IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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Histórico de março de 2012

mar
29

Conversas Plugadas Especial Cacá Carvalho

Postado por soteropolis

Hoje, às 20h30, com apresentação de Pâmela Nunes, a TVE exibe o programa especial Conversas Plugadas com o ator e diretor teatral paraense Cacá Carvalho, gravado na Sala do Coro do Teatro Castro Alves.

O artista ganhou diversos prêmios nacionais e internacionais com a peça “Macunaíma” (1978), adaptação da obra do escritor modernista Mário de Andrade (1893-1945), sob a direção de Antunes Filho; no currículo, o prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) e o Moliére.

Com a peça “Meu Tio, O Iauaretê”, texto de Guimarães Rosa com a direção de Roberto Lage, em 1986, viajou grande parte do Brasil, sendo convidado pela Fondazione Pontedera Teatro, para apresentar-se no festival de Pontedera, na Itália, começando uma parceria que se estende até hoje, através da Fundação Casa Laboratório, em São Paulo, com o diretor teatral italiano Roberto Bacci, um núcleo de pesquisa e produção artística, criado em 1986.

Cacá Carvalho trabalhou também com outros grandes mestres do teatro, como o diretor teatral polonês Jerzy Grotowski, Eugênio Barba e Antônio Abujamra.

O ator ficou famoso na televisão ao interpretar a personagem Jamanta, por duas vezes, nas novelas “Torre de Babel” (1998) e “Belíssima” (2005).

Pâmela Nunes, apresentadora do programa

O Conversas Plugadas envolve ações de aperfeiçoamento e investigação constantes da técnica, produção e difusão das artes cênicas.

Você também pode assistir em tempo real através do site www.tve.ba.gov.br

mar
29

TVE Bahia: Soterópolis volta a ser inédito e abre concurso para apresentadores

Postado por soteropolis

Após uma temporada de reprises, o programa Soterópolis retorna com edições inéditas e totalmente reformulado na próxima quinta-feira (05/04), às 22 horas. Para comandar o novo formato da atração, a TVE Bahia escalou a jornalista Jéssica Smetak, que estará à frente do programa até a escolha dos dois novos apresentadores.A dupla de apresentadores que vai atuar no Soterópolis pelos próximos 12 meses será escolhida por meio de um concurso público, conforme edital publicado no Diário Oficial do Estado e disponível no portal www.irdeb.ba.gov.br. As inscrições já estão abertas e o prazo de encerramento é 30 de abril. Para se inscrever, o candidato deverá ter mais de 18 anos e possuir registro profissional de jornalista, radialista ou artista.A ficha de inscrição, também disponível no Portal do Irdeb, deverá ser entregue na Comissão Permanente de Licitação (Copel) do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Rua Pedro Gama, 413-E, Alto do Sobradinho/Federação, Salvador, BA), de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30. Mais informações sobre o concurso podem ser obtidas pelo telefone (71) 3116 7356.

Destaques

No programa do dia 05, haverá reportagens sobre a comunidade do Calabar e a Ilha de Matarandiba, na Baía de Todos os Santos; entrevistas com o artista plástico Leonel Mattos, o diretor do Museu de Arte Sacra da Bahia, Francisco Portugal, e com o cartunista Nildão; dicas de harmonização do cardápio de frutos do mar com diferentes tipos de vinho; o quadro Sua Dança e a cobertura exclusiva de uma exposição do estilista Jean Paul Gaultier, no Canadá, como destaque do quadro Janela.

Formatos

Para encerrar a primeira edição, um videoclipe da cantora Márcia Castro. Além da diversidade de temas em torno de segmentos tão distintos – como as expressões artísticas, política e gestão cultural, patrimônio público, gastronomia, comportamento e a dinâmica em diferentes regiões de Salvador – o novo Soterópolis vai aprofundar o laboratório de formatos que sempre caracterizou o programa em nove anos de transmissão pela TV pública baiana.Os espectadores poderão curtir não somente as reportagens produzidas nos padrões tradicionais do telejornalismo, mas também crônicas, mini-documentários e experimentações de videoarte, entre outras linguagens. Como toda a programação da TVE Bahia, o Soterópolis também pode ser conferido em tempo real pelo portal www.irdeb.ba.gov.br. Na TV, além das quintas-feiras, 22h, o programa é exibido aos domingos, às 18 horas.

Imagens: Jéssica Smetak (Crédito: Maurício Requião / Ascom Irdeb)

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mar
28

Millôr Fernandes falece aos 88 anos

Postado por soteropolis

O escritor carioca morreu às 21 horas de ontem, em sua casa no bairro de Ipanema, Rio de Janeiro, de falência múltipla de órgãos e parada cardíaca. Em 2011, ele já havia sido internado duas vezes, mas o seu estado de saúde não havia sido divulgado pela casa de saúde São José a pedido da família.

Millôr Fernandes era escritor, jornalista e desenhista. Construiu sua carreira a partir dos 14 anos de idade, quando começou a contribuir para a revista “O Cruzeiro”. No fim da década de 60, fundaria o semanário “O Pasquim”, conhecido por seu posicionamento contrário à ditadura militar. Além das atividades relacionadas ao Jornalismo, Millôr também escreveu peças e se tornou o principal tradutor dos livros do escritor britânico William Shakespeare no Brasil.

Quem quiser relembrar alguns dos diversos trabalhos do artista, entre textos e cartuns, pode acessar um site que o próprio autor mantinha: o Millôr Online.

mar
28

Feirabook: a nova rede social baiana

Postado por soteropolis

As redes sociais são a febre do início do século XXI. Com a criação do Facebook pelo estudante de Harvard, Mark Zuckerberg, em fevereiro de 2004 a socialização se alastrou como um vírus pelo mundo digital. A atração das pessoas umas pelas vidas das outras é tamanha que existem pessoas que se declaram “dependentes do Facebook”. Uma pesquisa realizada pela empresa Internet Time Machine aponta ainda que esta rede social é um dos maiores vícios atualmente, ficando a frente do consumo do cigarro e do sexo.

A proximidade é uma questão importante para garantir esse “vício” nas redes sociais. É preciso ter pelo menos um contato inicial com os seus “amigos” relacionados na rede para criar um interesse maior sobre os compartilhamentos efetuados por eles. Quanto mais se conhece alguém, mais se quer saber o que está acontecendo na vida dessa pessoa. O próprio Facebook se valeu desse princípio básico para se popularizar no início, restringindo o acesso a estudantes de Harvard.

A proximidade é também o que levou à criação do mais novo ambiente de interação digital da Bahia: o Feirabook. Uma cópia inegável da rede criada por Zuckerberg, essa versão feirense tem dado o que falar, inclusive no próprio Facebook. O resultado da divulgação, iniciada nesta semana, são os atuais mais de 300 cadastros e 3600 visualizações da página.

Assim como na rede social em que se inspira, o Feirabook também permite estabelecer configurações de privacidade e a inserção de publicidade. Ou seja, até mesmo os comerciantes locais da Princesa do Sertão podem aproveitar dessa visibilidade mais específica para incrementar as vendas.

Quem é da cidade, já morou lá, tem conhecidos ou simplesmente quer descobrir essa nova rede social pode se cadastrar gratuitamente e interagir com outras pessoas que também têm contato com Feira de Santana.

mar
27

O inverno está chegando…

Postado por soteropolis

Neste ano o outono se despede do hemisfério sul mais cedo, afinal, a série Game of Thrones retorna com novos episódios no próximo domingo, 1º de abril. Menos de um ano após a sua estreia, o seriado volta como um dos mais esperados e aclamados pela crítica televisiva, além de trazer na bagagem onze prêmios, incluindo um Globo de Ouro e dois troféus Emmy.

Baseado na série de livros homônima de George R. R. Martin, o seriado, na minha opinião, é um dos melhores da atualidade. Sustentado por um roteiro permeado por ação, romance e mistério, tem nas reviravoltas a sua grande marca registrada. E o que eu mais gosto em Game of Thrones passa justamente por esse ponto: você não pode se apegar a personagem nenhum. Qualquer um está passível de perder a cabeça no jogo dos tronos.

O jogo em questão se passa em um mundo medieval fictício, onde existem sete reinos e um poder centralizado sobre todos eles: o trono de ferro. A grande questão que move as peças da disputa pelo direito de governar todos os reinos é climática: as estações do ano. Enquanto o verão é considerado um período de relativa tranquilidade, o inverno é tradicionalmente o oposto. Para além do frio, da neve e os problemas relacionados à temperatura, os habitantes temem uma ameaça lendária vinda do norte: os “white-walkers”. São uma espécie de zumbi que há centenas de anos já não atormenta a humanidade, mas que com a chegada deste inverno despertam e migram para o sul.

 

Imagem promocional de Nedd Stark no trono de ferro

A primeira temporada começa com um convite do rei Robert Baratheon para o seu amigo e lorde de Winterfell, Nedd Stark para se tornar a mão do rei: o cargo administrativo mais importante após a posição de monarca. Esta nomeação e a tentativa de assassinato de um dos filhos de Nedd colocam em atrito duas famílias nobres na capital dos sete reinos: os Lannisters e os Stark. Com a proximidade do inverno e a morte precoce de Robert Baratheon, a disputa pelo trono reacende e outras famílias entram na disputa para pleiteá-lo em guerra.

Este é a narrativa básica de Game of Thrones, que dá margem ao surgimento de grandes personagens (a exemplo do anão Tyrion Lannister, interpretado por Peter Dinklage) e a grandes acontecimentos. Para quem já conhece o seriado, os produtores prepararam alguns vídeos promocionais para, claro, atiçar a curiosidade e a expectativa de quem gosta da série, basta acompanhar o canal da série no Youtube.

Por Renato Oselame

mar
27

MINHA VIDA É UMA COMÉDIA

Postado por soteropolis

Essa é para quem quer esquecer os problemas com boas risadas!
Chega a Salvador nesta sexta-feira o stand-up comedy MINHA VIDA É UMA COMÉDIA, que retrata o cotidiano de pessoas comuns e seus relacionamentos amorosos e amizades.
Os personagens caricatos John Wando, Kiko, Dimirso e Carlos, interpretados por Fabio Moraes buscam a aproximação entre o ator e o público, prometendo grande diversão.
A indicação é a partir de 12 anos e tem duração de 75 minutos.

 

 

SERVIÇO:

Teatro Jorge Amado

Dias 30, 31 de março e 01 de abril

Sexta e Sábado ás 22h Domingo ás 21h

Informações. (71) 3525 97O8

Valor: R$ 50 (Inteira) R$ 25 (Meia)

mar
26

Rainha Quelé na Tela do Solar Boa Vista

Postado por soteropolis

O Cine Teatro Solar Boa Vista, no Engenho Velho de Brotas, em Salvador, exibe, mais uma vez, o documentário “Clementina de Jesus – Rainha Quelé”, nesta terça-feira (27/03), às 19h30. A sessão integra o Circuito Popular de Cinema e Vídeo – CPCV.

A exibição foi programada para atender às pessoas que pediram biss através das redes sociais.

SOBRE O VÍDEO

O vídeo “Clementina de Jesus – Rainha Quelé” conta a história de Clementina de Jesus (1901-1987), senhora negra, pobre, dona de casa e empregada doméstica que, após toda uma existência longe dos palcos e das mídias, aos 60 anos, através de Hermínio Bello de Carvalho, passou a cantar com grandes nomes da música como João Bosco, Pixinguinha e Paulinho da Viola, com sua voz gutural.

A produção traz depoimentos de muitos artistas que acompanharam a trajetória de Clementina de Jesus como Martinho da Vila, Lecy Brandão, Paulinho da Viola, João Bosco, Mônica Salmaso, Cristina Buarque e Carlinhos Vergueiro.

A obra, lançada no ano passado, foi dirigida por Werinton Kermes, com roteiro de Míriam Cris Carlos e edição de imagens de Marcelo Domingues. Já participou de importantes mostras e festivais, tendo conquistado prêmios.

 

Cine Teatro Solar Boa Vista volta a exibir documentário “Clementina de Jesus: Rainha Quelé”

Quando: terça-feira, 27/03, às 19:30 – GRATUITO

Onde:Cine Teatro Solar Boa Vista – Parque Solar Boa Vista, s/nº, Engenho Velho de Brotas, Salvador/BA

Contato:tel: (71) 3116-2000

mar
23

Sobre o desfecho da segunda temporada de The Walking Dead

Postado por soteropolis

Atenção, esta postagem contém spoilers.

Chegou ao fim, no último dia 18, a segunda temporada da série americana The Walking Dead. Tenho acompanhado a saga de Rick e os outros sobreviventes do mundo pós-apocalíptico apinhado de zumbis desde o lançamento dos primeiros episódios. Para quem não conhece os quadrinhos que deram origem à obra audiovisual, a premissa da série parece boba: mais uma história de mortos-vivos que, quando mordem, vão passando adiante um “vírus” até que, pronto, 99,9% da humanidade está infectada e o restante faz o que pode para se salvar.

Assisti ao primeiro episódio tendo essa ideia da série, mas de lá para cá muita coisa mudou. Primeiramente porque o enredo de The Walking Dead tem um viés um pouco diferente das histórias tradicionais de zumbis. O relacionamento problemático entre os personagens, por exemplo, é um dos focos da trama e permite uma série de discussões e reflexões interessantes sobre o modo como vivemos – e como ele deve ou não ser adaptado diante da necessidade de sobrevivência.

Humanidade é uma palavra-chave aqui, bastante explorada pela segunda temporada. Grande parte das discussões entre Rick, protagonista, e Shane, seu “melhor amigo”, recaíam sobre questões de impor a violência para se manter em segurança ou procurar outras formas de solucionar problemas a fim de manter um ambiente democrático e humano. O interessante é perceber como os personagens lidam de modos distintos com o estresse extremo causado pelo ambiente hostil e praticamente inabitável. Enquanto alguns se “escondem” atrás da liderança de Rick, a exemplo de sua esposa Lori, outros se destacam cada vez mais no seriado.

Carl, filho dos protagonistas, é um deles. Apesar de ser uma criança, a cada episódio enfrenta questionamentos que o tornam mais e mais um adulto precoce. Ao fim desta temporada, já porta um revólver, considera-se responsável pela morte de Dale e deu um tiro na cabeça de Shane, a quem considerava como um pai, após este se tornar um zumbi. Nesse sentido, Andrea também passou por um desenvolvimento rápido: de suicida em potencia, transformou-se em uma pistoleira habilidosa a ponto de ser deixada para trás e sobreviver ao ataque de zumbis no último episódio sem a ajuda do grupo ao qual pertencia.

Pelo apelo emocional e social do enredo, The Walking Dead se diferencia de produções para o vídeo-game e o cinema, cujo foco, no geral, recai sobre a ação. No seriado, contudo, a trama quase “não anda”: a segunda temporada se passa toda em uma fazenda, não há uma evolução ou grandes descobertas a respeito do que aconteceu com o mundo e se é possível corrigir o seu estado atual.

 

A maquiagem dos zumbis: um dos pontos fortes da produção de The Walking Dead

Apesar disso, o saldo da segunda temporada é bastante positivo. Resultado disso foi a audiência do season finale, “puxado” por uma reviravolta no penúltimo episódio: The Walking Dead bateu o seu próprio recorde com 9 milhões de espectadores. Trata-se da maior audiência de todos os tempos na televisão paga americana. E a próxima temporada, que estreia em outubro deste ano, promete seguir com a fórmula de abordar tanto a ação quanto o relacionamento dos personagens em sociedade: Rick dá sinais de ter sido transformado pelas situações vividas na fazenda e já decretou o fim da democracia no grupo. Um bom gancho para novas discussões, problemas e questões com as quais qualquer pessoas pode se relacionar, mesmo sem ter passado por um apocalipse zumbi.

mar
22

“Raízes populares da cultura brasileira”

Postado por soteropolis





 

 

Raízes populares da cultura brasileira” é o tema da palestra que o escritor paraibano Ariano Suassuna fará no dia 27 de março (terça-feira), às 18h, no teatro Sesc-Senac Pelourinho. No evento, que marca as comemorações do Dia Internacional do Teatro e do Dia Nacional do Circo, Suassuna abordará os elementos iconográficos e musicais da estética armorial, além de mostrar uma série de imagens referentes ao projeto “A Onça Malhada, a Favela e o Arraial”, que percorreu Pernambuco levando dança, teatro, música, canto e literatura ao público.


Os ingressos para a palestra serão distribuídos na bilheteria do próprio teatro a partir das 14h do dia 27.

Seguindo as comemorações dos dias do circo e do teatro, o Sesc-Senac Pelourinho apresentará ainda, as encenações dos espetáculos “As Rimas de Catarina” (no dia 29, às 18h), “Diário do Farol” (no dia 30, às 20h) e “A Rádio do Seu Coração” (no dia 31, às 19h).


mar
22

Páscoa, consumismo e novidades

Postado por soteropolis

Você pode nem entender a relação entre a Páscoa, ovos e coelhos, mas nesse período do ano uma coisa é certa: todo mundo precisa comemorar, nem que seja só com um caixa de bombons. As opções são as mais variadas e vão desde os ovos artesanais (feitos pela sua avó ou por grandes empresas do ramo alimentício) até os produtos que são vendidos o ano todo, mas que ganham a sua versão “ovo”. Como bom chocólatra, todo o ano seleciono um destes mimos para comprar e participar do grande mistério capitalista que é a Páscoa. Até aí, tudo bem, a grande maioria dos brasileiros comemora a Páscoa assim, mas essa tradição às vezes não faz muito sentido.

Todos os anos, por exemplo, podemos observar a já tradicional disputa pelos chocolates em promoção após o período festivo. Mas qual o sentido de investir dinheiro em chocolates em forma de ovo após a Páscoa? Qual é o fascínio que o formato do doce tem sobre as pessoas? É importante acrescentar também que os chocolates “quebrados” muitas vezes encaram a rejeição dos consumidores e só deixam as prateleiras (ou melhor, os “varais”) para ir ao lixo.

O custo-benefício das compras de Páscoa também é uma questão importante. Algumas marcas lançam a sua versão em ovo sensivelmente mais caras do que o formato tradicional. Os consumidores acabam pagando quinze, vinte, trinta reais em 600, 700 gramas de chocolate em formato “ovo”, que em seu “design” normal custaria menos de dez reais.

E toda Páscoa, é claro, são lançados novos e novos produtos – ironicamente o mercado se reinventa a cada ano para manter a tradição. E as novidades nem sempre cabem no bolso. Nesse ano, uma das principais empresas do ramo de chocolates “chic” está lançando o ovo “Lajotinha”, em que o creme à base de castanha e canela serve de recheio para um dos lados do ovo feito de chocolate ao leite. Ele acompanha ainda uma colher para ajudar a devorar o doce. O preço? A bagatela de 119 reais. Mas as novidades não param por aí: nesse ano tem até ovo dentro de ovo, imitando as famosas bonequinhas Matrioskas da Rússia, além, é claro, do ovo com recheio de cerveja que será lançado por uma grande empresa do ramo de bebidas.

Com tantas questões mercantis envolvendo a Páscoa, algumas delas nem tão justas assim, fica difícil entender o significado do feriado. Mas, em todo o caso, é uma boa oportunidade para questionar a forma como vivemos e consumimos aqui no Brasil. E, é claro, degustar de um bom chocolate.

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