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Histórico de julho de 2013

jul
31

Banda cover X banda autoral

Postado por soteropolis

Banda cover é uma banda que executa músicas de outras bandas/artistas. É muito comum em casamentos e bares, justamente porque tocam músicas conhecidas que são apreciadas pela plateia. Existem bandas cover especializadas em um único artista, como a banda baiana traVoltA Toca Rock, que executa músicas dos Beatles.

Existe uma grande discussão entre os músicos autorais e músicos que tocam covers. O Soterópolis de amanhã (01/08) reexibirá essa discussão.

Não perca! Amanhã (quinta-feira 01/08) às 22h na TVE Bahia, canal 2. Assista também no PORTAL online do irdeb.

jul
4

Feijoada de Dona Glória das Sete Portas

Postado por soteropolis

Aproveitando que iremos reprisar algumas matérias no Soterópolis de hoje (04/07), não podíamos perder a oportunidade de ver mais uma vez a receita de feijoada da Dona Glória.

 

Primeiro fomos à feira para comprar as carnes de boi: chupa-molho, peito, costela defumada, músculo, mocotó e fato; as carnes salgadas: carne de sertão, sal-presa, calabresa, bacon e toucinho branco.

Vale lembrar que tudo fica mais saboroso se as carnes são compradas frescas, e não oriundas de algum período congeladas.

Então fomos em busca dos temperos: cebolas (da convencional e da roxa), cominho, corante, folhas de louro, pimentão, tomate, cebolinha, alho, hortelã-fino e manjericão.

E claro, alguns quilos de feijão (que no caso de Dona Glória, prefere usar do tipo carioquinha, aquele marronzinho).

 

O procedimento para fazer a feijoada em tese é bem simples. Mas o Soterópolis recomenda que você aprenda sendo orientado por alguém que saiba como preparar. Mesmo assim, vamos aos passos:

– Você coloca todas as carnes na panela, devidamente cortadas e tratadas.

– Aí você joga por cima, o preparado com os temperos vegetais e condimentos.

– Então, depois das carnes fervidas com o tempero, você põe o feijão na panela junto com as carnes e temperos pra cozinhar por uma hora e meia (esta quantidade de tempo é porque Dona Gloria fez um panelão pra 150 pessoas).

 

– Aproveite este tempo e vá preparar um arroz, uma saladinha, um molho de pimenta…

Pronto, sua feijoada está pronta para ser abatida (e abater você em seguida). Sirva-se, sirva seus convidados, e cuidado com os exageros.

Ah! E se quiser ir comer a feijoada de Dona Glória Andrade, ela serve o prato lá no restaurante dela, aos sábados. O estabelecimento fica no Largo das Sete Portas, no Mercado das Sete Portas, próximo ao estacionamento.

 

Não perca o Soterópolis de hoje (04/07) às 22h pela TVE Bahia!

jul
4

Candomblé da Barroquinha

Postado por soteropolis

Esta semana vamos reprisar matérias que marcaram o Soterópolis. Um dos destaques do programa de hoje é a história do Candomblé da Barroquinha. Fique por dentro:

O bairro da Barroquinha é muito importante para o candomblé no Brasil. Foi onde surgiu um dos primeiros terreiros da Bahia, conhecido como Ilê Axé Airá Intilê, no período da escravidão no Brasil.

O antropólogo Renato da Silveira pesquisou durante anos este assunto e escreveu o livro O Candomblé da Barroquinha: processo de constituição do primeiro terreiro baiano de Keto. O apresentador do Soterópolis Ricardo Castro conversou com ele.

Sabe-se que esta comunidade fora fundada por três negras africanas cujos nomes são: Adetá ou Iyá Detá, Iyá Kalá, Iyá Nassô e Babá Assiká, Bangboshê Obitikô.

No século XIX, os negros que ocupavam a Barroquinha foram deslocados para outros bairros de Salvador, devido uma iniciativa de reurbanização do Visconde de São Lourenço, Francisco Gonçalves Martins.

De acordo com pesquisadores, o Candomblé da Barroquinha deu origem a três outros terreiros: Casa Branca do Engenho Velho, Gantois e Ilê Axé Opô Afonjá. Atualmente não há nem vestígios do antigo Candomblé da Barroquinha, ainda assim ele é um exemplo de resistência da religião africana.

Ele funcionava numa região central de Salvador, atrás da Igreja Nossa Senhora da Barroquinha, que foi reformada e hoje abriga o Espaço Cultural Barroquinha, uma iniciativa para interromper o processo de degradação de mais um patrimônio arquitetônico da capital baiana.

O Candomblé da Barroquinha é citado no documentário A Cidade das Mulheres, dirigido por Lázaro Faria.

O Soterópolis vai ao ar hoje (04/07) às 22h pela TVE Bahia.

Para assistir a entrevista completa com Renato da Silveira é só entrar aqui: http://irdeb.ba.gov.br/tve/catalogo/media/view/3810

 

 

 

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