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Histórico de maio de 2010

mai
28

ERRAMOS! Agenda Cultural

Postado por soteropolis

Na nossa agenda cultural desta semana, veiculada ontem, e que irá ser veiculada hoje (28) , informamos que o show da banda Demoiselle seria no domingo, e colocamos a data do dia 29. Corrigindo: o show da banda Demoiselle, parte da programação do Pelourinho, é no dia 29 de maio, SÁBADO, no Largo Tereza Batista!

Pedimos desculpas à banda e aos nossos telespectadores!

|SERVIÇO|
Show – Demoiselle
Sábado, dia 29 de maio
Horário: 21h
Gratuito

mai
27

III Bahia Afro Film Festival

Postado por soteropolis

Afrofilmfestival

Aconteceu entre os dias 13 e 23 de maio a terceira edição do BAFF – Bahia Afro Film Festival.

Pelo segundo ano o festival é  realizado na cidade de Cachoeira, no recôncavo Baiano. Esse ano os filmes mais premiados foram Rio de Mulheres, de Cristina Maure e Joana Oliveira e Doido Lelé, de Ceci Alves.

Veja a lista dos premiados:

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mai
27

“O Melhor do Homem” entra em cartaz no Teatro Martim Gonçalves

Postado por soteropolis

Escrita pela dramaturga norte-americana Carlota Zimmerman, em 1991, a peça explora o jogo de sedução e poder entre dois presidiários

Por Arlon Souza

O grupo carioca, radicado na Bahia, Ateliê Voador, investe na montagem de um texto considerado a primeira gay-play (peça gay) que se tornou conhecida no Brasil, em 1995, a partir da encenação do diretor paulistano Ulysses Cruz. A temática homossexual, ou principalmente o caráter homoerótico que evidencia a libido entre pessoas do mesmo sexo, como conceitua o próprio diretor da montagem baiana, Djalma Thürler, tem um nível de expressão muito maior que em qualquer outra obra da dramaturgia brasileira.

Em “O Melhor do Homem” as sutilezas dão lugar à atração explícita entre dois homens, num jogo de domínio e sedução, no qual um tenta exercer poder sobre o outro. Dean e Skyler, personagens do espetáculo, mergulham num universo de desejos tortuosos, arriscados e egoístas. Carlota Zimmerman, a autora, tinha apenas 17 anos quando escreveu a peça Man At His Best (titulo em inglês).

Os atores Duda Woyda e Gláucio Machado demonstram muito entrosamento e segurança na interpretação. O diretor Djalma Thürler, que também é professor do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências (IHAC) da UFBA, foca o processo criativo no trabalho de ator e propõe uma dinâmica do espetáculo, onde a mobilidade do cenário e a movimentação dos atores coreografam a cena.

Em 2007, a montagem baiana “Shopping and Fucking”, dirigida por Fernando Guerreiro e de autoria do dramaturgo inglês Mark Ravenhill, explorou o homerotismo de uma maneira bem semelhante, como metáfora para as relações de uma sociedade prostituída pelo consumo e pelo poder. Na dramaturgia brasileira, autores como Nelson Rodrigues Plínio Marcos,  nas obras “O Beijo no Asflato” e “Navalha na Carne”, também trazem muitos elementos do homoerotismo para  a cena.

Não perca a matéria completa no Soterópolis desta semana. Quinta-feira, às 22h. E na sexta e domingo, às 18h.

“O Melhor do Homem” está em cartaz no Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA), de quinta a domingo, às 20h. Até o dia 13 de junho.
Endereço: Rua Araújo Pinho 292, Canela. Telefones: (71) 3283-7850 / 3283-7851.

mai
27

Yamandu Costa e Hamilton de Holanda apresentam em Salvador Luz da Aurora

Postado por soteropolis
ensaio

ensaio

Considerados duas virtuoses da música instrumental brasileira, o bandolinista carioca Hamilton de Holanda, de 33 anos, e o violonista gaúcho Yamandu Costa, de 29, apresentaram, no dia 20 de maio, no Teatro Castro Alves, em Salvador o CD Luz da Aurora, gravado, ao vivo, no Auditório Ibirapuera, de São Paulo.  A turnê nacional de lançamento do CD começou em janeiro, pelo Canecão, do Rio. Os músicos conversaram com a equipe do Soterópolis sobre a longa amizade dos dois e sobre, é claro, música, especialmente o choro.

Os músicos se conheceram no festival Chorando Alto, de 1998, em São Paulo, e desde então cultivavam o desejo de encontro no palco, adiado por causa dos compromissos da carreira solo de cada um. No Clube do Choro de Brasília, a idéia era amadurecida. Antes do lançamento do CD, Yamandu e Hamilton fizeram uma temporada de shows para aprimorar o repertório. Tanto Yamandu quanto Hamilton têm larga experiência em gravações ao vivo, além da formação em duo, que já experimentaram com outros músicos.

show

show

Yamandu Costa – Um dos maiores fenômenos da música brasileira, o instrumentista é conhecido por suas interpretações performáticas. Empunhando seu violão de 7 cordas, ele remodela cada música, revelando profunda intimidade com o instrumento. Choro, bossa nova, milongas, tangos, além de zambas e chamamés (ritmos do folclore argentino), fazem parte do seu repertório. Yamandu é um violonista e compositor que não se enquadra em correntes musicais, reinterpretando todas em fusão com o seu próprio estilo.

Hamilton de Holanda – O artista reinventou o bandolim mundial ao adicionar duas cordas ao instrumento e criar novas possibilidades sonoras. Apesar da inventividade, a busca do músico não é pelo novo, e sim pela beleza e espontaneidade. Nesse caminho para o belo, Hamilton sintetiza influências de choro, bossa nova, jazz, rock, e até dos sons da rua. O resultado é um conjunto de canções que contagiam as platéias sem abrir mão do apuro técnico, característica que levou o instrumentista a vencer uma mesma edição do prêmio Icatu Hartford de Artes nas categorias erudito e popular.

mai
27

Programa-se: Agenda Cultural!

Postado por soteropolis

Vejam os destaques da Agenda do Soterópolis:

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mai
25

Celular na Sala de Aula. Pode?

Postado por soteropolis

O celular vem sendo utilizado como ferramenta didática em escolas públicas de todo o país. Alunos, professores e diretores estão tendo oportunidade de descobrir as potencialidades do aparelho através do projeto Minha Vida Mobile (MVMob). mvmob_fotoA iniciativa surgiu em Minas Gerais, em 2006, começou a ser desenvolvido em São Paulo e agora tem edição no estado da Bahia. É oferecida capacitação para estudantes e educadores para produzir conteúdo audiovisual com os recursos multimídia dos celulares. As atividades, realizadas em apenas um dia, incluem oficinas de vídeo, fotografia, áudio e produção de notícias com o uso do aparelho. O MVMob-Ba começou em Salvador, no dia 31 de março, seguiu para Candeias, Simões Filho, Lauro de Freitas e São Francisco do Conde. Depois o projeto  segue para Camaçari e Santo Amaro, respectivamente nos dias 26 de maio e 2 de junho. A temática dos trabalhos surge da própria realidade dos estudantes, a partir de um processo que atrela valorização da auto-estima, aprendizagem da linguagem e criação coletiva. A meta é concluir cada dia de oficinas com os trabalhos dos estudantes já editados e prontos para serem postados no portal.
A equipe do Soterópolis acompanhou a experiência dos alunos do Colégio Estadual Hermano Gouveia Neto, em Lauro de Freitas. A animação era evidente entre os jovens. Foram produzidos vídeos que estão disponíveis no site do projeto (www.mvmob.com.br/ba). A iniciativa tem o apoio financeiro das secretarias de Cultura e da Fazenda, do Estado da Bahia, via Faz Cultura, além do patrocínio da Vivo.

mai
21

Inimigo Íntimo

Postado por soteropolis

A jornalista baiana, Rafaela Chaves, nos enviou o documentário fruto do Trabalho de Conclusão de Curso em Comunicação. “Inimigo íntimo” esteve no Janela, quadro de produção independente do Soterópolis. Acesse o nosso blog e veja como mandar também o seu material.

Rafaela escreveu um relato sobre a experiência da criação do documentário Inimigo Íntimo!

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mai
21

Soterópolis indica: Fim de Semana Cultural

Postado por soteropolis

07 quadro sante cristo morto_6868. Exposição Desembahia

Durante esta Semana de Museus, o Museu de Arte da Bahia organizou uma série de concertos com grupos musicais que se apresentam sempre às 17 horas no grande salão do primeiro andar do MAB, localizado no Corredor da Vitória. Assim, além de conhecer todo o acervo permanente do museu agora exposto e de visitar as duas exposições temporárias em cartaz – “Revisitando um Acervo de Arte Baiana-Coleção Desenbahia”e “Reencontrar José Valladares – O Mestre” – o visitante tem mais um motivo para colocar a arte e a cultura no sua agenda de final de semana.

O acesso ao MAB é gratuito e os horários de funcionamento do museu são de terça a sexta das 14 às 19 horas e aos sábados e domingos das 14hs30min às 18hs30min. Acompanhe a programação musical a partir de hoje, 21 de maio (2010):

21/05, – Grupo QUARTETO NOVO (Camerata da OSBA)Camerata Quadro Solar_Foto Isabel Gouvea_021

Quarteto formado por

Violino – Gilson Cornélio
Violoncelo – Djalma Nascimento
Flauta – Andréa Becker
Fagote. – Ilza Cruz

Repertório do Clássico ao Popular

22/05 – Grupo VIOLÕES DA BAHIA

Marília Sodré / Hebert Menezes / André Luiz de Almeida / Daniel Santana

Repertório: Período Renascentista, clássicos de Alonso Mudarra, entre outros.
Período Romântico, clássicos de Frederico Moreno Torroba, Johann Kaspar Mertz, entre outros.
Clássicos de Vila Lobbos.

23/05 – Grupo DUO BARROCO (Camerata da OSBA)

Trompete – Henz Schwebel
Teclados – Eduardo Torres

Repertório do Clássico ao Popular

Grupo TRIO PASTORALE (Camerata da OSBA)

Clarineta – Pedro Robatto
Fagote – Jean Marques
Oboé – Diana Abatjieva

Repertório do Clássico ao Popular

Coordenação Artística – Fernando Marinho

Museu de Arte da Bahia – MAB
Av. Sete de Setembro, 2340 – Corredor da Vitória (3117-6908)

mai
21

Juan Rulfo, o fotógrafo

Postado por soteropolis

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Juan Rulfoportada

Juan Rulfo morreu em 1986 deixou um importante legado para a literatura mundial. “Pedro Páramo” um dos seus romances mais famosos, foi traduzido para mais de 40 idiomas. A partir da década de 30, o escritor mexicano também se dedicou a fotografia e produziu um valioso acervo com mais de seis mil negativos. O grande tema da fotografia de Rulfo é a História do México, como você pode conferir na exposição que está em cartaz no Instituto Cervantes na Ladeira da Barra.

mai
20

Perfil: Zu Campos

Postado por soteropolis

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Jesuíno Campos de Oliveira, ou melhor, Zu Campos, é um baiano, nascido em Vitória da Conquista, em 1939. Zu faz parte da segunda geração de artistas modernos da Bahia, grupo que se forma a partir da década de 60, e que grande parte dos seus componentes são formados pela Escola de Belas Artes da UFBA.

Campos aprendeu a arte do entalhe a partir da observação de artistas pernambucanos que recebeu em casa. Com uma chave de fenda amolada, fez seu primeiro trabalho e não parou mais. Logo no seu primeiro ano de produção, Zu foi convidado para expor na reinauguração do Teatro Castro Alves, em 1967.

Zu Campos já era um renomado artista plástico, e já tinha passado por grandes cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, quando voltou para Salvador e decidiu entrar para a Universidade. E garante que muito do que sabe, aprendeu lá.

De lá pra cá, já são 43 anos de carreira, muitas obras produzidas, e um dos seus maiores gostos: muitos dos entalhadores e artistas contemporâneos foram seus aprendizes.

Hoje, é na Rua Areal de Cima, no bairro do Dois de Julho, no centro de Salvador que Zu Campos ainda vive, entalha, orienta, e recebe aprendizes e curiosos.

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