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Histórico de abril de 2012

abr
27

Crítica – Método perigoso por Humberto Saldanha

Postado por soteropolis

Crítica escrita por Humberto Saldanha

Método Perigoso, de David Cronemberg.
Existe algo de diferente em Um Método Perigoso, novo filme do cineasta canadense David Cronenberg. Ao contrário das produções anteriores, nas quais o diretor fazia uso do grotesco e das imagens de extrema violência para horrorizar o espectador, na nova obra, os aspectos marcantes em seu universo cinematográfico dão lugar a uma narrativa mais contida e diria até, um pouco conservadora, se comparada aos trabalhos desenvolvidos pelo realizador ao longo de sua carreira. Nesse filme, Cronemberg parece querer se reinventar e, para isso, não deixa se levar por suas “habituais” convenções.
Se antes seu cinema era caracterizado pela imposição do corpo como um objeto prestes a ser violentado em decorrência das pulsões psicológicas dos personagens, em Um Método Perigoso o que importa não é a dor psíquica que origina a crueza e destruição do outro, mas as discussões a respeito da natureza humana. Não à toa, o diretor recorre às primeiras teorizações sobre a nossa psique e se volta para uma fábula real sobre a relação tensa entre o criador da psicanálise, o austríaco Sigmund Freud (Viggo Mortensen), e seu discípulo mais criativo e controverso, o suíço Carl Jung (Michael Fassbender). Na obra, acompanhamos a amizade curta e intensa entre os dois, rompida graças às divergências de ambos no campo científico.
O filme começa em 1904, quando Sabina Spielrein (Keira Knightley), chega ao consultório do Doutor Jung, gritando e contorcendo-se. A todo o tempo, a câmera foca na fisionomia desfigurada da personagem, que faz expressões faciais quase animalescas. Judia, russa e filha de uma família rica, Sabina torna-se cobaia de Jung em um tratamento experimental proposto por Freud, cuja premissa prega a cura pela fala. Sentada e de costas para o psicanalista (conforme estabelecia a metodologia), a paciente relembra como seu pai a maltratava a partir de castigos físicos e, principalmente, como tais humilhações a excitavam, lhe traziam prazer sexual e, finalmente, o gozo.
Sabina funciona como uma espécie de catalizadora do encontro entre Freud e Jung. É a partir do relato de seu caso que surge uma amistosa amizade entre os dois psicanalistas, primeiro a partir de cartas, depois através de encontros. A relação estabelecida entre o mentor e o discípulo, a principio mostra-se cortês e respeitosa, mas é prejudicada a partir do momento em que Jung passa a discordar das ideias de seu mestre sobre a relação direta entre problema psicológico e desejo sexual.
Apesar do foco na relação dos dois psicanalistas, Jung é o protagonista do filme. Somos apresentados às várias nuances do contexto onde o personagem vive e interage, sua relação distanciada com a esposa, o caso sexual que mantem com Sabina na primeira parte do longa, e suas reflexões sobre a psicanálise. Jung tem um comportamento questionável, mas mesmo assim, o espectador está colado o tempo todo com ele e não há qualquer tipo de julgamento moral sobre suas atitudes. Freud, por sua vez, demora a aparecer na trama, tem uma participação menor, porém essencial. É ele quem impõe-se enquanto autoridade intelectual, estabelece o conflito, desaprova o comportamento extraconjugal do discípulo, não aceita ser questionado e ri dos supostos “delírios” místicos do protagonista.
Baseado no livro A Most Dangerous Method, de Johnny Kerr, e na peça teatral The Talking Cure, de Christopher Hampton, Um Método Perigoso não é um filme sujinho, com sangue para todos os lados, roteiro absurdo, imagens chocantes ou com criaturas bizarras, como víamos nas produções do diretor entre os anos 70 e 80. Nessa época, o cinema de Cronenberg flertava com os gêneros cinematográficos fantásticos, principalmente o horror e a ficção científica, e gerou produções cultuadas até hoje, a exemplo de A Mosca (1983), Videodrome – A Síndrome do Vídeo (1983) e Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988).
Na obra não há qualquer intenção de solicitar ao espectador efeitos emocionais de repulsa e horror, como faziam os trabalhos anteriores. Também não se pretende pôr em cena o hiper-realismo da violência, tão presente em suas produções mais recentes, a exemplo de Crash – Estranhos Prazeres (1996), Marcas da Violência (2005) e Senhores do Crime (2007). Aqui, a brutalidade física e a perversão dão lugar a uma trama que enfatiza o diálogo, a fala, a disputa de discursos e as discórdias de pensamentos entre Freud e Jung.
Por vezes, a ênfase nessa troca de farpas entre os dois psicanalistas pode causar certo cansaço no espectador. Os diálogos, apesar de bem escritos, soam carreados de muita teoria e, em contrapartida, a fábula não oferece um drama com o qual seja possível se compadecer. Nada é arquitetado para que tenhamos uma preferência ao melhor argumento, não é feito juízo de valor sobre os personagens ou incitado algum tipo de embate decisivo. Apenas vemos dois homens – com seus ternos bem passados e barbas devidamente aparadas – discutindo, discutindo e discutindo. A fala é tão importante que Cronenberg optou por um filme sóbrio, trama linear, música e cenários sutis, a fotografia mais natural possível e nada de enquadramentos mirabolantes. Tudo está arquitetado de maneira bem simples para ficar evidente a ênfase no poder do discurso.
Um Método Perigoso é um filme de encenação. O que importa são os personagens em cena, assim como suas expressões e ações diante das situações as quais estão submetidos. É através da atuação dos atores que também percebemos o embate entre os personagens, mas dessa vez não é apenas uma disputa intelectual, mas política. Jung é contido, protestante, jovem e tem um alto poder aquisitivo graças á fortuna de sua esposa. Freud, por outro lado, é inquieto, judaico, mais velho e não tão rico como seu “pupilo”. Essas diferenças vão atenuar ainda mais o ódio e o ressentimento de um pelo outro.
O que Um Método Perigoso oferece ao espectador é um bom relato histórico de duas das mentes mais importantes do século XX. Como linguagem cinematográfica, temos um filme simples, certinho, bem feito, bem dirigido, boas atuações, mas uma narrativa apresentada de modo bastante puritano e conservador. Quem espera encontrar a assinatura de Cronenberg nesse projeto terá todas as suas expectativas destruídas minuto a minuto. Como já dito antes, a obra parece representar uma reinvenção do universo do realizador.

abr
26

Maurício de Sousa e a Turma da Mônica

Postado por soteropolis

o cartunista desenha Horácio

Desde que Mauricio de Sousa começou a desenhar histórias em quadrinhos, em 1959, o povo brasileiro ganhou grandes aliados: as revistinhas da Turma da Mônica são de grande ajuda ao processo de alfabetização, entretendo crianças e jovens (e muitos adultos que nunca deixaram de ler) por toda uma geração.

O primeiro personagem de Maurício foi o cãozinho Bidu, que hoje é usado como mascote e marca dos Estúdios Maurício de Sousa e da Maurício de Sousa Produções (MSP). E pode-se dizer que esta escolha trouxe muita sorte ao cartunista, pois chegar aos mais de 50 anos de carreira, com sucesso editorial e empresarial. A Turma da Mônica arrecada uma boa quantia anualmente, só com produtos licenciados como fraldas, maçãs, brinquedos, sabonetes, e até material para construção (o Cascão é garoto propaganda da Vedacit, ora vejam).

Mônica, Piteco, Astronauta, Cascão, Jotalhão, Zé Vampir, Cebolinha, Tina, Magali, Franjinha, Bidu, Horácio, Penadinho, Chico Bento, Papa-Capim, Tarugo, Coelho Caolho, Pelezinho… pode-se passar horas aqui só citando a imensa lista de personagens, todos carismáticos, todos queridos, em diversos universos (pré-história, espaço, mundo dos mortos, selva, roça, ou o querido bairro do Limoeiro). Esse volume de personagens e universos influenciou tanta gente, que a Maurício de Sousa Produções lançou em 2009 a coletânea MSP 50, em que cinqüenta cartunistas e ilustradores brasileiros foram convidados para dar o seu olhar (em texto e traço) sobre personagens à sua escolha. O resultado obteve tanto êxito e foi tão bonito que resultou em mais dois volumes, o MSP +50 e o MSP Outros 50.

álbuns MSP 50

Hoje nas bancas e livrarias se encontra um volume grande de publicações da Turma da Mônica voltada para todas as gerações que acompanharam a turminha. Hoje publicados pela Panini Comics, gigante mundial dos quadrinhos, temos além dos lançamentos mensais de Mônica, Cascão, Magali, Cebolinha e Chico Bento, o fenômeno de vendas Turma da Mônica Jovem (que superou em números as vendas do reboot da DC Comics, responsável por heróis como Batman, Superman e Lanterna Verde). Há também almanaques e publicações direcionadas para os fãs antigos, como as coletâneas Coleção Histórica Turma da Mônica e As Tiras Clássicas da Turma da Mônica.

Turma da Mônica Jovem

O império Maurício de Sousa conta hoje com uma imensa equipe de desenhistas, mas o cartunista não dispensa a responsabilidade de escrever e desenhar as histórias de um personagem, que ele usa como escape autobiográfico: o dinossaurinho Horácio. Como o próprio Maurício disse uma vez: “Quer saber como me sinto? Leia o Horácio”.

abr
26

Projetos Henrique Dantas

Postado por soteropolis

O cineasta baiano Henrique Dantas não pára. Depois do premiado filme Filhos de João – Admirável Mundo Novo Baiano, Henrique volta às telas com Ser Tão Cinzento, um documentário de curta metragem que fala sobre a produção do filme Manhã Cinzenta, do falecido diretor baiano Olney São Paulo.
Na entrevista de Henrique para o Soterópolis, ele conta quais foram suas motivações para fazer esse curta,conversa sobre os prêmios já ganhos e revela a sua admiração por Olney, que morreu em 1978,deixando um legado cinematográfico muito importante e ainda desconhecido por muitas pessoas.

abr
26

Um olhar diferenciado para o balé O Lago dos Cisnes

Postado por soteropolis

Um dos mais prestigiados coreógrafos de Israel, Idan Cohen, apresentou no Festival Internacional Vivadança, em Salvador, uma versão contemporânea e ousada para o balé O Lago dos Cisnes. O espetáculo Swan Lake pretende mostrar as diferentes questões de identidade da peça musical de Tchaikovsky, criada no século XIX. A estreia de Swan lake foi em 2009, em Tel Aviv.
No palco, os dançarinos checam persistentemente suas identidades e cada um estabelece um esboço de regras e códigos comportamentais, projetando o espaço, os outros dançarinos e a nova história, num jogo de tensões e mudanças.

Swan Lake

O coreógrafo Idan Cohen nasceu e foi criado no kibbutz Mizra, em Israel. A vida num kibbutz, típica comunidade coletiva de Israel baseada na agricultura e que combina elementos do socialismo e do sionismo, teve um amplo efeito na vida e no trabalho artístico de Idan Cohen. Ele recebeu uma bolsa para estudar teatro e belas artes na Art Colony, na região desértica de Negev, em Israel, e foi aceito para um projeto de videodança da companhia de dança Bat-Sheva, da dançarina Lara Bersak (França), antes de entrar na mundialmente conhecida companhia de dança K.C.D.C, de Yehudit Arnon. Desde 2003, vem criando, atuando e ensinando como coreógrafo independente e premiado internacionalmente.

A primeira apresentação do Balé O Lago dos Cisnes foi em 1877. São mais de cem anos encantando plateias com uma história dramática que envolve amor, ciúme e morte. A história ganhou diversas versões para o cinema. A mais recente é o filme Cisne Negro, com direção de Darren Aronnofsky, que conquistou vários prêmios, inclusive o Oscar de Melhor Atriz para Natalie Portman.
Clique aqui para ver o trailler do filme

abr
26

Márcia Castro fala sobre o CD De Pés no Chão

Postado por soteropolis

A cantora Márcia Castro lançou em meados de março o CD De Pés no Chão, num show no Teatro Castro Alves, em Salvador. A banda que acompanha a artista na turnê é a mesma do disco: Rovilson Pascoal (direção musical/guitarra), Guilherme Kastrup (bateria), Magno Vito (baixo), Ricardo Prado (teclado/acordeom) e Sidmar Vieira (trompete). Quem assina a direção do show é Gero Camilo.

De Pés no Chão

O disco mescla músicas antigas e contemporâneas, sempre imprimindo sua identidade. É o caso de Preta Pretinha, dos Novos Baianos. Com a ajuda do músico Luciano Salvador Bahia, ela preparou uma nova versão da música para uma apresentação em homenagem a Moraes Moreira. Márcia também incluiu no CD De Pés no Chão uma versão para “História de Fogo” de Otto, canta a inédita “Lougradouro” de Kleber Albuquerque, presenteia o público.
O CD é uma produção da cantora em parceria com os músicos Guilherme Kastrup e Rovilson Pascoal e tem distribuição da produtora Deck.
Márcia Castro iniciou-se na música aos 16 anos. Graduada na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, a cantora vem se destacando no cenário artístico nacional. Em 2006, conquistou o Braskem de Cultura e Arte, iniciando assim a gravação do seu 1º CD, Pecadinho (2007), com produção musical de Luciano Salvador Bahia.

Pecadinho

Marcia foi indicada ao Prêmio TIM/2008 como “Melhor cantora de pop-rock” (ao lado de Fernanda Takai e Vanessa da Mata), fez apresentação no Montreux Jazz Festival (Suíça) e acompanhou a argentina Mercedes Sosa em sua última turnê com shows no Brasil, Alemanha, Itália e Israel. Márcia Castro ainda realizou gravações e participações em projetos junto a artistas como Tom Zé, Moraes Moreira, Luiz Melodia e Jards Macalé.

abr
26

O Cinema e o Rock

Postado por soteropolis

Quase Famosos (2000), de Cameron Crowe

O que seria do rock and roll se não fosse o cinema? O cinema apareceu na virada do século 19 pro 20, e o rock só apareceu uns cinqüenta e poucos anos depois disso, mas quando se encontraram, pareciam feitos um para o outro.

Na essência, o rock é visual. A música rock necessita de visual, a proposta inicial que naturalmente surgiu com o fenômeno, pedia que o reforço construtor da imagem, agisse de forma definitiva. Eis que, os primeiros “rockers” avançaram dos programas de televisão para aparições na telona do cinema, na época, o ápice do glamour e do estrelato.

Só o rei Elvis protagonizou mais de 30 filmes, com historinha, argumento e tudo, mas sempre com os momentos de música, dança e garotas (no Brasil, Roberto Carlos seguiu este mesmíssimo caminho). Os Beatles fizeram alguns também, com destaque para o belíssimo desenho animado Yellow Submarine. São muitos os exemplos: Tommy do The Who, The Wall do Pink Floyd, e por aí vai. Muito antes da era do videoclipe (internet então, nem pensar), era mesmo através do cinema que os fãs alimentavam seu culto aos grandes artistas, além do suporte de jornais, revistas e pôsteres.

Hoje, com muitos recursos audiovisuais e tantas mídias ajudando os artistas de rock a construírem sua imagem, o cinema pode passear com mais precisão sobre o tema. Claro, há muitos filmes bobos, apenas se valendo de humor raso, mas há também pérolas como Quase Famosos, de Cameron Crowe; ou Johnny & June, o filme biográfico de Johnny Cash.

Filmes de rock além de entreter, são agentes de manutenção do mito. Goste de rock ou não, veja filmes com o tema, é diversão garantida.

abr
25

Confira os destaques do Soterópolis nesta quinta

Postado por soteropolis

Quinta-feira, às 22h, é dia de Soterópolis e, às vésperas de maio, Mês da Dança, o público poderá conferir mais um espetáculo de Festival Vivadança: Swan Lake. Já o Quadro Amplificado, que estará de volta, trará a ligação do cinema com a cena rocker. Também teremos o diretor Henrique Dantas falando de seus projetos na área de cinema, como o curta “Sertão Cinzento”, que trata do filme “Manhã Cinzenta” (dir.: Olney São Paulo). Outro entrevistado é o cartunista Maurício de Souza, criador de diversos personagens, como os da Turma da Mônica. E a versão para tela do Quadro Ponto G, apresentado por Eugênio Afonso, trará a produção audiovisual LGBT.
Concurso de apresentadores

E até a próxima segunda-feira (30.04), estarão abertas inscrições para a seleção pública de apresentadores para o Programa Soterópolis. Os interessados podem inscrever-se por Correios ou na própria sede do Irdeb, de 9 às 11h30 e das 14 às 17h30, de segunda a sexta. Endereço é Rua Pedro Gama, 413-E, Alto do Sobradinho, Federação, Salvador. CEP 40.231-000). Edital e outras informações no portal do Irdeb.

http://www.irdeb.ba.gov.br/irdeb/acontece/6361-soteropolis-concurso

O Soterópolis, que está sendo apresentado por Jéssica Smetak, vai ao ar toda quinta-feira, às 22h, e é reapresentado aos domingos, 18h, na TVE Bahia.

Fonte: ASCOM Irdeb

abr
25

Ponto G discute produção audiovisual

Postado por soteropolis

Fernando Beléns

Edson Bastos

A Coluna Ponto G, sob o comando do jornalista Eugênio Afonso, voltou cheio de novidades. No programa desta semana, conversamos com Fernando Beléns, veterano cineasta baiano, e o jovem Edson Bastos, que acabou de lançar o curta Joelma.
O filme, uma obra de ficção, foi livremente inspirado na história da primeira travesti da Bahia, Joelma. A película é interpretada pelo ator Fábio Vidal.
“Fábio se envolveu completamente com o personagem. Viajou até Ipiaú para conhecer a história desta personagem”, contou animado.
Além da escolha do elenco, Edson nos falou sobre as dificuldades de produzir e participar de editais que sejam sensíveis ao tema. Beléns fez coro as dificuldades encontradas por Bastos e confessou: “ainda é um cinema de guerrilha, o travesti e o homossexual precisa ser tratado como qualquer ser humano”.
Apesar das dificuldades existentes, é visível o crescimento de cineatas sensíveis a esta temática. Este ano o longa-metragem, Elvis e Madona, teve uma gorda bilheteria, sem falar no polêmico Almodovar, com o enigmático “A pele que habito”, que casou estardalhaço entre espectadores de diversas gerações.

abr
23

Homenagem aos 100 anos de Gonzagão

Postado por soteropolis


Acontece amanhã (24 de abril) a partir das 19h, no Palacete das Artes Rodin Bahia, o lançamento da Exposição “O imaginário do Rei – Visões sobre o universo de Luiz Gonzaga” e também o lançamento do livro de Bené Fonteles “O Rei do Baião”.
A exposição tem curadoria de Bené Foneteles conta com expografia rica e diversificada, registrada em obras de arte, fotos, filmes, livros e Cd’s, que mostram um pouco da vida e obra de Luiz Gonzaga.
Já o livro “ O Rei do Baião” com apresentação de Gilberto Gil, contou com uma grande pesquisa sobre o centenário de Luiz Gonzaga e em 377 páginas traz imagens belíssimas e textos preciosos de viés poético do autor.

ONDE: PALACETE DAS ARTES RODIN BAHIA (Rua da Graça 284, Graça, Salvador/Ba)
QUANDO: 24 DE ABRIL ÀS 19 HORAS
QUANTO: ENTRADA FRANCA
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: DE TERÇA A DOMINGO DAS 10H ÀS 18H
PERMANÊNCIA: ATÉ O DIA 10 DE JUNHO
CONTATO:(71) 3117-6997/3117/6983

abr
23

Sua Dança está no ar

Postado por soteropolis

O Sua Dança, especial do mês de abril, ainda está passando tela da TVE.

Mas agora ele está também no ar, na rede, e você pode assistir quando quiser.

SUA DANÇA 1 2012
Getúlio Lima explica como anda a dança em Manaus
http://www.youtube.com/watch?v=MkmIMtHoFbA&feature=player_embedded

SUA DANÇA 2 – 2012
Na Escola de Dança da Ufba, uma conversa com professores e alunos


 

Em breve, estarão disponíveis também o 3º programa, que foi ao ar na quinta-feira passada, e o 4º programa, que você confere em primeira mão na tela da TVE, canal 2, na quinta-feira, 3 de maio, às 22h – reprise no domingo 18h.

 

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