primeiro longa metragem baiano, Redenção. Organizados por um grupo de produtores culturais, o cineclube incluiu outras atividades educativa, junto à exibição de filmes, em reuniões nos bairros periféricos.

Os cineclubes funcionam também como espaço para discutir e difundir ideias, como é o caso do Crisantempo. A temática é a socio ambiental, e as pessoas que frequentam o grupo trocam diversas experiências. O grupo já realizou feiras de troca de alimentos orgânicos, abordam o cuidado com os resíduos solídos, dentre outros temas que, debatidos junto com filmes temáticos, ajudam a melhorar alguns problemas da cidade. “É um projeto bem cidadão neste sentido, porque todos os filmes a cada semana tentam ter uma relação com o que tem acontecido nos aspectos ambientais de Salvador”, descreve o produtor do cineclube Flávio Bustani.

nov
27

Na rede

Postado por soteropolis

Por Marina Montenegro

O Instituto Antonio Carlos Jobim foi criado em 2001, para abrigar e preservar todo o acervo e memória do compositor e maestro, Tom Jobim.

A partir do começo deste ano, o acervo digital do Instituto passou a conter músicas, vídeos, gravações caseiras, discos, além de correspondências, documentos pessoais, fotos e desenhos.

O espaço digital contém também informações sobre artistas como Chico Buarque, Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Lúcio Costa e Paulo Moura.

Acesse o site e descubra um pouco mais sobre a música brasileira: www.jobim.org

 

 

nov
27

Biógrafos a favor da história do Brasil

Postado por soteropolis

 


Por Edinaldo Jr

Dentro do universo literário, a biografia nos revela a importância de personalidades para a história de um lugar. Como gênero da literatura, as biografias conseguem desnudar o contexto da época como documento da memória. Conhecer a vida de personalidades que contribuíram para a cultura, a política ou as artes ajuda a entender os movimentos da sociedade e, principalmente, ajuda a reescrever o processo histórico.

Muito questionada pelos críticos, a abordagem da vida privada, para a maioria dos biógrafos, é uma ferramenta utilizada para entender a trajetória dos biógrafos nos contextos onde estão inseridos. Josélia Aguiar é jornalista e resolveu se dedicar a vida de outro escritor, o baiano Jorge Amado. O maior desafio da biógrafa é desvendar a vida privada de Jorge e a relação com as histórias que criava. “Como a relação dele com a família, a vida com os netos, com a própria Zélia, isso diz sobre as histórias criadas por Jorge Amado”. Josélia encontrou muito material nos livros escritos por Zélia Gattai, mas a escritora busca um desafio maior: descrever a vida de Jorge antes do casamento com Zélia, onde os registros escritos são mais raros.


Mário Magalhães começou a ser biógrafo quando as reportagens começaram a ficar pequenas para os vôos que o jornalista queria alçar. Das redações, ele decidiu que seu personagem seria um guerreiro. Ou melhor, o guerrilheiro Carlos Marighella (foto do livro à direita). “Eu queria me dedicar a uma biografia de fôlego, sem as amarras de tempo e espaço que vivia nas redações. E não teria personagem mais rico do que o guerrilheiro Carlos Marighella”, conta. Mário abdicou dos salários como jornalista para se dedicar durante 9 anos à pesquisa sobre um dos maiores nomes da política do país. Por isso, o jornalista e escritor entrou na briga a favor das biografias, autorizadas ou não.

A Constituição Brasileira de 2002 prevê que qualquer biografia tem de ter o aval do biografado, seja por ele ou pela família. Se o personagem ou os familiares sentirem que os relatos trazem dano à honra do biografado, podem recorrer à justiça e tirá-la de circulação. A primeira polêmica envolvendo o caso das biografias começou em 2007, quando Roberto Carlos proibiu a venda e a circulação do livro escrito pelo autor baiano Paulo César Araujo. “roberto Carlos tem razão, ele é dono da vida dele, mas ele não é dono da história. É uma decisão obscurantista ir de encontro à preservação da história e da cultura”, rebate Mário Magalhães.

Recentemente, a discussão ganhou proporções quando alguns dos artistas mais importantes do Brasil, como Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil, se uniram para criar a associação ‘Procure Saber’. Eles protestavam contra a publicação de biografias não-autorizadas. A briga entre a associação criada pelos artistas e a Associação Nacional de Editores de Livros (Anel) foi parar no Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, a ministra do STF, Carmen Lúcia, prometeu entregar um parecer sobre o recurso apresentado pela ONG até o final do ano.
No meio desta encruzilhada, os biógrafos ainda querem tentar escrever a história do Brasil através da história dos brasileiros. Mário Magalhães espera que a biografia garanta liberdade de expressão: “Uso o exemplo de um cartunista: se o neto do lobo mau se sentir ofendido com a biografia que conta que o seu avô comeu a vovozinho, ele pode impedir esse registro. Que país vamos escrever com leis desse tipo”.

 

nov
22

Tomie Ohtake completa 100 anos de vida

Postado por soteropolis

Por Maria Rita Werneck

No dia 21 de novembro desse ano, a artista plástica Tomie Ohtake comemora 100 anos de vida, e para celebrar esse momento a Galeria Paulo Darzé, grande parceira da pintora aqui em Salvador, expõe até o dia 07 de dezembro as obras mais recentes produzidas por ela.

São quase 60 anos de carreira divididos entre a pintura, a escultura e a gravação. Apesar de ter nascido em Kyoto, no Japão, Tomie sempre teve predileção pelas artes ocidentais (apesar de sofrer grande influência da arte oriental, como a própria Tomie diz), passando pelo figurativismo e, posteriormente, tornando-se uma grande referência da arte abstrata no Brasil. Segundo o artista plástico baiano Vauluizo Bezerra, Tomie é uma artista que “traduz uma espécie de híbrido entre as duas formas ocidentais de abstrações que abriram a arte brasileira para sua autonomia”.

Grandes traços do trabalho de Tomie Ohtake são as cores intensas, contrastantes e a presença das figuras geométricas que juntos formam precisos elementos de uma obra tão sólida e singular. Todas essas características artísticas poderão ser vistas na mostra exposta na Galeria Paulo Darzé, que através de mais 20 obras, homenageia e celebrar o centenário de vida artista que é considerada a dama das artes plásticas do Brasil.

 

nov
22

Álbum de Família é o novo espetáculo do BTCA

Postado por soteropolis

Por Érica Fernandes

A importância da família e as novas formações dessa instituição que nos dá alegrias e tristezas é um dos enfoques do novo espetáculo do Balé do Teatro Castro Alves – Álbum de Família.

Inspirado numa peça homônima de Nelson Rodrigues, censurada durante 20 anos após a sua publicação em 1945, o espetáculo percorre os corredores e ambientes do teatro durante a apresentação. Um público restrito de 40 pessoas acompanha a trajetória do balé e a ressignificação do lugar que é a casa dos bailarinos há mais de 30 anos.

“O fio condutor deste trabalho, que transita pelos espaços internos e íntimos do TCA, dá-se através de diversas gerações da fictícia e arquetípica família S. Rodrigues. Transitamos pelo universo de Nelson Rodrigues e percorremos situações de encontros de família, como festas, enterros, jantares, despedidas e nascimentos”, explica Fábio Vidal, responsável pela dramaturgia.

Não conseguimos imagens do espetáculo itinerante para exibir durante a matéria, mas o ensaio dá uma mostra do que você pode esperar.

Uma das trilhas sonoras é Smells Like Teen Spirit, do Nirvana, em versão violino.

Patti Smith também gravou uma versão acústica da música, que é usada no final da edição.

nov
22

QUADRO SOTEATRO

Postado por soteropolis

Por Edinilson Motta Pará

O soteatro aborda o ensino de teatro em Salvador mostrando as propostas de três escolas distintas do ensino das artes cênicas:

A Escola de Teatro da UFBA é apresentada pela diretora da instituição Eliene Benício, foi criada em 1956, pelo reitor Edgar Santos e dirigida por Martim Gonçalves, foi um dos primeiros centros de ensinos acadêmicos do Brasil destinados a graduação a nível universitário de atores, diretores, professores, mestres e doutores em teatro;
O curso de teatro do Espaço Aberto Vánacontramão é dirigida por Walter Rozadilla que aplica o ensino do teatro com base em técnicas de autoconhecimento dos alunos a fim de realizar uma pesquisa e formação de atuação, baseado no método sensorial e emocional;

 

O Estúdio de Artes Cênicas SITORNE, cujo curso profissionalizante tem reconhecimento do MEC, o que torna apto o aluno a solicitar o registro profissional permanente ao Sindicato de Artistas e Técnicos em Espetáculos (SATED-BA). A coordenadora Tereza Costa Lima considera a vivência no palco fundamental para a formação de atores e profissionais no teatro.

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