IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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Histórico de outubro de 2013

out
31

Panorama Teatro

Postado por soteropolis

Tarefa das mais difíceis é traçar panoramas. Nos programas comemorativos dos 10 anos do Soterópolis (exibidos 24/10 e 31/10), o desafio de toda a equipe foi olhar, não para o próprio umbigo, mas, para o cenário artístico ao longo de uma década. As lacunas são inevitáveis. Mas a tentativa é louvável. Afinal, como os artistas fazem questão de frisar, é importante nos desfiarmos sempre. Para compor as reportagens sobre o universo teatral conversamos com o diretor Djalma Thruler, com o ator e diretor Ângelo Flávio, e com alguns integrantes do Bando de Teatro Olodum (Chica Carelli, Jorge Washington, Ednaldo Muniz e Leno Sacramento).

As entrevistas apontam que o teatro negro vem buscando e conseguindo espaço, apesar do racismo ainda persistir. As temáticas LGBT também passaram a ser mais recorrentes. No entanto, com raríssimas exceções, a queixa é a mesma: não dá pra se manter financeiramente fazendo teatro profissional. Somar esforços é essencial. E foi isso que impulsionou a criação da Cooperativa Baiana de Teatro há quase 10 anos. Encarar o público infanto-juvenil também se faz necessário, afinal esses são os espectadores de agora e do futuro. E para oxigenar o mercado, ficar atento aos festivais, onde é possível olhar, ao mesmo tempo, para si próprio e para o outro.

out
31

Baú do Soterópolis visita o quadro Devaneios

Postado por soteropolis

Por Denise Dias

Esta semana no Soterópolis, vamos relembrar as inquietações dos
artistas visuais que participaram do quadro Devaneios.

Idealizado e apresentado por Luciana Accioly, o quadro era exibido
periodicamente no Soterópolis e inovava na proposta e no formato. Os
artistas eram colocados num divã e instigados a revelar seus
devaneios.

 

Foto: Divulgação

 

out
31

Livro, leitura e literatura…

Postado por soteropolis

Por Vania Dias

O Soterópolis nasceu e cresceu ao lado das mais diversas expressões artísticas. Com a literatura não podia ser diferente. Muita gente bacana passou por aqui e deixou que o seu amor e o seu talento pela escrita nos contagiassem.

Ao longo de nossa trajetória, ouvimos os depoimentos generosos de Katharine Funke, kátia Borges, André Lemos, Karina Rabinovitz, Silvana Rezende, Luis Henrique Dias Tavares, Emmanuel Mirdad, Hélio Pólvora, Renato Silveira, Antônio Risério, José Filho, Camila Fraga, Fernando Rocha Peres, Wladimir Cesé, Mayrant Gallo, Florisvaldo Mattos, Mariana Paiva, Renata Belmonte, Adelice Souza, Masé Quadros, Davi Boaventura, Ruy Espinheira Filho e tantos outros nomes que compartilharam com a gente as suas produções e as mais diversas impressões sobre o universo literário.

Investigamos e provocamos reflexões sobre a poesia, o romance, os contos e crônicas e também sobre o mercado editorial. Acompanhamos o nascimento de eventos como o I Festival de Ilustração e Literatura e também garantimos a cobertura, em algumas edições, de encontros já consagrados, a exemplo da Bienal do Livro e da Festa Literária Internacional de Cachoeira – Flica.

Foto: Divulgação

A nossa escuta esteve atenta também para as editoras locais. Conversamos com a Edufba, com a Editora Kalango, com a Solisluna e muitas outras. Nossa revista cultural, nestes 10 anos, generosamente agradece e compartilha dessa festa das letras com vocês!!!! Na edição especial de 10 anos, a gente resgata algumas falas do passado e intercala com outras vozes pulsantes de agora. No tempo resumido da reportagem pincelamos.

Não perca o passeio literário que preparamos pra você.

Vai ser um deleite. Aproveite!!

Quinta-feira, às 21h ou pelo portal do Irdeb: www.irdeb.ba.gov.br

Se gostar e curtir, compartilhe e comente por aqui!

Até a semana que vem!!!

 

 

out
30

Destaques Soterópolis

Postado por soteropolis

DESTAQUES SOTERÓPOLIS – 31/10

O Soterópolis de amanhã continua no clima de comemoração dos 10 anos do programa. Dando continuidade, vamos trazer os panoramas das diversas linguagens artísticas desde a nossa estreia, destacando obras e expressões artísticas que dialogaram com o público baiano.

Vamos rever os principais momentos do cinema e do audiovisual, desta vez refrescando nossas memórias para presenças ilustres no nosso programa, como a primeira entrevista do ator Lázaro Ramos após a explosão nacional com o filme ‘Madame Satã’. Outro destaque da sétima arte brasileira, Fernando Meirelles volta à tela do Soterópolis em uma entrevista concedida em 2010. Festivais de cinema, documentários, videoclipes também vão ser relembrados, além da presença de Rodrigo Luna, um dos novos nomes do cinema na Bahia, que avalia sua produção ao longo deste tempo.

Um traçado literário também vai deixar o Soterópolis desta semana ainda mais especial. Vamos rever como o mercado editorial cresceu nos últimos tempos e quais os escritores que tornaram públicas suas obras.

A performance, expressão artística da arte contemporânea, vai mostrar alguns trabalhos que confirmaram a linguagem como a cara da pós-modernidade. E o Soterópolis não podia deixar de acompanhar alguns grupos e artistas individuais que resolveram experimentar em um campo artístico ainda novo.

Na música, o panorama vai mostrar como o programa conseguiu registrar a diversidade musical da Bahia. O Neojibá, projeto dirigido pelo maestro Ricardo Castro, avalia sua trajetória nestes 10 anos junto com a cantora Juliana Ribeiro, que esteve presente em diversos momentos. Músicos independentes, gente conhecida e gente que inventa música compõem o universo musical do programa.

O teatro traz o destaque para o ator Angelo Flávio, que foi premiado com o Braskem de Teatro na mesma época em que o Soterópolis surgiu. Junto com outros colegas da cena teatral, o ator avalia o caminho seguido pelas artes cênicas. O Bando de Teatro Olodum enxerga além e reflete sobre o futuro do grupo.

O Soterópolis especial 10 anos ainda traz outras memórias que mostram a importância do programa para a televisão na Bahia e para a cobertura da cultura no Estado. Exibido todas as quintas às 21h, o Soterópolis ainda é exibido em dois horários alternativos: domingos, às 16h30 e terça, 22h30.

 

out
30

Panorama RV

Postado por soteropolis

Desde 2008, a galeria RV Cultura e Arte realiza um trabalho muito importante para a fomentação das artes visuais de Salvador: além de promover exposições locais e nacionais constantemente, ela tem como foco representar artistas que, em sua maioria, estão começando suas carreiras, facilitando, assim, a entrada deles no mercado cultural.

De cinco anos para cá, o setor de galerias de artes em Salvador mudou bastante (e para melhor), como Larissa Martina, uma das sócias da RV Cultura e Arte, explicou para o Soterópolis. Segundo ela, o público tem se aproximado mais desses espaços de promoção cultural, assim como os artistas, o que vem causando um crescimento tanto da produção, quanto do consumo de obras de artes na capital baiana.

O cenário das artes visuais soteropolitano está aquecido, fazendo crescer uma boa safra de novos artistas, que começam a criar identidades próprias. O apoio das galerias e mostras de artes, como bienais e salões, faz com que haja uma maior aproximação entre as obras e o público que, ainda por Larissa Martina, está se interessando muito pela arte contemporânea.

Saiba mais sobre o atual circuito de artes visuais de Salvador no Soterópolis ou acompanhe pelo nosso canal no Youtube.

out
25

Giuliano Franco e Bruno das Neves – Artistas de 10 anos

Postado por soteropolis
Algumas crianças, aos 10 anos de idade, só pensam em brincar e pintar o sete, desenvolvendo o lado lúdico da infância. Outras, além de fazer tudo isso, já se destacam pelo desenvolvimento do seu lado artístico. Nesse programa especial de aniversário, vamos trazer quatro delas, com a mesma idade do Soterópolis, para mostrar o seu talento. São dois meninos e duas meninas, de trabalhos distintos, divididos em duas edições de outubro. Giuliano Franco, da Escola do Olodum, já chegou mostrando serviço no dia da gravação, com seu tambor em punho, pronto para mostrar a sua batucada no Pelourinho. Bruno das Neves, violonista da Orquestra Pedagógica Experimental, do Neojibá, durante sua apresentação quis tocar 4 músicas para que escolhêssemos a melhor. Simpático e sorridente, o jovem músico se apresentou na varanda do Teatro Castro Alves. Nós, do Soterópolis, esperamos que esses artistas cresçam e continuem brilhando!
out
24

Ponto G

Postado por soteropolis

Por Marcos William

O PONTO G está com o Soterópolis há mais de quatro anos. Desde a primeira exibição em 2009, estamos na pista cobrindo algumas baladas e discutindo assuntos ligados a gênero, cultura e sexualidade.

E como o SOTERÓPOLIS é conhecido por ser a sua revista eletrônica cultural, é claro que a coluna também refletiria sobre algumas produções artísticas que trazem consigo, de alguma forma, um pouco do universo LGBT. Por isso, analisamos a montagem teatral “Pólvora e Poesia”, dirigida por Fernando Guerreiro. Aproveitamos que o espetáculo narra o romance entre os escritores Arthur Rimbaud e Paul Verlaine, e falamos de outros romances, como o de Oscar Wilde e seu parceiro Lord Alfred Douglas (Bosie, como Oscar o chamava).

No campo das artes visuais, discutimos sobre a produção de quadrinhos, e visitamos,  também, a exposição “Condenados – No Meu País Minha Sexualidade é um Crime”, realizada pelo jornalista francês Philippe Castetbon, um relato uníssono de vários homossexuais, cada um de uma nacionalidade, falando de como sofrem com os abusos da homofobia em seus respectivos países.

Em outro momento, analisamos também a produção de audiovisuais com narrativas homo e trans; conversamos com Daniel Sena, diretor da série baiana “Apenas Heróis”, e convidamos o cineasta Fernando Bélens para uma conversa sobre a produção nacional deste gênero cinematográfico.Mais recentemente abrimos a seguinte discussão: existe ou não um “lirismo gay” na Literatura? Alguns escritores baianos comentaram a questão e você, ainda pôde pegar umas indicações de leitura.

Espetáculo Pólvora e Poesia / Foto: Divulgação

Durante esse tempo, nós também debatemos temas de importância social e civil para a população LGBT. Acompanhamos todo o processo de legalização do casamento, desde a primeira batalha ganha, com o reconhecimento do Supremo Tribunal Federal da família homossexual como novo modelo de família, a permissão para adoção, a legalização estadual e, por fim, a batalha que encerra a guerra: a legalização do casamento igualitário pelo Supremo Tribunal de Justiça. Também estivemos juntos com @s trans, quando elas conseguiram o direito de usar o nome social e quando a primeira trans assume um cargo do Governo do Estado: Paulete Furacão, que assume a coordenadoria do Núcleo de Defesa dos Direitos da População LGBT da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos.

É isso, a caminhada continua. Esperamos que você sempre esteja conosco!

out
24

Panorama Teatro

Postado por soteropolis

O que mudou e o que não mudou no teatro baiano ao longo de uma década? Essa foi a pergunta lançada pela equipe do Soterópolis a alguns artistas que trabalham com artes cênicas na Bahia.
Para o dramaturgo e diretor teatral Djalma Thurler, ainda é rara a possibilidade de sobreviver apenas de teatro profissional na Bahia. As peças ficam pouco tempo em cartaz, apesar do longo período de ensaio e pré-produção. Mas ele aponta como positivo o acolhimento a temas ligados aos direitos humanos. De acordo com Djalma, espetáculos de temática LGBT que, no final dos anos 90, não conseguiam patrocínio, hoje contam com apoio financeiro mais facilmente.

Djalma Thurler veio do Rio de Janeiro e escolheu a Bahia para morar há cerca de dez anos. Ele faz parte da Companhia Ateliê Voador e assinou a direção de peças inquietantes como O Melhor do Homem, Salmo 91 e Diário de Genet, que falam de amor, do ser humano e das nossas feridas. As feridas sociais são temáticas também do Bando de Teatro Olodum. Com 23 anos de trajetória artística e muitos sucessos no currículo, o grupo lamenta o fato do racismo ainda persistir no país. Esse tipo de situação fica evidente nas apresentações da peça Cabaré da Raça. Mas há motivos para comemoração, segundo o Bando, cresceu o número de atores negros e a presença de negros na plateia.

 

out
24

Vamos relembrar a 1ª edição do Soterópolis.

Postado por soteropolis

O Soterópolis foi ao ar pela primeira vez no dia 23 de outubro de 2003, apresentado, na época, por Luciana Accioly e Mário Sartorello.
Nesta semana, resgatamos no programa comemorativo dos 10 anos, alguns momentos da primeira edição. Desde o início, a proposta era mostrar as produções culturais do cenário local e nacional de uma forma descontraída e cedendo espaço para artistas com pouca visibilidade em outras emissoras.

Nos primeiros anos de exibição, o Soterópolis tinha cenário assinado por artistas visuais. Calasans Neto participou logo na estreia.O programa teve ainda reportagens sobre teatro, dança, música e dicas culturais. Nesses 10 anos, confirmamos a vocação de mostrar toda a nossa diversidade cultural.

out
24

Remexendo as gavetas – A fotografia no Soterópolis

Postado por soteropolis

O Carioca Walter Firmo, em suas inúmeras visitas à capital baiana, disse ter encontrado aqui a melhor luz para fotografar. Verdade ou não, o fato é que imprimimos um modo de ver e ser vistos. Basta conhecer os trabalhos do mestre Pierre Verger, Mario Cravo Neto e Miguel RioBranco. Este último fotografou exaustivamente a Bahia na década de 1970. O olhar de Mario e Miguel influenciou o jovem Hirosuke Kitamura, japonês radicado na Bahia, discípulo confesso de Riobranco. Nestes dez anos, o Soterópolis esteve de olho nos trabalhos documentais e nos experimentais, revelando nomes como o de Rafael Martins, Alex Oliveira e André França.

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