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Histórico de setembro de 2012

set
28

Vivemos no futuro com saudade do passado

Postado por soteropolis

Carlos Bastos pintando o mural do bar Anjo Azul em 1949

Aberto na rua do cabeça, em 1949, pelo artista Carlos Bastos e José Pedreira, o bar Anjo azul era um espaço de refúgio. Decorado no estilo de uma cave parisiense, o local recebeu durante toda a existência a presença de intelectuais ilustres como o Secretário de Saúde Anísio Teixeira, o Governador Otávio Mangabeira, a arquiteta Lina Bardi, além de diversos artistas.

Logo na entrada um enorme mural do modernista Carlos Bastos indicava a ligação com as vanguardas artísticas, especialmente o surrealismo, que misturava realidade às projeções oníricas. Foi neste espaço regado por Xixi de Anjo, bebida criada pela mãe de um dos proprietários, que o modernismo se consolidou e ganhou projeção nacional através dos nomes de Carlos Bastos, Genaro de Carvalho e Mario Cravo Jr.

À frente do seu tempo, o Anjo Azul desestabilizou os alicerces da aristocracia baiana, calcada em costumes arcaicos. Criado por homossexuais, o bar era um local de efervescência cultural e liberação sexual, o que gerou uma profunda discriminação e repúdio da sociedade.

Cansados de sofrer perseguições, Zé Pedreira e Carlos Bastos passaram adiante o Anjo azul. O novo proprietário, um chefe francês, substituiu a cave por um restaurante fino e elegante, o que agradou à sociedade baiana da época.

O Anjo Azul funcionou até 1978. Hoje é mais um entre as muitas casas abandonadas do bairro Dois de Julho.

set
27

Dois de Julho: bairro rico em histórias

Postado por soteropolis

Situado no centro de Salvador, o Dois de Julho traz no nome uma homenagem a data magna da Bahia. A historiadora Antonietta D’Aguiar Nunes acompanha a repórter do Soterópolis Vania Dias num passeio pelo bairro e mostra o local onde havia uma fonte d’água com referência às lutas na Bahia pela independência do Brasil. Foi por causa desse monumento que o lugar passou a ser chamado de Dois de Julho.

E pelo bairro não é lembrada apenas a luta pela independência. A Rua da Forca e Rua do Cabeça são uma referência a Revolta dos Alfaiates, movimento revolucionário do final do século XVIII. Além disso, a historiadora fala sobre a importância do Colégio Ipiranga e as personalidades que conheceram a escola como Glauber Rocha e Castro Alves.

A nossa equipe visitou também a Vila Operária Coração de Maria, localizada na Rua do Democrata. Vania Dias conversou com Dona Anita Sales, moradora do Dois de Julho. Aos 86 anos, ela relembra a rotina e a movimentação do bairro antigamente. A valorização imobiliária especulativa do Centro Antigo de Salvador, no entanto, vem ameaçando a sobrevivência da Vila.

 

 

set
27

2 de Julho Night and Day

Postado por soteropolis

Seja de noite, seja de dia, todo mundo se sente muito à vontade no Dois de Julho. A vida das pessoas no bairro é repleta de tranquilidade, cultura, boemia, e velhos bons hábitos presentes em cidades do interior, que conseguem ser preservados pela comunidade do local.

Mal o dia amanhece no Largo Dois de Julho e o ponto de Dona Elza já pipoca de gente se enfileirando pra tomar mingau, mungunzá, ou comer lelê e cuzcuz. É o marco inicial de quem começa o dia, seja indo trabalhar, estudar, ou chegando pra fazer alguma coisa na própria região. A quituteira está no Dois de Julho há mais de 20 anos, e é vendendo mingau que ela tira o sustento da família.

O clima de lugarejo do interior dá qualidade de vida à população que vive lá. Crianças brincam, o pessoal da melhor idade passeia, joga uma partidinha de damas e coloca o papo em dia. A atriz e diretora Fernanda Paquelet mora no local e adora a vida por lá, que lhe é conveniente por conta de trabalho, e onde sua filha se sente segura.

Reza a lenda que o poeta Castro Alves arrepiava na boemia do local, e a vida noturna no Largo Dois de Julho tem hits que são famosos na cidade toda; o bar e churrascaria Líder por exemplo, é um dos principais estabelecimentos. Além de servir o popular sanduíche de pernil, o lugar é um ponto de encontro pra pessoas de várias idades que por lá circulam. Gente de várias idades, profissões e preferências circulam pelos diversos bares e restaurantes do local.

O histórico clube Fantoches da Euterpe, hoje abriga festas badaladíssimas, e vem gente de toda a cidade pra ver atrações como Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Baiana System, e tantas atrações de peso. Tudo isso em harmonia com moradores, comércio local, e a boemia recorrente dos fins de semana.

É lá no Dois de Julho que está a Casa Preta, um antigo casarão que foi adotado por produtores culturais para fazer do local um ambiente fomentador da arte. Todas as linguagens artísticas são bem vindas, inclusive, um dos grupos residentes, o Vilavox (nascido no Teatro Vila Velha pelas mãos de Gordo Netto) funciona lá, a todo vapor, encenando espetáculos nas ruas, e colocando arte na rotina da população.

Visite o Largo Dois de Julho. Desfrute de um dos locais mais preciosos de Salvador!

 

set
27

Na Rede: Braulio Tavares e Vou de Buzu

Postado por soteropolis

O quadro Na Rede desta semana, nos apresenta dois blogs, bem distintos, mas ambos interessantes. O Mundo Fantasmo do poeta, compositor e escritor Bráulio Tavares contem textos do autor, de diversas naturezas e assuntos.

Natural de Campina Grande, Paraíba, Tavares é pesquisador de literatura fantástica e ficção científica, além de roteirista de cinema e televisão.

Tem de tudo: música, filosofia, cinema, ou até mesmo reflexões a partir do sucesso de uma novela. É só acessar o www.mundofantasmo.blogspot.com.br e adentrar o mundo de Braulio Tavares.

Já o blog www.euvoudebuzu.blogspot.com.br tem uma iniciativa interessante. Em um mundo vasto de blogs de moda, a jornalista Amanda Alarcão coloca opções do dia a dia do seu closet, dentro da realidade de quem pega ônibus no dia a dia. Mostrando que, a ideia é unir conforto, praticidade e por que não dizer, beleza?

Diariamente ela posta fotos do look do dia, o que inclui acessórios e até mesmo os tons de cor que usa nas unhas.

Vale a pena dar uma olhada – além de se inspirar pra compor o seu look, ainda se diverte com os textos da autora.

 

set
21

Teatro Popular de Ilhéus movimenta as artes cênicas

Postado por soteropolis

A equipe do Soterópolis visitou casas de espetáculos de Ilhéus para saber um pouco da história e da situação das artes cênicas na cidade.

Na Casa dos Artistas, o apresentador Ricardo Castro conversou o pessoal do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). Romualdo Lisboa, diretor do grupo, falou sobre a história do TPI, fundado por Équio Reis.

Tânia Barbosa destacou as iniciativas do Núcleo de Teatro para infância e juventude, a CIA Boi da Cara Preta. Atualmente, o grupo encena o espetáculo As Lendas da Lagoa Encantada, texto de Romualdo Lisboa, e direção de Tânia Barbosa.

A gente conversou também com o advogado Antônio Olympio, ex-prefeito do município e  membro da família que doou o terreno do Teatro Municipal de Ilhéus para a prefeitura. Foi um bate-papo cheio de lembranças dos momentos marcantes vividos naquele espaço cultural.

 

Teatro Municipal de Ilhéus

 

sugestão de link:

www.culturailheus.com.br

 

O Cine-Teatro Ilhéos (grafia da época), foi inaugurado em 22 de dezembro de 1932, com a exibição do filme “Honrarás tua Mãe”, Fox Filmes. Durante 30 anos, o espaço teve  uma participação ativa no lazer da população ilheense e recebeu companhias famosas, como a do ator Procópio Ferreira.

A partir da década de cinquenta, o cine-teatro entrou em decadência. Nos anos 80, foi reconstruído e reinaugurado no dia 10 de julho de 1986. O público lotou a casa para assistir a apresentação do balé Corpo, de Belo Horizonte. Atualmente, tem se mostrado um importante espaço cultural de Ilhéus.

 

Teatro Popular de Ilhéus / Casa dos Artistas de Ilhéus

sugestões de links:

casadosartistasilheus.blogspot.com.br

blogdogusmao.com.br

www.aslendasdalagoa.blogspot.com.br

 

O Teatro Popular de Ilhéus (TPI) iniciou as atividades em setembro de 1995, com o espetáculo A história engraçada e singela de Fuscão – o quase capão – e o Cabo Eleitoral, peça escrita e dirigida por Équio Reis, primeiro diretor do grupo, que investia numa ideia corajosa: fazer teatro independente no sul da Bahia.

Com a morte de Équio Reis em 2001, Romualdo Lisboa assumiu a direção do TPI. A ênfase das produções do grupo é a cultura popular, estabelecendo diálogos com os clássicos do teatro.

O Teatro Popular de Ilhéus desenvolve as atividades na Casa dos Artistas, localizada na rua Jorge Amado. Uma das reivindicações do grupo é um espaço maior. Além das atividades do TPI, também são realizadas na casa exposições de pintura, cursos de teatro, de música e outros eventos.

 

 

set
20

Curta ‘Da Alegria, do mar e de outras’ no quadro Janela

Postado por soteropolis

A praia de Patamares foi o cenário escolhido pela cineasta e jornalista Ceci Alves para finalizar as gravações do seu novo filme “Da Alegria, do mar e de outras coisas”. O curta-metragem é uma ficção livremente inspirada em reportagens sobre casos de homofobia com travestis baianas, que foram atacadas por policiais militares nos anos 90. No filme, que terá 7 minutos de duração, a história será contada por Nem, que faz shows de dublagem. Outros locais representativos da cena LGBT soteropolitana também foram usados como locações, entre eles, o bar Âncora do Marujo e a Av. Carlos Gomes. Antes mesmo das gravações, a produção já começou premiada. O curta foi contemplado no último edital de demanda espontânea do Fundo de Cultura do governo do Estado da Bahia.

Ceci Alves

Ceci Alves é cineasta e jornalista. Seu último filme, Doido Lelé (2010), passou por 27 festivais/mostras nacionais e internacionais de cinema (entre eles, La Corrida Audiovisuelle – França, Festival de Cannes – França, Los Angeles Brasilian Film Festival e Filmets Badalona Film Festival – Espanha). Pelo Brasil, foram 8 prêmios e uma menção honrosa em eventos como o Festival do Paraná de Cinema Brasileiro, Bahia Afro Film Festival , CurtAmazônia, Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, Festival de Cinema Baiano e Festival Latino Americano de curta metragem (Canoa Quebrada-CE).

No blog do Soterópolis (www.irdeb.ba.gov.br/soteropolis), você encontra as informações de como participar do quadro Janela.

 

set
20

Teatro Popular de Ilhéus movimenta as artes cênicas

Postado por soteropolis

A equipe do Soterópolis visitou casas de espetáculos de Ilhéus para saber um pouco da história e da situação das artes cênicas na cidade.

Na Casa dos Artistas, o apresentador Ricardo Castro conversou o pessoal do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). Romualdo Lisboa, diretor do grupo, falou sobre a história do TPI, fundado por Équio Reis.

Tânia Barbosa destacou as iniciativas do Núcleo de Teatro para infância e juventude, a CIA Boi da Cara Preta. Atualmente, o grupo encena o espetáculo As Lendas da Lagoa Encantada, texto de Romualdo Lisboa, e direção de Tânia Barbosa.

A gente conversou também com o advogado Antônio Olympio, ex-prefeito do município e  membro da família que doou o terreno do Teatro Municipal de Ilhéus para a prefeitura. Foi um bate-papo cheio de lembranças dos momentos marcantes vividos naquele espaço cultural.

Teatro Municipal de Ilhéus

sugestão de link:

www.culturailheus.com.br

O Cine-Teatro Ilhéos (grafia da época), foi inaugurado em 22 de dezembro de 1932, com a exibição do filme “Honrarás tua Mãe”, Fox Filmes. Durante 30 anos, o espaço teve  uma participação ativa no lazer da população ilheense e recebeu companhias famosas, como a do ator Procópio Ferreira.

A partir da década de cinquenta, o cine-teatro entrou em decadência. Nos anos 80, foi reconstruído e reinaugurado no dia 10 de julho de 1986. O público lotou a casa para assistir a apresentação do balé Corpo, de Belo Horizonte. Atualmente, tem se mostrado um importante espaço cultural de Ilhéus.

 

Teatro Popular de Ilhéus / Casa dos Artistas de Ilhéus

sugestões de links:

casadosartistasilheus.blogspot.com.br

blogdogusmao.com.br

aslendasdalagoa.blogspot.com.br

O Teatro Popular de Ilhéus (TPI) iniciou as atividades em setembro de 1995, com o espetáculo A história engraçada e singela de Fuscão – o quase capão – e o Cabo Eleitoral, peça escrita e dirigida por Équio Reis, primeiro diretor do grupo, que investia numa ideia corajosa: fazer teatro independente no sul da Bahia.

Com a morte de Équio Reis em 2001, Romualdo Lisboa assumiu a direção do TPI. A ênfase das produções do grupo é a cultura popular, estabelecendo diálogos com os clássicos do teatro.

O Teatro Popular de Ilhéus desenvolve as atividades na Casa dos Artistas, localizada na rua Jorge Amado. Uma das reivindicações do grupo é um espaço maior. Além das atividades do TPI, também são realizadas na casa exposições de pintura, cursos de teatro, de música e outros eventos.

 

 


 

set
20

Humor marca presença na nova montagem de Fernando Guerreiro, O Sumiço da Santa

Postado por soteropolis

Está em temporada no Teatro ACBEU, Corredor da Vitória, a peça O Sumiço da Santa. Trata-se de uma montagem inédita do romance homônimo de Jorge Amado, publicado em 1988, com ilustrações de Carybé. O espetáculo, que estreou no dia 14 de setembro, tem direção de Fernando Guerreiro. A peça gira em torno dos transtornos pelos quais passa a cidade de Salvador depois do sumiço de uma imagem de Santa Bárbara vinda de Santo Amaro para uma exposição de arte sacra. Personagens reais e fictícios convivem num universo urbano. A adaptação do livro foi feita pelos dramaturgos Gil Vicente Tavares e Cláudio Simões. A cenografia é de Zuarte Júnior. E a direção musical, de Letieres Leite. A montagem chama a atenção também pelo elenco, escolhido de acordo com o perfil dos personagens e qualidade técnica. Andrea Elia (‘As Velhas’) interpreta Adalgisa, a tia da Manela de Ana Cecília Costa (‘Cordel Encantado’), que volta aos palcos baianos depois de 20 anos. Ângelo Flavio (‘Quincas Berro d’Água’) é o padre Abelardo, um comunista envolvido na luta pela terra; o organizador da exposição de arte sacra é Dom Maximiliano, vivido por Marcelo Praddo (‘Boca de Ouro’). Agnaldo Lopes (‘À Beira do Caminho’) representa o delegado, enquanto Marinho Gonçalves (‘Alugo minha Língua’) interpreta o malandro Danilo. Também estão no elenco Victor Kizza, Denise Correia, Mariana Borges e Deilton José. Completam a escalação Uilian dos Santos, Mariana Passos e Laís Lopes.

 
O Sumiço da Santasexta a domingo, 20h

Teatro Acbeu [Av. Sete de Setembro, 1883, Corredor da Vitória. Tel.: 3344.4423]

Quanto: R$30 e R$15 [meia-entrada]

 

set
14

Festival mobiliza grupos teatrais do Brasil e exterior

Postado por soteropolis

Na programação do Filte Bahia 2012 – Festival Latino-Americano de Teatro de Rua – foram realizadas 65 apresentações teatrais em Salvador e no interior do Estado, como Ilhéus, Feira de Santana, Santo Amaro e Lauro de Freitas, entre os dias 1º a 9 de setembro. O objetivo principal do evento é divulgar as artes cênicas dos países latino-americanos e promover o intercâmbio das produções teatrais locais, nacionais e internacionais. A quinta edição do Filte teve novidades como a 1ª Mostra Internacional de Teatro Baiano, a promoção de um curso gratuito de crítica teatral e o Colóquio Internacional de Recepção das Artes.

Os apresentadores do Soterópolis, Vania Dias e Ricardo Castro, conversaram com diretores, atores e pesquisadores sobre a importância de um festival de teatro e também sobre o teatro de rua. Em duas reportagens, temos depoimentos de Eduardo Okamoto (peça Eldorado / São Paulo), Rogério Mesquita (peça Por Que a Gente Não é Assim? Ou Por Que a Gente é Assado? / grupo Bagaceira – Ceará), Jean Paulo (peça Hamlet de Los Andes / grupo Teatro de los Andes / Bolívia), Gilberto Gawronski (peça Ato de Comunhão /  Rio de Janeiro), Cibele Forjaz (pela La Comida / grupo Teatro Del Abasto / Argentina). Os organizadores do Festival, Luis Alberto Alonso e Rafael Magalhães, falaram com entusiasmo do Filte deste ano e apontaram como quase certa mais uma edição no ano que vem.

set
14

A TV Levada sério

Postado por soteropolis

O professor e pesquisador Arlindo Machado (autor do Livro Televisão Levada a Sério) é um otimista quando o assunto é televisão brasileira.

Machado destaca a importância do veículo para o mundo e sua intensa contribuição para a difusão da informação e do conhecimento: “a televisão mudou a face do planeta, aproximou mundos geograficamente distantes, colocou o espectador como protagonista dos fatos sociais, um grande exemplo foi o 11 de setembro e o atentado às Torres Gêmeas”, afirma.

Apesar de enxergar e apontar os pontos positivos, especialmente a democratização da informação, o pesquisador não deixa de reconhecer que já fomos mais criativos. A ascensão da classe C e a disputa pelo IBOPE fizeram com que aumentasse o número de programas “popularescos” e de baixa qualidade.

Quando o assunto é TV Pública, Machado é enfático: “a TV brasileira seguiu o modelo Norte Americano de TV Comercial, então investimos pouco em TV Pública”. E complementa: “a TV pública deve ter como prioridade o investimento em novos formatos e a busca pela experimentação da linguagem, isto obrigaria uma renovação da programação da TV comercial”, ressalta.

Ficou interessado em ver a reportagem? Assista ao Programa Soterópolis deste domingo, às 18h e confira na íntegra a entrevista.

 

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