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Histórico para categoria ‘Culinária’

abr
24

Chef em Casa e o Pecado da Gula

Postado por soteropolis

Por Zeca de Souza

Vários dos pecados capitais se encontram na prática da gula. Preguiça, avareza e cobiça por exemplo são facilmente identificáveis no exercício de ser guloso.

Claro que, não é aconselhável que você seja um guloso, mas que viva a vida com equilíbrio. Cuide de sua alimentação mas reserve momentos para os prazeres do palato, de preferência reunido com quem você gosta. É com esse princípio que um projeto foi criado em Salvador para unir alta gastronomia, enologia e o prazer de estar em boas companhias, o Chef em Casa.

Criado pela sommelier Patrícia Penha, o projeto dobrou de público desde que começou e o feedback de quem compareceu é muito positivo.

O ambiente é residencial. Música lounge, bom papo, e a cada edição um chef convidado para preparar um menu especial. Já passaram pelo projeto os chefs Kátia Najara e Vini Filgueiras (Cantina du Vini), devidamente harmonizados pela carta de vinhos da sommelier Patrícia Penha.

Chefe em casa

Fique atento à próxima edição do projeto Chef em Casa e reserve sua vaga através dos telefones (71) 9643-2161 e (71) 8811-3561.
abr
9

Dá pra encontrar um bom rango por apenas um real?

Postado por soteropolis

Por Zeca de Souza

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É difícil de achar, mas não impossível. Em tempos de sobe-e-desce de preços de materiais e ingredientes, encontrar produtos alimentícios a preços extremamente populares como o da moedinha de um real não é tarefa fácil, mas procurando com cuidado a gente encontra.

No centro de Salvador, há uma lanchonete que vendia salgados como coxinha, boliviano, saltenha e similares por dois reais. Eis que o proprietário teve a idéia de baixar o preço para um real e a freqüência do público triplicou.

É claro que uma mudança deste tipo requer também mudanças no ritmo de produção. No caso desta lanchonete, o sistema de produção mudou: ao invés de uma cozinha, há uma fábrica que distribui para as sete lojas da empresa. Algum maquinário foi necessário para aumentar a produtividade, daí a possibilidade de colocar o preço de um real. O público adora. As lojas vivem cheias e o dono está sempre com um sorriso no rosto. Assista a seguir.

Em uma escala muito menor, há carrocinhas de cachorro-quente pela cidade que conseguem vender o hot dog a um real também. O segredo está na investigação dedicada a ingredientes mais baratos, normalmente encontrados na venda por atacado. Há vendedores que possuem empresa registrada e conseguem um preço mais em conta comprando através do CNPJ.

O público faz a festa, principalmente estudantes e trabalhadores que normalmente passam por essas carrocinhas em suas rotinas.

Infelizmente, por esse preço, encontramos apenas lanches e praticamente nenhuma opção saudável de alimentação. Uma salada de frutas por exemplo, tem um custo de produção que não viabiliza ser vendida por um real cada copo.

mar
12

Doces Moças e seus Doces

Postado por soteropolis

por Zeca de Souza

A maioria das pessoas que trabalha com culinária tem uma história parecida. Em casa, cresceram de olho no que mães e avós faziam até se arriscarem nas próprias experimentações, o primeiro ovo frito, o primeiro bolo, o primeiro macarrão. Mas a coragem de encarar isso profissionalmente nasce de situações diversas.

No Soterópolis desta semana conversamos com Maria Brandão da Babette Artesanal e com Lilian de Almeida, ambas baianas e talentosíssimas quando o assunto é desenvolver receitas saborosas.

Maria criou em 2013 a Babette Artesanal, em que semanalmente oferece aos clientes (em comunicação via mailing e redes sociais) a fornada da semana. Pães e biscoitos em uma variedade incrível e que a Babette ainda entrega na sua casa. É só pedir através do e-mail falecom@babetteartesanal.com.br .

Maria Brandão e seus quitutes | Foto: Marília Randam

Maria Brandão recebeu a equipe do Soterópolis e fez um delicioso pão de chocolate – e claro, deu a receita pra gente:

Pão de chocolate

Ingredientes:

25 g de manteiga

25 g de açúcar

250 g de farinha de trigo

70 a 100 g de água

3 g de sal

7 g de fermento biológico seco (ou 20 g de fermento fresco)

1 ovo 100 g de gotas de chocolate ou chocolate em barra picadinho

Modo de preparo:

Separe 50 g da farinha de trigo, adicione o fermento e metade da água, misture até incorporar os ingredientes e deixe descansar por 10 minutos.

Junte o restante da farinha, o açúcar e ovo em uma tigela, adicione a mistura de farinha e fermento e a água (aos poucos) até fazer uma massa homogênea e que solte das mãos.

Aos poucos vá acrescentando a manteiga até que ela se incorpore à massa.

Por último, adicione o sal.

Em uma superfície lisa e limpa, sove por 10 a 15 minutos até obter uma massa lisinha e elástica e que não se rompa fácil quando esticada.

Acrescente as gotas de chocolate e misture até se espalharem na massa (cuidando para não manipular demais e elas derreterem).

Deixe descansar em um recipiente e coberta por um pano limpo por 30 minutos.

Após este primeiro descanso, amasse um pouco a massa para tirar o excesso de gás.

Deixe descansar por mais 30 minutos.

Faça bolinhas de tamanho uniforme e acomode em uma forma untada.

Pré-aqueça o forno a 220-250 graus.

Deixe as bolinhas descansarem por mais 20 a 30 minutos e leve ao forno por cerca de 25 minutos ou até ficarem com a superfície e o fundo dourado.

É clichê, mas é editando este tipo de matéria que nós, na televisão comemoramos o fato de que a tecnologia ainda não criou a transmissão de cheiros, porque a tentação visual já é demais pra nossos corações. E como se não bastasse a fornada da Babette, Vania Dias levou nossa equipe até a baixa do Bonfim, na casa da chef Lilian de Almeida.

Lílian de Almeida com a mão na massa | Foto: Luis Antonio

Lilian acaba de sair de uma acirrada disputa culinária de nível mundial em que concorreu com sua baianíssima sobremesa de torta de frutas e tapioca por uma bolsa de estudos em uma conceituada escola australiana. Foi um fenômeno de popularidade nas redes sociais mas no concurso ficou em segundo lugar. O que interessa é que a agenda de Lilian está bombada e a sobremesa é sucesso total. E ela preparou pra gente e nos deu a receita, olha só:

Tortinha de Frutas e Tapioca

Ingredientes

Massa:

2 xícaras e 1/2 de farinha de trigo
1/2 xícara de açúcar
50 g de manteiga
1 gema de ovo
1 colher de sopa água gelada
1 pitada de sal

Creme:

300 ml de leite de vaca
300 ml de leite de côco
1 xícara de tapioca granulada
50 g de açúcar

Calda:

Umbú
Jaca
Manga
Acerola
Goiaba
1/2copo de suco de caju
1/2 copo de conhaque
mel a gosto
açúcar a gosto
Preparo

Massa: com a ponta dos dedos incorpora a manteiga aos ingredientes secos até formar uma farofa. Mistura a gema com a água e rega a “farofa”. Incorporando tudo, envolve em papel filme e gela por 30 minutos. Abre a massa, forra as forminhas e leva ao forno a 180º até  ficarem douradas.

Creme: incorpora os ingredientes e deixa hidratando.

Calda: põeas frutas cortadas em cubos  numa assadeira, polvilha açúcar e rega com a mistura mel+conhaque+suco. Leva ao forno alto sempre envolvendo com uma colher. Cozinha as frutas e deixa reduzir a calda.

Recheia a massa com o creme, põe a calda com pedacinhos de frutas por cima e serve.

E aí? Água na boca? Vá lá na página de Lilian de Almeida e resolva isso já: www.facebook.com/liliandealmeidachef

jan
29

Hora de fazer um trampo extra

Postado por soteropolis

Por Edinaldo Júnior

A realidade financeira dos brasileiros não é nada fácil. E pra isso, não precisamos de números. Basta reparar o quanto os preços dos produtos e serviços aumentaram em total desacordo com os aumentos do salário mínimo. E não precisa ser especialista para entender esse contexto. Com orçamentos no vermelho e com mais inadimplentes pulverizados por todo o país, muita gente tem apelado para todo tipo de artíficio na hora de descolar uma grana a mais no fim do mês. Embalados pelo microempreendedorismo, aquela ideia de que cada um pode montar seu pequeno negócio, muitas pessoas embarcam agora em linguagens diferentes dos trabalhos oficiais, aqueles que garantem a estabilidade.

 

Duda Lima é terapeuta ocupacional. A sua rotina diária começa cedo, até meio dia ela assume esta função garantida por formação. Mas é a partir do turno da tarde que as inquietações humanas são deixadas de lado e Duda consegue extravasar sua energia criativa confeitando bolos. E desde que decidiu fazer um mimo no aniversário do filho, ela adquiriu uma outra profissão. “O desejo de fazer bolos começou por prazer. Minhas amigas começaram a pedir que fizesse, mas nunca levei a sério. A idéia não era viver disso”, conta Duda, que precisou contratar mais profissionais para dar conta das encomendas para o final do ano.

 

A profissionalização surge quando menos se espera. É como se o trampo extra dominasse a pessoa por completa. Foi o mesmo que aconteceu com Luciana Brito. Os ternos, talleurs e blazers compõem o visual da advogada que trabalha na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA). Ela se divide entra formalidade burocrática do meio jurídico com a liberdade e o experimentalismo da música. No Sasminina, Luciana transforma-se em Lule, cantora do grupo de samba que espalha suingue em um bar no Rio Vermelho. Em busca de profissionalização na música, a advogada Luciana acredita viver uma vida de personagem de desenho animado. “Eu costumo dizer que é a minha identidade secreta, sou meio Clark Kent. É a informalidade sempre em jogo. Óbvio que tem dar leveza à vida diária na advocacia, mas o mundo artístico e as suas brincadeiras me ajudam a viver essa dupla jornada”.

 

Uma vida dupla entre a música e um trabalho formal também é rotina de Edy Blues. Com nome de artista, ele trabalha todos os dias em uma loja de instrumentos musicais no centro da cidade. Bom pra ele, que consegue aliar a paixão pela música diariamente e trabalhar com o que gosta é privilégio para poucos. E assim, Edy mantêm o ofício de vendedor e o ofício de cantor de uma banda que anima formaturas e casamentos. “Vou contar um segredo. Nunca trabalhei com outra coisa se não com música ou trabalhando em lojas de instrumentos. Nessa brincadeira, já se vão mais de 25 anos”.

 

Quando trampo extra vira profissão é porque está na hora de repensar o que realmente gosta de fazer. Designer de moda que virou joalheira, joalheira que não sabe se vive disso ou se é um trabalho a mais, dúvidas que atormentam Tainá Cordeiro. Não que ela esteja amargurada com isso. Cheia de sorrisos, ela se divide entre os croquis e as joias, sem reclamar, vivendo de uma sazonalidade que o universo atribui. Tudo começou ainda na faculdade: os estágios não rendiam grana, não contratavam e nem valorizavam os iniciantes. Mas um biquini aqui, uma bijú acolá, e Tainá foi descolando atividades que quebravam o galho. Hoje, a arte da bijuteria tem sido sua principal fonte de renda. E o design de moda? – perguntam-se os leitores. Tainá prefere a eventualidade do freelancer para montar alguns looks de trabalhos específicos. Ora com as roupas, ora com bijuterias, ora com trabalhos informais, os brasileiros parecem ter esse sangue de raça. Pindaíba vai, pindaíba vem, e as tentativas de engordar sempre um pouco mais o porquinho deixa qualquer um na pegada do se vira nos trinta.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

jan
3

Culinária Mexicana e Boliviana

Postado por soteropolis

Por Maria Rita Werneck

Burrito

O Soterópolis resolveu fazer um tour gastronômico pelas Américas, tendo como ponto de partida o México e a Bolívia. Vania Dias visitou dois restaurantes de Salvador que são especializados nas culinárias mexicana e boliviana, experimentando verdadeiras delícias.

Na primeira parada dessa viagem degustativa, chegamos ao México. De cultura muito rica, a população deste país é miscigenada, formada pelos povos indígena, espanhol e estadunidense. Toda essa mistura refletiu bastante na cultura dos mexicanos e, obviamente, na sua culinária.

Quando se pensa em comida mexicana, logo vem na cabeça um ingrediente indispensável para ela: a pimenta. Esse condimento ou fruto como muitas pessoas consideram é a alicerce de vários pratos desse país que tem, aproximadamente, 118 milhões de habitantes. Além do chilli, vários outros alimentos, como o milho, o abacate e a abóbora compõem a gastronomia mexicana tradicional que, cada vez mais, está se difundindo pelo mundo e se misturando com outras, a exemplo da Tex-Mex, que é uma combinação com a culinária do sudoeste dos EUA.

Parece que a pimenta também é um importante ingrediente de outra gastronomia das Américas. Na Bolívia ela também aparece, mas em proporções menores. Se você já comeu uma Saltenha, tipicamente, boliviana, com certeza, sentiu um marcante ardor e conheceu um dos pratos mais famosos desse país que fica no centro da América do Sul, fazendo fronteiras com o Brasil, Paraguai, Chile, Peru e Argentina.

Saltenha

A popularidade desse salgador ganhou o Brasil, fazendo parte de lanchonetes e dos cardápios de festas de aniversários. Mas, foi um outro prato boliviano que ganhou destaque nessa matéria: o Pique-Nacho, uma mistura simples e saborosa de pedaços de carne com de salsicha.

Acompanhe essa viagem gastronômica pelas Américas e veja como é fácil preparar dois pratos típicos mexicanos.

Assista a matéria no vídeo abaixo;

dez
26

O Soterópolis no Ajeum da Diáspora!!

Postado por soteropolis

Por Vania Dias

 

Os domingos ganharam um sabor especial no Tororó e o Soterópolis foi conhecer a novidade que já é sucesso na região há quase um ano. Com um cardápio novo e, quase que exclusivo a cada edição, D. Angélica Moreira, uma senhora simpática de sorriso largo e fácil, é a responsável por este agito gastronômico que tem endereço fixo e uma novidade especial a cada semana.

Foto: Lígia Santana

A ideia não é ser um restaurante tradicional, e sim uma cozinha aberta para os amigos e para os amigos de amigos. Ajeum da Diáspora é uma cozinha de resistência.  Uma experiênia gastronômica que valoriza a culinária afro-brasileira e, em uma atmosfera caseira, recebe nos cômodos da casa que D. Angélica vive com a família,  um máximo de até 50 pessoas. A presença e a confirmação é feita por telefone até um dia antes do evento.

 

Agélida Moreira / Foto: divulgação Ajeum da Diáspora

“A gente propõe o compartilhamento, não só da casa e das mesas que são grandes e coletivas, mas também do alimento que é servido em uma grande gamela de barro na porção indicada pra quantidade de pessoas daquele grupo”, esclarece D. Angélica ao explicar que essa proposta de comida coletiva é também uma herança de valores e de costumes africanos.

 

Tudo cheira bem nessa casa acolhedora de gente que te serve sorrindo e te olha nos olhos. O manjericão colhido do quintal, na hora, é um ingrediente presente no temperar dos pratos. Neste domingo da reportagem, degustamos da “Mariscada Ijexá”, prato preparado pelo talento culinário de D. Angélica e batizado pela filha Daza, que estuda os ingredientes usados pela mãe e propõe um nome que dialogue com valores e identidades culturais afros.

 

Além do prato principal, a clientela pode provar de uma entrada surpresa proposta pela casa e e de algumas bebidas exclusivas como  “Fufu”, composta com aguardente, leite de coco e gengibre e ‘Dedeu’, uma batidinha fresca de tamarindo”. Ficou com água na boca? Basta  acompanhar a nossa reportagem dessa quinta-feira, às 21h, na tela da TVE-BA ou pelo portal do IRDEB.

mar
14

Feijoada da Glória das Sete Portas

Postado por soteropolis
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Fotos: Vania Dias

 

Olha gente, a nossa equipe esteve na feira das Sete Portas, em Salvador, porque ouviu falar que aos sábados, Dona Glória Andrade serve uma feijoada completa em seu restaurante, aí a gente aproveitou e convidou a cozinheira em pessoa para nos guiar em todos os preparativos para este prato clássico da culinária brasileira.

 

Primeiro, como dissemos, fomos à feira para comprar as carnes de boi: chupa-molho, peito, costela defumada, músculo, mocotó e fato; as carnes salgadas: carne de sertão, sal-presa, calabresa, bacon e toucinho branco.

Vale lembrar que tudo fica mais saboroso se as carnes são compradas frescas, e não oriundas de algum período congeladas.

 

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Fotos: Vania Dias

 

Então fomos em busca dos temperos: cebolas (da convencional e da roxa), cominho, corante, folhas de louro, pimentão, tomate, cebolinha, alho, hortelã-fino e manjericão.

E claro, alguns quilos de feijão (que no caso de Dona Glória, prefere usar do tipo carioquinha, aquele marronzinho).

 

O procedimento para fazer a feijoada em tese é bem simples. Mas o Soterópolis recomenda que você aprenda sendo orientado por alguém que saiba como preparar. Mesmo assim, vamos aos passos:

– Você coloca todas as carnes na panela, devidamente cortadas e tratadas.

– Aí você joga por cima, o preparado com os temperos vegetais e condimentos.

– Então, depois das carnes fervidas com o tempero, você põe o feijão na panela junto com as carnes e temperos pra cozinhar por uma hora e meia (esta quantidade de tempo é porque Dona Gloria fez um panelão pra 150 pessoas).

 

– Aproveite este tempo e vá preparar um arroz, uma saladinha, um molho de pimenta…

Pronto, sua feijoada está pronta para ser abatida (e abater você em seguida). Sirva-se, sirva seus convidados, e cuidado com os exageros.

Ah! E se quiser ir comer a feijoada de Dona Glória Andrade, ela serve o prato lá no restaurante dela, aos sábados. O estabelecimento fica no Largo das Sete Portas, no Mercado das Sete Portas, próximo ao estacionamento.

 

Nesta quinta, dia 14 de março, às 22h; com reprise no domingo, 18h

Acesse também o Portal do IRDEB Clique aqui

jan
12

Veleiros a Beiramar

Postado por soteropolis

Soteropolitanos do nosso planeta! No programa dessa semana eu tive o enorme prazer de conversar com Dona Adê e Sr. Wilson, seu companheiro de vida e trabalho, no Restaurante Veleiros, que fica na Av. Beiramar no bucólico bairro da Ribeira. Fui saber da receita de um tal pirão de aipim que tinha um segredo e acabei descobrindo que o grande segredo é a alegria e gentileza com a qual eles temperam tudo e todos que passam pelo restaurante. Se vocês quiserem aprender a tornar a vida mais saborosa não percam essa entrevista. E pra não dizer que não falei das flores, o pirão é mesmo uma delícia e compartilhar delícias com os amigos é a melhor receita dessa vida!

 

Dona Adê & Ricardo Castro

Receita pirão de aipim – Restaurante Veleiros

80 g manteiga

10 g queijo ralado

100 ml leite

400 g carne de sol

600 g de aipim amassado

Salada vinagrete para acompanhar

(Endereço: Av Beiramar 399 – Ribeira. Tel.: (71) 3316-1113)

Escrito por Ricardo Castro

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