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Histórico de outubro de 2012

out
31

Um resgate da história do Candomblé da Barroquinha

Postado por soteropolis

Arquivo Fundação Gregório de Mattos

O bairro da Barroquinha é muito importante para o candomblé no Brasil. Foi onde surgiu um dos primeiros terreiros da Bahia, conhecido como Ilê Axé Airá Intilê, no período da escravidão no Brasil.

O antropólogo Renato da Silveira pesquisou durante anos este assunto e escreveu o livro O Candomblé da Barroquinha: processo de constituição do primeiro terreiro baiano de Keto. O apresentador do Soterópolis Ricardo Castro conversou com ele.

Sabe-se que esta comunidade fora fundada por três negras africanas cujos nomes são: Adetá ou Iyá Detá, Iyá Kalá, Iyá Nassô e Babá Assiká, Bangboshê Obitikô.

No século XIX, os negros que ocupavam a Barroquinha foram deslocados para outros bairros de Salvador, devido uma iniciativa de reurbanização do Visconde de São Lourenço, Francisco Gonçalves Martins.

Arquivo Fundação Gregório de Mattos

De acordo com pesquisadores, o Candomblé da Barroquinha deu origem a três outros terreiros: Casa Branca do Engenho Velho, Gantois e Ilê Axé Opô Afonjá. Atualmente não há nem vestígios do antigo Candomblé da Barroquinha, ainda assim ele é um exemplo de resistência da religião africana.

Ele funcionava numa região central de Salvador, atrás da Igreja Nossa Senhora da Barroquinha, que foi reformada e hoje abriga o Espaço Cultural Barroquinha, uma iniciativa para interromper o processo de degradação de mais um patrimônio arquitetônico da capital baiana.

O Candomblé da Barroquinha é citado no documentário A Cidade das Mulheres, dirigido por Lázaro Faria.

 

out
26

Como é o trabalho dos jurados de um festival?

Postado por soteropolis

O primeiro colocado, Adriano Big, junto a um dos atores do seu filme "A Melhor Idade"

A  apresentadora do Soterópolis Vania Dias teve o desafio de descobrir isso. Ela conversou com integrantes da comissão julgadora do XV Festival Nacional 5 Minutos: Carollini Assis (diretora institucional ABCV), William Hinestrosa (coordenador dos Programas Brasileiros do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo), Tânia Anaya (cineasta), Denize Galião (editora de imagens ) e Daniel Lisboa (cineasta).

Durante uma das reuniões dos jurados, nossa equipe quis saber as dificuldades para escolher os vencedores entre 50 curtas selecionados. A diversidade dos temas e olhares foi um dos desafios da comissão.
O Festival foi realizado entre os dias 15 e 20 de outubro, nesses seis dias houve a exibição de curtas vindos de várias regiões do Brasil. E na aguardada noite de premiação, o Soterópolis marcou presença mais uma vez. Era o momento de conversar com os vencedores e também com os que não foram premiados. As premiações somaram um valor de R$ 30 mil.

Em primeiro lugar, com o Prêmio Walter da Silveira no valor de R$ 10 mil reais, ficou o curta “A Melhor Idade”, de Adriano Big, que também levou o Prêmio Luiz Orlando (Júri Popular) no valor de R$ 4 mil reais. O curta também foi contemplado com o Troféu ABCV/ABD- Bahia, escolhido pela comissão julgadora da entidade como melhor filme baiano.

Em segundo lugar, com o Prêmio Alexandre Robatto, no valor de R$ 8 mil reais, ficou o curta “Dançando, Mas Tô Andando”, de Marcondes Dourado, que também levou o Prêmio Orlando Senna de melhor documentário baiano, concedido pela ABCV.
O terceiro lugar, com o Prêmio Roberto Pires no valor de R$ 6 mil reais, foi para “Como num passe de Claves”, de Emerson Dias. Além dos três primeiros lugares, a noite ainda consagrou com o Prêmio Vito Diniz no valor de R$ 2 mil reais a obra “Auge do Alôpro”, do pernambucano Braz Marinho.

A comissão oficial de premiação do festival concedeu ainda quatro menções honrosas para os curtas “100 Sonho”, de Amanda Gracioli (BA), “Milonguita de dos”, de Julieta Zarza e Carlos Lascano (DF), “Cadet Blues”, de Nelson Magalhães Filho (BA) e “Festa no Apartamento de Suzana”, de Christopher Faust (PR). A ABCV também concedeu menções honrosas as obras “Autômatos”, de Péricles Mendes (BA), e “Pequeno”, de Ernesto Molinero (BA).
Saiba mais no site www.dimas.ba.gov.br

out
26

E o romance, morreu?

Postado por soteropolis

Mesa redonda discute a atualidade do romance na Festa Literária Internacional de Cachoeira.


A histórica cidade de Cachoeira parou para respirar literatura. Foram quatro dias dedicados aos livros, à leitura e ao ofício da escrita. Por lá passaram convidados ilustres, entre nomes nacionais e internacionais.

Uma das mesas mais concorridas trouxe como convidada especial a romancista portuguesa Inês Pedrosa. A escritora debateu a atualidade do romance, e de que forma o gênero vem sofrendo mudanças em função das novas tecnologias, do surgimento dos blogs, da linguagem rápida e fragmentada. Estética, aparentemente, oposta ao formato descritivo e épico do romance.

Adepta das mudanças, a escritora nega que tais transformações possam levar à morte do gênero, que teve fase área no século XIX, revelando nomes famosos como o de Jane Austen.  Afinal, como ela mesma explica, é através do romance que podemos buscar novos sentidos para a nossa existência.

Confira na íntegra, no portal da TVE, a entrevista da escritora.

 

out
26

A arte de Edson Calmon

Postado por soteropolis

“Um novo olhar sobre a arte” é o que propõe o artista visual, pintor e escritor Edson Calmon. O Soterópolis foi até o seu atelier conhecer um pouco mais de perto o seu trabalho e saber se é possível despertar a criatividade!

As telas de Edson estavam em exposição na galeria do EBEC; mas muitas outras estão no seu atelier, que fica na residência do artista. São telas inspiradas em paisagens que já existem e outras tiradas da imaginação do artista e em coisas que acontecem no seu dia a dia nos cursos e oficinas que ministrou dentro e fora da Bahia.

Edson Calmon, que também é poeta e escritor, começou a carreira nos anos 60 sempre em busca de um método para desenvolver a criatividade de trabalhos artísticos. Nos anos 70 entrou na fase “série urbanos”; da década de 80 até o período de 2003 quando passou para a fase “a noite por um fio”; de 2004 em diante desenvolveu a fase “o jogo de construção da memória”, na qual pegou trabalhos de 30, 40 anos atrás e misturou com a atualidade, fazendo uma nova composição através de pesquisas e estudos; atualmente está desenvolvendo um novo estilo.

Segundo a crítica de arte Matilde Matos, “nos trabalhos que compõem a exposição “A criatividade na expressão visual”, a pureza técnica da pintura de Edson Calmon revela a exuberante energia das formas geométricas, exaltada na especifica escolha das cores, que se afinam ao ritmo artístico da nossa era tecnológica”.

Nesta matéria você ouviu:

CONSCIÊNCIA de Arnaldo Antunes e Edson Scandurra

http://youtu.be/lGkzQqYhDIo

IMAGINAÇÃO de André Abujamra

http://youtu.be/X1YxWSbrlTQ

 

out
18

As pinturas de Gilvan Nunes em exposição em Salvador

Postado por soteropolis

As texturas e cores fortes do artista visual Gilvan Nunes estão em exposição na Paulo Darzé Galeria de Arte, no Corredor da Vitória, em Salvador, até 27 de outubro. Para compreender esse rico universo pictórico, o apresentador do Soterópolis Ricardo Castro conversou com o galerista Paulo Darzé e com os artistas visuais Beatriz Franco, Paulo Pereira e Vauluízio Bezerra.

Esta é a primeira vez que Gilvan Nunes expõe em Salvador. O artista visual nascido em Vermelho Novo, Minas Gerais, em 1966, atualmente vive e trabalha no Rio de Janeiro. Ele vem de uma geração de artistas que a partir dos anos 80 apostava em algumas questões pictóricas. Gilvan foi aluno de artistas como Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Milton Machado, Luis Ernesto, Charles Watson e Hilton Berredo.

A obra de Gilvan Nunes está em importantes coleções institucionais como Gilberto Chateaubriand – MAM, RJ; Fundação Itaú Cultural, SP; Fundação R Maiorama, Belém-PA; Roni & Sam Jacobsen, New York; Violy de Seve, New York; Martim Stannels, London; e Prefeitura de Vila Franca de Xira, Portugal. As telas também foram adquiridas por artistas, principalmente do meio teatral e musical como Luiz Fernando Guimarães, Patricya Travassos, Leonardo Vieira, Ney Matogrosso e Diogo Vilela.

Para saber mais, acesse o site www.gilvannunes.com.br

 

out
17

O Soterópolis traz viedoartista norte-americano Matty Brown

Postado por soteropolis

O programa destaca artes visuais e entrevistas exclusivas

(Quinta-feira, 18.10, às 22h, domingo, 21.10, às 18h)

 


 

O Soterópolis (TVE Bahia) desta semana (quinta-feira, dia 18, às 22h, domingo, dia 21, às 18h), vai trazer o universo das artes visuais com um entrevistado internacional: o videoartista norte-americano Matty Brown. Ele falará de sua trajetória, seus filmes e vai discutir questões como o uso da internet para circulação da videoarte. Conhecido por obras repletas de poesia e métodos inovadores, o cineasta, “contador de histórias através de imagens”, como se definiu, esteve em Salvador para a abertura do XV Festival Nacional 5 Minutos, promovido este mês, e terá seis de seus curtas experimentais exibidos no evento.

Outra pauta do programa foi a conversa com o artista plástico Gilvan Nunes sobre seu processo criativo. Com mostra na Galeria Paulo Darzé, no Corredor da Vitória, neste mês, Nunes, que expõe na Bahia pela primeira vez, é conhecido pela forma particular de interpretar elementos da natureza. As cores fortes e a sempre presente referência à fauna ou à flora dão às obras do mineiro radicado no Rio de Janeiro uma identidade artística marcada, que o Soterópolis foi conferir.

Ainda no campo das artes visuais, esta edição do programa traz imagens da coletiva “Os albatrozes imóveis no ar”, em cartaz na Galeria ACBEU, que reúne imagens dos fotógrafos André Lima, Eliezer Bezerra e Hirosuke Kitamura, japonês radicado no Brasil. A exposição tem como tema as angústias da existência humana, que foi abordada sob os diferentes olhares dos três artistas.

Entre os destaques desse Soterópolis, gravado no Portela Café, no Rio Vermelho, também está uma entrevista com o escritor Mayrant Gallo, que fará uma análise da produção literária na Bahia e refletirá sobre o uso da literatura como instrumento de sensibilização humana. O programa, apresentado por Ricardo Castro e Vânia Dias, vai ao ar toda quinta-feira, às 22h e é reapresentado aos domingos, às 18h. Toda programação da TVE Bahia também pode ser acompanhada pelo portalwww.irdeb.ba.gov.br.

 

out
10

Produtor cultural Sandro Santana lança livro sobre a Quixabeira de Lagoa da Camisa

Postado por soteropolis

“Amor de longe, benzinho. É favor não me querer, benzinho. Dinheiro eu não tenho, benzinho. Mas carinho eu seu fazer até demais…”. Em meados da década de noventa, essa música fez muito sucesso com uma famosa banda de Axé de Salvador, mas muitas pessoas não fazem ideia da origem desse canto. Essa música que se chama “Amor de Longe”   faz parte do repertório de cantos do Grupo Quixabeira de Lagoa da Camisa, que é uma das comunidades situadas numa área de transição entre o recôncavo e o sertão, que tem início no agreste baiano e se expande até a região sisaleira.

Os samba de roda e martelo, os bois de roça e roubado, as batas de café e de milho, as chulas, farinhadas e resisados fazem parte dessa memória oral transmitida por esses grupos de Quixabeira através do canto. Mesmo com todas as dificuldades sociais e políticas, essa tradição centenária ainda persiste nos dias atuais pelo talento dessas pessoas que, em sua maioria, são trabalhadores rurais que herdaram de seu antepassados essa tradição que continua perpassando gerações.

O livro Música e Ancestralidade na Quixabeira, lançado pela editora EDUFBA, é resultado do trabalho de produção de Sandro Santana com o grupo Quixabeira de Lagoa da Camisa. Sua convivência e descobertas pessoais durante os dez anos com o grupo, o fez refletir sobre a necessidade de registrar o trabalho dessas comunidades, já que essa manifestação cultural está em decadência na região e devido a falta de ações mais incisivas das políticas públicas e a falta de interesse das novas gerações em dar continuidade a essa tradição faz com que esse processo difusor cultural se estagne, a ponto de não mais existir.Por isso, além de fazer uma análise crítica do processo realizado pelo grupo Quixabeira Lagoa da Camisa, o livro Música e Ancestralidade na Quixabeira serve como instrumento de discussão desse processo e divulgação dessa tradição que não pode morrer.

Para conhecer um pouco mais sobre o grupo Quixabeira de Lagoa da Camisa veja os links:

http://www.myspace.com/quixabeiradelagoadacamisa/videos/na-comunidade-de-lagoa-da-camisa/104993342

http://vimeo.com/24963844

out
10

A trajetória do ator Fernando Fulco

Postado por soteropolis

Um dos destaques do Soterópolis desta semana é o Perfil do ator Fernando Fulco. A nossa equipe conversou com o próprio Fernando Fulco e com gente que dividiu o palco ou o set de filmagem com ele. Temos depoimentos de Márcio Meirelles, Chica Carelli, Rita Santana, Edgard Navarro e Cristina Dantas.

Fernando Fulco já soma 37 anos de atuação nos palcos baianos. Na década de 70, participou do grupo Avelãz e Avestruz ao lado de nomes com Márcio Meirelles, Maria Eugênia Milet, Hebe Alves, Sérgio Guedes, Sérgio Carvalho, Milton Macêdo e Chica Carelli.

 

O início da trajetória artística intensa e marcante se deu com o grupo Amador, Amadeu. Depois, atuou no espetáculo Saltimbancos, dirigido por Deolindo Checcucci. A partir daí, Fulco participou de muitas outras montagens como Baal, Macbeth, Ópera de Três Mirréis, Fausto#Zero, O Olho de Deus – o Avesso dos Retalhos, Drácula.

No cinema, atuou em diversos filmes de Edgard Navarro como Superoutro, Eu me Lembro, O Homem que não Dormia. Fulco destaca ainda a participação em Central do Brasil, de Walter Salles, quando teve oportunidade de contracenar com Fernanda Montenegro.

Fernando Fulco nasceu em Ilhéus, mas foi criado em Jequié. Veio para Salvador em 1975 para trabalhar na área de contabilidade, mas logo logo foi fisgado pelo teatro. Para Chica Carelli, Fulco é o melhor ator com quem já contracenou. Márcio Meirelles diz que dá a Fulco os personagens que gostaria de fazer no teatro. Edgard Navarro comenta que o cinema baiano deve a Fernando Fulco um papel de protagonista. E Fernando Fulco ressalta: “me ressuscitaram, agora vão ter que me aguentar”.

out
10

Palhaçada na tela da TVE, uma Assembleia de Palhaços convoca o público para a gargalhada

Postado por soteropolis

É tempo de diversão e alegria, afinal estamos na Semana das Crianças. No Soterópolis desta semana, vamos falar do programa especialmente dedicado a garotada. Assembleia de Palhaços trata-se da reunião de diversas trupes baianas no Teatro do IRDEB para uma apresentação que provocou gargalhadas em adultos e crianças. O espetáculo com essas figuras coloridas e risonhas será exibido no dia 12 de outubro, às 16h, e reapresentado no domingo, dia 14, às 15h.

O especial Assembleia de Palhaços não apenas cria espaço para a divulgação e valorização dessa arte, antiga no meio televisivo, como também exalta o talento e diversidade desses artistas. Juntos, os atores orgulhosamente representaram a classe, formando uma verdadeira “Assembleia de Palhaços”.

De séculos de tradição à conotação que conhecemos hoje, os palhaços renderam festa no cenário circense montado especialmente para o encontro com as crianças no Teatro do IRDEB. Toda programação da TVE também pode ser conferida no portal www.irdeb.ba.gov.br

out
5

Chef australiano se rende aos temperos da Bahia

Postado por soteropolis

Depois de dar a volta ao mundo conhecendo culturas e gastronomias diferentes, Richard James retorna a Salvador e assina o menu do Ciranda Café no Rio Vermelho.

Richard já foi proprietário de um restaurante que servia comida brasileira em Sydney. O Coco Mar Brazilian Café ficava localizado na Dee Why Beach e atraía muitos australianos, além dos costumeiros Brasileiros matando a saudade de casa. No cardápio tinham delícias como: Feijoada carioca, pães de queijo, moquecas…Segundo James as pessoas amavam aquele lugar, ficavam impressionados com a alegria dos brasileiros que freqüentavam o restô e adoravam ouvir a MPB ao vivo.

Depois de muito contato com a cultura brasileira ele decidiu retornar ao Brasil. Richard escolheu Salvador para ser sua nova casa e o Ciranda Café para mostrar aos baianos o que ele sabe fazer de melhor. O novo cardápio do Ciranda traz conceitos novos de Fusion Food e Comfort Food. Além da guia de valores nutricionais, uma novidade saudável que pode auxiliá-lo na alimentação.

Além do bate papo, Richard preparou especialmente para o Soterópolis um peixe delicioso e super simples de fazer, para você aprender e surpreender seus amigos!

Para preparar o peixe você precisa de:

Uma posta de Robalo

Folha de Bananeira (Para ficar maleável, você deve coloca-la  em água fervente e logo depois emergi-la em água gelada.)

Coentro

Hortelã

Manjericão

Azeite de Oliva

Suco de Tamarindo

Castanha do Pará

Banana da Terra

 

Modo de preparo:

Pique os temperos verdes e acrescente azeite de oliva até formar uma pasta semelhante ao molho Pesto. Acrescente sal à gosto.

Coloque esse molho sobre o peixe e o embrulhe na folha de bananeira.

Deixe no forno em 220 graus por 8 minutos em média.

Enquanto isso, ferva pedaços da banana e depois de amolecidas machuque-as formando um purê. Caso queira pode acrescentar um pouquinho de manteiga.

Montagem:

Pronto! Estamos quase lá!  Agora retire o peixe do forno e abra a folha de bananeira, porém preserve aquela “embalagem”, além de conservar o sabor vai decorar seu prato! Corte apenas as beiradas da folha. Coloque o Purê ao lado e regue-os com suco de tamarindo (fervido). Por cima você coloca castanhas do Pará picadas e um fio de Azeite.

Pode se deliciar!

 

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