IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
TV Rádio Notícias Interatividade

Histórico de setembro de 2010

set
30

Moda com Identidade, por Mônica Anjos

Postado por soteropolis

As roupas brancas, as rendas e as batas que lembram religiosidade e cultura afro podem até parecer um clichê se estivermos falando de moda feita na Bahia. Mas para a estilista Mônica Anjos, isso é moda com identidade.

Misturar os tecidos, os cortes, às influências das diversas culturas presentes na Bahia é tarefa não só para quem conhece muito bem a cultura regional, mas para quem estuda a moda e o povo. “Tenho uma referência muito grande em pesquisar a história da moda, as culturas e isso aparece muito forte na identidade do meu trabalho”, conta Mônica.

Durante todo o mês de setembro, o figurino da nossa apresentadora Luciana Accioly foi assinado por Mônica Anjos. Luciana e a equipe de produção do Soterópolis foram até o Ateliê da estilista, no bairro do Rio Vermelho. No bate papo, Mônica falou sobre suas influências e apresentou sua nova coleção, “Anjos”, que será lançada no próximo dia 08/10, no próprio Ateliê. A estilista apresenta também peças para o público masculino e infanto – juvenil.

Mônica Anjos sendo entrevista por Luciana Accioly - Foto: Ronaldo Silva

Mônica Anjos sendo entrevista por Luciana Accioly - Foto: Ronaldo Silva

Seu ponto forte são os vestidos longos e encorpados – já chegou a usar 24 metros de godê para fazer um vestido (!) – e o branco, adorado pela estilista. “Esta última coleção foi muito influenciada pela Festa da Boa Morte, uma festa lindíssima, e foi de lá que eu trouxe a referência para explorar o branco, que está em 70% das peças, e também o Camisu de Criola, que é lindíssimo”.

Tâmara Azevedo veste Mônica Anjos - Foto: Ronaldo Silva

Tâmara Pessôa veste Mônica Anjos - Foto: Ronaldo Silva

Entre os panos, Mônica tem intimidade com o algodão, a seda e as rendas. Todos servem de base para os bordados em richelieu (bordado que faz efeito vazado no tecido) e o patchwork (técnicas de unir tecidos e formar novas estampas).

Mônica – que já está estudando as tendências para a moda estação em 2012 – vende o seu peixe e aposta no nude e no branco, e nas peças de algodão, e nos vestidos longos para o verão super quente que vem por aí. Quem veste sua marca, segundo ela, veste uma pela carregada de referências, cultura, pesquisa e, claro, identidade. “Nós temos muitas pessoas que fazem moda com seriedade aqui na Bahia e isso me fortalece para fazer um trabalho forte, com personalidade e identidade regional. Antes, quando se falava em moda regional, era uma coisa muito sul, muito fora, nada da Bahia. Hoje, após dez anos de trabalho, eu posso dizer que faço um trabalho regional, forte”.

Mais detalhes:

Blog de Mônica Anjos: http://monicaanjos.blogspot.com/

Você curte moda?

Então leia:

- Coleção Moda Brasileira – Volumes. Editora Cosac Naify

- Moda E Linguagem, de Kathia Castilho. Editora Anhembi Morumbi

set
30

E OS FESTIVAIS BAIANOS COMO ANDAM?

Postado por soteropolis

A vinda do Festival No Ar Coquetel Molotov mexeu com o modelo baiano de produção. Acostumados a investidas menos arrojadas, com atrações locais e bandas nacionais parceiras, os produtores locais se viram desafiados pelos pernambucanos.

Apoiados pelo edital do FAZCULTURA e com apoios empresariais, o Festival Coquetel Molotov, segundo Ana Garcia, produtora, veio para suprir uma carência. “Salvador não faz parte do roteiro internacional, assim como Recife, e os editais são essenciais neste sentido, pois, apóiam a cena independente”.

O escolado Rogério Big Brother sabe das dificuldades. Produtor há mais de vinte anos, Big, como é conhecido, produziu durante dez anos o Garage Rock, Festival independente que acontecia todo o mês de julho, entre os anos 1992 – 2002. Hoje, a frente do Festival Big Bands, ele confessa que “comeu mosca” em relação ao edital. “Venho a confessar que vacilamos com os editais. A maioria exige que você tenha CNPJ e como a gente só tem um ano de coletivo (Quina Cultural), só agora estamos providenciando”.

E rebate, a “vinda deles (Festival Coquetel Molotov) só abre o leque, já que o FAZCULTURA conseguiu uma carta para trazer artistas franceses e americanos desconhecidos, só abre o leque para que o ano que vem eu tente também”.

Outro produtor baiano convidado para debater o assunto, Messias Bandeira, não nos deu entrevista. Idealizador do Festival Boombahia, Messias trouxe para a Praça Tereza Batista shows de bandas locais e nacionais e em 2008 pagou do próprio bolso a vinda da banda americana Mudhonney. Apesar do sucesso, em 2009, o Festival não aconteceu e até agora não há previsão de uma edição para 2010.

A questão é complexa e envolve a profissionalização do mercado baiano, tanto de bandas quanto de produção. Para o jornalista Luciano Matos o “Coquetel Molotov está mostrando que dá para trazer show internacional” e afirma: “se esta lição não servir, não sei mais o que pode servir para estes produtores fazerem”, encerra categórico.

set
30

FESTIVAL COQUETEL MOLOTOV VEIO PARA FICAR

Postado por soteropolis

A primeira edição (2004) do Festival no Ar Coquetel Molotov trouxe para o Brasil a banda britânica Teenage Fanclub. Ainda tímido, o Festival aconteceu no auditório da Universidade Federal de Pernambuco. Na sétima edição, o Molotov expande as apresentações incluindo a capital baiana. Foram três dias de grandes shows.

Foto: Alex Oliveira

Foto: Alex Oliveira

A banda Radiola fez ashonras da casa e abriu a primeira noite do Festival na Zauber Multicultura. No segundo dia, na Concha Acústica, a banda baiana Dubstereo deu início aos trabalhos. Misturando dub, reggae e batidas jamaicanas, o duo colocou a galera no ritmo. Em seguida subiu ao palco a cantora Soko. Acostumada às apresentações em espaços fechados, onde destila as suas canções ácidas, acompanhada do baixo acústico e do violino, a francesa demonstrou seu desagrado com o barulho e pediu silêncio para uma concha lotada. Irritada com as vaias, a francesinha decidiu encerrar o set mais cedo.

Foto: Alex Oliveira

Foto: Alex Oliveira

As vinte horas e trinta minutos, Céu sobe ao palco para dar, desculpe o trocadilho, um verdadeiro show. O público dançou e cantou quase todas as músicas.

A segunda noite foi histórica para os veteranos do rock baiano. Pela primeira vez no Brasil, a banda Dinosaur Jr fez tremer os alicerces da concha acústica com a guitarra alta de J Mascis. Bruno Carvalho, vocalista da banda Pessoas Invisíveis, estampava a camisa da Dinosaur e, igual a ele, outros velhos conhecidos da cena local traziam no peito o espanto de ver de perto um dos caras que os fizeram tocar guitarra e entrar para o rock.

O show da Dinosar Jr foi aberto pela banda instrumental Joseph Tourton, de Recife e a respeitada Cidadão Instigado do Ceará.

A noite foi encerrada com a promessa de vida longa ao festival. “A idéia é trazer música boa. Ano que vem podem vir suecos, ingleses, franceses ou até mesmo bandas nacionais”, disse Ana Garcia, produtora do Festival Coquetel Molotov. A nós nos resta torcer para que venha a nossa banda favorita.

set
30

Agenda Cultural

Postado por soteropolis

Blues, filmes, exposições,shows e teatro, programe-se para o melhor de Salvador e do interior do estado.

(more…)

set
30

VISIO.

Postado por soteropolis

VISIO_OUT_OKp

A idéia é colocar o público pra presenciar o processo criativo, instigar o artista em sua produção, e consequentemente construir um ambiente no mínimo interessante para ambas as partes. Quando você chega ao VISIO . (lê-se o tal “ponto”) no pátio do ICBA, presencia os processos criativos individuais ou em grupos, há uma energia bacana que flui entre artista e público em um nível saudável de interação: são demonstrações de técnicas e estilos diferenciados, mini-oficinas (de curta duração), mesa coletiva de desenho e instalações.

O VISIO. reúne fotografia, design, as diversas linguagens das artes plásticas, música, performance e audiovisual. Olha só quanta gente boa está envolvida no projeto: Alba Vasconcelos,  Alex Oliveira,  Ana Paula Pessoa,  Anita Dominoni, Bruno Marcello, Caio Araújo, Danilo Bolota, Denissena, Edgar Oliva, Filipe Cartaxo, Flávia Bomfim, Grupo Três Cabeças, Iansã Negrão, Jorge Mutação, Juliana Bestetti, Juliana Moraes, Marceleza de Castilho, Matheus Gamma, May aka Happy Downlady, Nely Oliveira, Marcelus Freitas, Thata Muniz, Tiago Munch, Tuti Minervino, Valentina Garcia, Vânia Medeiros, e quem mais pintar!

O VISIO. é um projeto mensal, a ocorrer em todo primeiro sábado de cada mês lá no Goethe-Institut / ICBA (Corredor da Vitória). Vá, leve quem você quiser (as crianças adoram) e fique por dentro de cada intenção criativa com que você tiver contato.

Dá uma olhada aqui no flickr do VISIO. que você vai entender a energia massa que rola por lá. Não deixe de clicar no blog também.

VISIO.
Dia – 02 de outubro, sábado (e sempre no primeiro sábado de cada mês)
Horário – das 14 às 20h
Local – Pátio do ICBA (Corredor da Vitória)
Acesso – entrada franca

set
29

Série TCA Ano 15 trouxe a Salvador a companhia japonesa de butô Sankai Juku

Postado por soteropolis

Por Arlon Souza

O grupo esteve em apresentação única no Teatro Castro Alves com a coreografia “Tobari, como num fluxo inesgotável”. Criada pelo dançarino e coreógrafo japonês Ushio Amagatsu, em 1975, a companhia Sankai Juku, cujo nome significa “o ateliê da montanha e do mar”, une a técnica tradicional do butô com elementos da dança moderna, como o sincronismo e a formação em corpo de baile.

A precisão, o domínio do corpo em relação a gravidade e a limpeza do movimento são características que chamam a atenção no trabalho. A iluminação, o figurino e a maquiagem imprimem muita plasticidade à coreografia. Corpos inteiros cobertos com pó-de-arroz japonês criam contrastes e vibram nos olhos, além de ter a proposta de neutralizar a sexualidade dos intérpretes.

O tempo e a execução do movimento no butô são completamente outros. Há uma leve tensão no gestual, quase imperceptível, que coordena todo o desenho da cena, como se fosse possível ver o rastro das formas criadas no espaço.

Em “Tobari, como num fluxo inesgotável”, o grupo dialoga com a natureza, propõe ao público perceber com minúcia a transição do dia para a noite, a perspectiva sobre o tempo. Como se questionassem por quem é determinada a existência do tempo, pela pessoa que o vê ou pela própria existência dos fenômenos, que coexistem simultaneamente, no mesmo espaço, mesmo que não seja possível ao espectador viver o dia e a noite num só momento.

É realmente complexo, pura Física Quântica. O coreógrafo e diretor da companhia, Ushio Amagatsu, é da segunda geração do butô, que pelas características apresentadas se diferencia da performance de seus fundadores, os mestres Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno, que criaram o estilo na década de 1950, como resposta ao período repressor pós-Segunda Guerra Mundial.

A companhia Sankai Juku mostra a Baía de Todos os Santos que a vida é “Tobari, como num fluxo inesgotável”. Sinta toda a leveza e energia do butô no Soterópolis desta semana. Quinta-feira, às 19h30. Reprise no domingo, às 18h.

MAIS:

Foto Divulgação

Foto: Divulgação

Assistam ao filme ‘HANAMI, CEREJEIRAS EM FLOR’, direção de Doris Dörrie, 2008, de segunda a quinta, às 14:35, na Sala de Arte da UFBA, que tem como temática o butô.

Sinopse: Doris Dörrie.ALE/ FRA, 08. 2:10. 12 anos. Com Elma Wepper e Hannelore Elsner. Apenas Trudi sabe que seu marido Rudi está sofrendo de uma doença terminal e ela precisa decidir se vai contar a ele ou não. O médico sugere que eles façam algo juntos, como realizar um velho sonho, mas são surpreendidos pela morte repentina dela. Rudi fica devastado e não tem a menor idéia do que fazer, mas promete compensar sua vida perdida embarcando em uma última jornada, para o Japão, na época do festival das cerejeiras.15ª semana.

set
29

TV Anísio Teixeira lança série de teleteatro

Postado por soteropolis

Foi lançado no dia 22 de setembro, no Teatro do IRDEB, o programa Em Cena Ação (série teleteatro). A série divulga a literatura dramática baiana e brasileira de 10 autores, com textos adaptados para a televisão. No lançamento, foram exibidos os três primeiros programas que tem como referências as obras teatrais “Cordel do amor Sem Fim”, da baiana Cláudia Barral; “Bailei na Chuva”, do gaúcho Júlio Conte, além de uma adaptação de uma peça do autor clássico brasileiro Martins Pena, “Os Infortúnios de Uma Criança”. A equipe do Soterópolis acompanhou o evento e conversou com diretores teatrais e com coordenadores do projeto.

A TV Anísio Teixeira, iniciativa do Instituto Anísio Teixeira – IAT / Secretaria Estadual da Educação, produz e difunde conteúdo audiovisual educativo para a rede pública de ensino, auxiliando o educador a aperfeiçoar sua práxis pedagógica. A grade de programação desta TV pública e arte-educativa foi desenvolvida, sob orientação, por 16 (dezesseis) professores da Rede Estadual e é veiculada pela TVE / Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB. Os programas são exibidos na TVE aos sábados (08h30) e às segundas-feiras (20h30).

Mais informações sobre a TV Anísio Teixeira podem ser adquiridas através do e-mail tvanisioteioxeira.iat@sec.ba.gov.br ou no Portal do Educador Baiano (www.iat.educacao.ba.gov.br).

set
29

Arte-educação é o tema central do grupo teatral Ventoforte de Ilo Krugli

Postado por soteropolis

A arte estimula a inteligência e contribui para a formação da personalidade do indivíduo. Pensando em todas essas questões, o artista plástico, educador, diretor, autor e ator de teatro, Ilo Krugli, criou em 1974, no Rio de Janeiro, o Grupo Ventoforte.

Krugli nasceu em Buenos Aires, na Argentina em 1930, mas foi no Brasil que propagou o seu trabalho. Inicialmente no Rio e na década de 1980 em São Paulo, onde está localizado até hoje, um dos principais grupos teatrais da história artística do país. Para ele, todos devem se expressar de alguma forma, “desenhando, pintando, fazendo música, dançando, é da natureza do ser humano”. Por isso, o Ventoforte possui uma estrutura comunitária, que exprime a vocação dos seus integrantes.

O grupo acredita na potencialidade artística de qualquer ser humano, assuma ela uma expressão profissional ou não, e se dedica com ênfase ao universo infantil, por meio da criação de espetáculos e de atividades integradas num projeto maior de educação. O grupo criou uma linguagem poética voltada para o sonho e a fantasia, inspira-se na arte popular e utiliza recursos artesanais para desenvolver seus espetáculos.

Na sua entrevista ao Soterópolis, o arte-educador destacou a experiência do Centro de Referência Integral de Adolescentes, o CRIA, e o reconhece como um símbolo da arte-educação na Bahia, principalmente por aproximar uma população muito distanciada, que não tem condições de ter uma formação em escola de arte.

Leiam mais:

Matéria no Plug Cultura: http://plugcultura.wordpress.com/2010/08/12/espetaculo-do-grupo-ventoforte-no-festival-de-arte-educacao-do-cria/

Entrevista com Ilo Krugli no Eptv.com: http://eptv.globo.com/busca/busca_interna.aspx?274529

set
27

Devaneios com Ramiro Bernabó.

Postado por soteropolis

ramiro

Ramiro Bernabó nasceu em 6 de maio de 1947 em Buenos Aires-Argentina. Aos 4 anos veio residir com os pais em Salvador. Começou a desenhar em 1967, inspirado pelo pai, o artista Carybé e pelo convívio em ateliê de artistas como Mário Cravo Jr., Jenner Augusto e Mirabeau Sampaio. Inspirado por artistas como Pollok, Archille Gorky e Sondenborg, deixou o curso de arquitetura para seguir carreira artística, fez curso de gravura em metal e cerâmica. Atualmente Ramiro Bernabó se dedica a escultura monumental, principalmente em madeira, que denuncia o desmatamento urbano. Segundo o artista um escultura abstrata em madeira não serve para nada a não ser para lembrar que a natureza não existe só para servir o homem.

set
23

Soterópolis na cobertura da 3ª edição do “Filte”, Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia

Postado por soteropolis
Cena da peça "Kelbilim", do grupo Lume Teatro (Unicamp).

Cena da peça "Kelbilim, O Cão da Divindade", do grupo Lume Teatro (Unicamp).

O Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia (Filte) movimentou o cenário artístico baiano, durante 11 dias, em diversos espaços de Salvador. Produções de grupos nacionais de reconhecida importância para as artes cênicas brasileira, como o “Lume Teatro“, da Universidade de Campinas, e montagens internacionais de grupos como o “Odin Teatret“, dirigido pelo teatrólogo italiano Eugênio Barba, o “Marianela Boan&BoanDanz Action” (Cuba/EUA), o “Au Ments” (Espanha), a “Cia. Viaje Inmóvil” (Chile), além do “Yuyachkani” (Peru), que foi homenageado pelos 40 anos de carreira e produção artística, fizeram parte da programação do evento.

Cena de "Falso Testemunho" do grupo Marianela Boan&BoanDanz Action.

Cena de "Falso Testemunho" do grupo Marianela Boan&BoanDanz Action.

O festival também incluiu 10 montangens de grupos baianos, estabelecendo assim a proposta de intercâmbio. Muitas atividades relacionas a processos criativos, aperfeiçoamento técnico e reflexão sobre a arte teatral na América Latina foram desenvolvidas em paralelo. Inclusive, os volumes 3 e 4 da “Coleção Dramaturgia Latino-Americana”(Edufba, 2010) foram lançados em versão bilíngue, português e espanhol.

Cena da peça "Feito no Peru: vitrinas para um museu da memória", do grupo "Yuyachkani".

Cena da peça "Feito no Peru: vitrinas para um museu da memória", do grupo "Yuyachkani".

Com a homenagem aos 40 anos do “Yuyachkani”, o grupo peruano apresentou sete espetáculos do seu repertório, e muitas aulas-demontração de seus métodos técnicos e criativos. O “Yuyachkani” desenvolve um trabalho com inluências de diversas linguagens artísticas, como as artes plásticas, a música o vídeo e a performance. As montagens são verdadeiras instalações cênicas performáticas. A peça “Feita no Peru: vitrinas para um museu da memória”, que encerrou o festival no último domingo (19/09), é uma clara comprovação disso. Por tudo isso e muito mais, chicos e chicas, não percam o Soterópolis desta semana. Quinta-feira, às 19h30. Reprise no domingo, às 18h.

Governo da Bahia  ©2014 | IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia. SECOM - Secretaria de Comunicação Social