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Histórico de janeiro de 2010

jan
14

Reggae a transformação social

Postado por soteropolis

Musica_Reggae_Cartaz_A4_OKSidney Rocha e Ras Kilungi foram os convidados do estúdio do programa de 14/01.

Sidney é ativista do Movimento rastafári da Bahia desde 1985 e o atual diretor da Associação Cultural Nova Flor, voltada para a consolidação do movimento rastafári. É percussionista, compositor e faz parte da banda Kebra Nagast entre tantas outras atividades que esse rasta multicultural e sintonizado realiza.

Ras Kilungi é angolano, rastafári e faz parte do “Núcleo de Amigos do Reggae de Angola” e da “Associação de Amigos do Reggae de Angola” que são muito respeitadas no meio rasta.

Eles vieram ao estúdio para divulgar o evento “Música Reggae: Veículo de Transformação Social”, um evento, que acontecerá nos dias 16 e 17 de Janeiro, visando a promoção e difusão da Cultura Rastafari. Dessa vez com um enfoque na música Reggae, o principal instrumento de propagação da mensagem de fé, resistência e afirmação do movimento.

O evento acontecerá em dois dias, dia 16/01 no CDCN (Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra), a partir das 14h, com o Seminário Música Reggae: Veiculo de Transformação Social.  Já no dia 17/01 às 17h, na Praça Tereza Batista, acontecerá o show com as bandas Red Meditation, Geraldo Cristal, Kebra Nagast e Jonas Bento I.

Programação do Seminário (16/01)

– Analtino Santos (Ras Kilungi – Angola) – A música Reggae e o Movimento Rasta em Angola;

– Sista Dina Lopes – A presença feminina na música Reggae;

– Ras Sidney Rocha – A simbologia da música Reggae no Movimento Rastafari;

– DJ Branco – A música Reggae na formação da identidade.

Mais informações: (71)9205-5231 ou (71)8849-4526

Você pode ver aqui o Blog da associação Cultural Nova Flor. E se quiser conhecer mais sobre o rastafarianismo, veja os links abaixo:

O Rastafarianismo pelo site Jahmusic

O que o rastafarianismo? – Revista Mundo Estranho

Mais informações: (71)9205-5231 ou (71)8849-4526
jan
14

Artista do mês: João di Souza

Postado por soteropolis

O primeiro Soterópolis do mês sempre convida o artista responsável pelas obras que compõe nosso estúdio. Em janeiro, o baiano natural de Itabuna, João di Souza, expõe suas obras no Soterópolis.  Leia, abaixo, o texto que em que o marchand e colecionador Dimitri Ganzelevitch apresenta o trabalho de João di Souza:

Um sonhador consciente

João di Souza saiu, no princípio do milênio, de Itabuna para São Paulo de carona, com dez reais no bolso e duzentos sonhos na cabeça. Queria ser bailarino. Um novo Gene Kelly, talvez?

Pequenos contratos, figuração em programas de televisão, bicos sem futuro, desânimo…

Até pegar nos pinceis esquecidos no cavalete do amigo Tito, que o hospedava, e começar a trilhar outras formas de expressar sua sensibilidade. Ao mesmo tempo descobrirá, antes mesmo que os clássicos e modernistas brasileiros, a escola dos muralistas mexicanos e a incontornável, sofrida, musical e metafísica Frida Kahlo.

Desde a modesta participação, em 2002, numa coletiva da galeria Anna Blume (SP) até a presente exposição individual na Casa-Museu Solar Santo Antônio, o jovem baiano andou com botas de sete léguas. Impressiona sua biblioteca de livros de arte, livros que invadem o apartamento inteiro e que são as referências/influências claramente anunciadas. Aqui estão, num piscar de olho, não somente os mexicanos, mas Pierre et Gilles, Velásquez e outros que, disfarçados de alegres malabaristas circenses, entram numa ciranda bem nordestina encharcada de exagerados coloridos.

Apresentar estes grandes e generosos estandartes celebrando, com devido onirismo, baianas, santos e estrelas da MPB é uma lógica coerência com as propostas ecléticas da Casa-Museu. Vão se misturando as expressões populares da fé e da fama, tão ostensivas nas festas de largo que, neste exato instante, começam em Salvador. Uma sensualidade implícita chega sem pestanejar para logo deixar espaço a um erotismo explicito. Ambas marcas indeléveis do povão nordestino.

João di Souza freqüenta com assiduidade todos os centros culturais, todas as galerias de arte contemporâneas de São Paulo, sem porém jamais abandonar os paradigmas telúricos de sua infância. Estamos frente a um artista que poderá evoluir muito no seu vocabulário, mas com certeza permanecerá fiel a sua linguagem.

Dimitri Ganzelevitch
Salvador 22 de novembro de 2009

João di Souza montou nosso cenário com flâmulas, muitas delas com temas religiosos e que fazem referência a cultura popular. Veja algumas alguns destes trabalhos:

jan
14

Agora é a vez dos bordados

Postado por soteropolis

richelieuLuciana, nossa apresentadora, já vestiu de tudo um pouco. Com a nova proposta de vestir, a cada mês, trabalhos de diversos estilistas, passou pelo glamour de Vitorino Campos e um lado mais transgressor de Tarcisio Almeida. Em 2010, a inovação no Soterópolis começa pela figurino. Quem veste Lucianaé Erenice Bezerra, proprietária da loja Ivanice Bordados. Localizada na Rua do Tesouro, nº 3, no Centro Histórico, a loja  é especializada em bordados e rendas. Erenice relata que seus principais clientes são baianas de acarajés e pessoas envolvidas com o candomblé. Por isso, vende roupas de orixás, ialorixás, babalorixás e de baianas (algumas chegam a custar R$ 1.200,00).

Mas nem só de roupas de candomblé e folclóricas vive a Ivanice Bordados. A loja vende blusas, batas, vestidos com bordados artesanais como o richelieu, o ponto cheio e o crivo. Este será o modelo de roupa que Luciana veste este mês, seguindo as tendências da moda para o verão, que utiliza os bordados. Erenice destaca que muitos destes bordados são feitos ainda de forma artesanal, o que mostra a qualidade dos trabalhos. O richelieu, por exemplo, é feito a mão por bordadeiras utilizando as máquinas de pedal e fios de cordas. Um trabalho artesanal que dá um bom resultado nas roupas.

Se você quiser conhecer a Ivanice Bordados, é só chegar no endereço:

Rua do Tesouro, nº3, Centro Histórico
Referência: após o Cine Glauber Rocha, seguir direto sentido Pelourinho.
Telefone: (71) 3322-9579

jan
14

O cineasta Fernando Meirelles quer novos desafios para 2010

Postado por soteropolis
Nosso repórter, Arlon Souza, entrevista Fernando Meirelles em um dos cenários mais encantadores de Salvador

Nosso repórter, Arlon Souza, entrevista Fernando Meirelles em um dos cenários mais encantadores de Salvador, o Museu de Arte Moderna da Bahia.

Fernando Meirelles estourou popularmente com o filme Cidade de Deus em 2002. Pesquisando a sua biografia descobrimos uma extensa produção televisiva que inclui desde comerciais até programas para a TV Cultura (Castelo RáTimBum) e a TV Gazeta. Recentemente, Meirelles participou da campanha brasileira para obter as Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016. Não é que ganhamos à concorrência!

Nesta entrevista para o Soteropolis, ele confessa que já estava cansado da publicidade quando partiu para o cinema, estreando com o filme Domésticas. Atualmente, o diretor revela que gosta mais de trabalhar com as séries televisivas do que o cinema. “Prefiro fazer televisão, porque se financia rápido. Um filme com muito sucesso no Brasil tem três milhões de espectadores. Se faz um fracasso na televisão, tem 18 milhões. Então eu prefiro o fracasso na televisão do que o sucesso no cinema”, confessou Meirelles ao repórter Lucas Cunha, Revista Muito, ainda impactado com retorno da série Som e Fúria que estreou ano passado.

Empolgado com este formato, ele conta sobre o seu novo projeto, uma série que será toda rodada na Bahia. A história é baseada no livro Defeito de Cor da historiadora Ana Maria Gonçalves. Será uma saga de uma escrava africana, desde a sua chegada a Ilha de Itaparica até o seu retorno a África.

Vamos esperar!

jan
14

Os efeitos do Efeito Bogary

Postado por soteropolis

O Cascadura lançou em dezembro de 2009 o DVD Efeito Bogary, que disseca o disco Bogary com a participação do produtor André T, amigos, fãs e colaboradores da banda. Se você gosta de boa música, o Soterópolis recomenda: ouça Bogary, o disco, e assista o documentário Efeito Bogary, que você pode comprar através do site oficial da banda, o www.bandacascadura.com. Eles entregam em todo o Brasil.

Aqui, no nosso blog, e no Flickr dos caras, você pode ver algumas fotos do lançamento (Fotos: David Campbell).

jan
14

A glória e a decadência de uma região

Postado por soteropolis

magnificos_thumb[2]A equipe do Soterópolis conversou, via skype, com Bernard Attal, diretor do documentário “Os Magníficos”, que integra o DOCTV IV. O filme aborda a glória e decadência da região cacaueira com foco nas consequências que a “vassoura de bruxa” trouxe para a região. Os personagens revelam, sem reservas, a queda de poder econômico e social que enfrentaram após o surgimento da praga agrícola. O documentário conta com uma bela fotografia, aliás, a estética de “Os Magníficos” foi influenciada pela obra “Soberba” de Orson Welles. A TVE vai exibir o documentário de Bernard Attal na quinta-feira (14/01), às 23h30, e no domingo (17/01), às 23h20.

Veja aqui o trailer do documentário:

jan
14

Com vocês, Preto Sábio 05

Postado por soteropolis

17532953Em fevereiro de 2004, os amigos Josi Freitas e Kiko Cerqueira, com o objetivo de criar uma proposta musical diferente, resolveram mesclar suas concepções musicais. Daí surgiu a banda “The Black Root’s”, que depois, por sugestão de um amigo, passaria a se chamar “Preto Sábio 05”. O Soterópolis traz uma reportagem com os integrantes da banda e, claro, músicas. No bate-papo, eles falam sobre a formação do grupo, os projetos e o primeiro CD, “O quê que é isso?”. O disco é composto por onze faixas e conta com a participação de artistas do cenário musical baiano como O Círculo (Pedro Pondé), Diamba (Duda), Amanah (Thomas e Júlia) e MC Haggar.

Conheça mais sobre a banda no MySpace

jan
13

Exposição Luanda: Smooth and Rave

Postado por soteropolis

Luanda: smooth and rave A exposição Luanda: Smooth and Rave, ou em bom português, Luanda: Suave e frenética tem como temática central retratar a cidade de Luanda. Mas não é qualquer Luanda, nem muito menos aquela estereotipada, como muitas cidades africanas já conhecidas por muitos.
Nessa exposição, que tem como objetivo estabelecer um elo entre Angola e Brasil, os brasileiros terão a oportunidade de conhecer um país moderno e globalizado através dos fenômenos artísticos que estão ocorrendo na África.
Em plena efervescência cultural, temas como guerras e tragédias vividas pela África do passado não são retratadas nas obras dos quatro artistas contemporâneos locais, Ihosvanny, Cláudia Veiga, Kiluanji e Yonamine. Através das fotos e das vídeoartes é possível identificar os impactos das transformações ocorridas na África e de que forma eles dialogaram com essas mutações.
A exposição tem curadoria de Fernando Alvim e marca o inicio da segunda trienal de Luanda no Brasil que será realizada no segundo semestre desse ano e vai contar com 17 artistas de Angola.
Ainda dá tempo de conferir a exposição até o dia 10 de Fevereiro na Galeria Solar Ferrão, no Pelourinho e se deliciar com a nata da arte contemporânea de Angola!

jan
8

Música Virtual

Postado por soteropolis

headphones-resized-image-780x300Desde que a internet chegou à vida das pessoas, muita polêmica circulou pela mídia e pela opinião pública em torno da prática dos downloads de conteúdo protegido por direitos autorais, como filmes, livros, fotografias, e principalmente música. Embora esta circulação livre de arquivos desperte a insatisfação de muitos – vários artistas fazem uso da internet como principal aliada para o alcance de seus trabalhos. A exemplo de Lucas Santtana – que acaba de lançar o quarto disco da carreira, Sem Nostalgia, através do seu portal na internet – chamado Diginóis, (www.diginois.com.br ) e da banda Os Irmãos da Bailarina, solta ao mesmo tempo o disco de estréia e um videoclipe na sua página no myspace: www.myspace.com/osirmaosdabailarina .

A matéria esclarece ainda alguns modos de se fazer download de conteúdo pela internet, seja através de programas de trocas de arquivos entre usuários como Emule e Soulseek (você encontra ambos no site: www.superdownloads.com.br, ou pelo próprio conteúdo existente na página referida a cada assunto buscado.

Lembrando crianças, que pirataria é crime, e qualquer material a ser baixado pela internet, deve ser feito mediante autorização do proprietário dos direitos sobre o referido material.

jan
7

Educadora saindo dos estúdios

Postado por soteropolis

A Rádio Educadora é conhecida pelo compromisso de veicular música de qualidade, com foco nas produções musicais baianas. Muitos dos seus programas são conhecidos pelo grande público, como o Multicultura, o 16 Toneladas, o Rádio África, dentre outros. Mas não só de música vive a Rádio Educadora (RE). Como instituição vinculada ao IRDEB, a RE tem o compromisso de manter contato com seu público através de projetos que estejam fora dos estúdios da 107.5FM.

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