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Histórico para categoria ‘Teatro’

ago
8

Tubo De Ensaio – Toda Forma De Amor, Um Musical – Parte 1

Postado por soteropolis

Por Marina Montenegro

A proposta do Tubo de Ensaio é acompanhar o processo artístico de uma manifestação. Para este mês acompanhamos o musical Toda Forma de Amor, dos diretores Claudio Simões e George Vladimir.

A peça conta a história de cinco amigos na transição da juventude para a fase adulta e se ambienta entre os anos 1988 e 1991. O espetáculo conta com uma banda, que tocará ao vivo músicas de Lulu Santos, Cazuza, Caetano Veloso, Titãs e Paralamas do Sucesso, além de outros artistas que marcaram a década de 1980.

O processo de construção da montagem teve preparação vocal dos atores, ensaios com a banda, ensaios de texto e aulas de corpo e cenografia. O Soterópolis foi conferir como foi este processo e apresenta a construção do espetáculo esta semana.

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Na semana que vem você pode assistir ao resultado deste tubo de ensaio.

 

SERVIÇO:

Toda Forma de Amor

Estreia 08/08 (sexta-feira)

Teatro Acbeu – Corredor da Vitória

21h

R$50 inteira

 

mai
1

O trabalho do cenotécnico

Postado por soteropolis

Por Denise Dias

Quando você assiste a um espetáculo teatral se dá conta dos muitos elementos que se interligam para aquela realização: direção, ator, luz, figurino, maquiagem, trilha musical, cenário… É uma demanda daquelas!

A harmonia entre todos é essencial para o sucesso do projeto. Hoje vamos nos debruçar sobre o trabalho do cenotécnico. A principal função desse profissional é concretizar o projeto do cenógrafo, articulado com outras equipes como marcenaria e serralheria.

Ao contrário do que muita gente imagina a criatividade não é o que impulsiona a atividade. O cenógrafo precisa estar atento aos materiais que serão utilizados e que caibam no orçamento, à dinâmica de montagem e desmontagem de cenários e a questões relacionadas à segurança da equipe. Existem inclusive normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego que auxiliam esse profissional.

Nós conversamos com várias pessoas que atuam no ramo como Leandro dos Santos, Alexandre Moreira, Adriano Passos e André Cruz. Uma queixa comum é a falta de cursos regulares para técnicos que atuam nos bastidores das produções teatrais. E diante desse cenário, a prática acaba se tornando a principal escola dos cenotécnicos.

 

abr
9

O Compadre de Ogum no teatro, ou melhor, na igreja

Postado por soteropolis
Atores e músicos do Cortejo Afro participam da encenação

Atores e músicos do Cortejo Afro participam da encenação

Por Zeca de Souza

Da obra de Jorge Amado Os Pastores da Noite, a história O Compadre de Ogum se tornou espetáculo de teatro sob a direção de Edvard Passos, que também assina aadaptação do texto.

A trama gira em torno da situação em que se encontra o personagem Massu, que acaba de saber que é pai de uma criança. Mas qual dos amigos deve ser o padrinho? Depois de muita confusão eis que o orixá Ogum assume para ele próprio a honra- aí é que aparece outro problema: será que a divindade será admitida na igreja para a cerimônia?
A motivação para o projeto nasceu do desejo de falar sobre Salvador. O motivo de ter ido em Jorge Amado vem de uma vontade de se reconectar com a Bahia antiga, a baianidade clássica que se perde ao passo em que Salvador se torna mais cosmopolita com o passar do tempo.
Ainda assim, houve o cuidado para aproximar o texto dos dias de hoje. O original é de 1950, ano de Copa do Mundo, a coincidência ideal para linkar com os dias de hoje, incluir gírias e outros signos atuais.
A peça estreou em plena semana de comemorações pelo aniversário de Salvador, no inusitado espaço da igreja de Santana – a paróquia mais conhecida popularmente como Igreja do Largo da Dinha, no Rio Vermelho.

A Igreja de Santana foi fundada no ano de 1580, no começo da colonização no Brasil, com o objetivo claro de expansão da catequese indígena – em um tempo em que o Rio Vermelho era uma localidade muito distante do que se considerava o centro de Salvador.
Nos anos 1960, com a fundação da nova Igreja de Santana (ao lado da colônia dos pescadores do Rio Vermelho) a antiga perdeu importância e apenas recentemente começou a ter atenção do poder público sobre ela.
O fato é que, em diversos locais do Brasil, edificações religiosas servem como espaço para atividades culturais e com a Igreja de Santana é perfeitamente aceitável tal adaptação, uma vez que, dá pra unir a ocupação com a proximidade do público que frequenta a maior zona boêmia de Salvador.
mar
28

SOTEATRO – Dramaturgo III – Adelice Souza

Postado por soteropolis

por Edinilson Motta Pará

O Soteatro que será exibido em 27 de março, dia do teatro, apresenta a terceira e última parte da série Dramaturgos. Desta vez, com uma entrevista  com a dramaturga e escritora Adelice Souza.

A autora estreou na literatura em 2001 com o livro de contos “As Camas e os Cães” que foi um dos vencedores do Prêmio COPENE de Cultura, Arte e Literatura de 2001. Em seguida lançou “Caramujos Zumbis” (2003), “Para uma Certa Nina” (2009) e o romance “O Homem que Sabia a Hora de  Morrer” (2012).

Seus contos estão em várias coletâneas nacionais (“30 Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura Brasileira”, Ed. Record, “Aos pés das Letras”, Ed. Annablume, “Outras Moradas”, Ed Caramurê) e alguns foram traduzidos nos Estados Unidos e no Canadá.

Bacharel  em Artes Cênicas, como dramaturga e diretora teatral Adelice Souza escreveu cinco textos para teatro, sendo que quatro já foram encenados sob sua direção: “Fogo Possesso” (2005), “Jeremias, Profeta da Chuva” (2009), “Francisco, um Sol” (2010), “Kali, a Senhora da Dança” (2013), e um continua inédito, “Antônio, um Peixe” (2008).

Recentemente defendeu uma tese de doutorado no Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFBA, que aborda a relação entre os exercícios praticados na Yoga e a preparação dos atores para construção dos personagens.

Em abril estreia uma adaptação do seu livro de contos “As Camas e os Cães” para teatro com os atores Marcos Machado e Irema Santos, com o nome “A Atriz que Não Sabia Morrer”.

 

 

mar
26

Soterópolis bate papo com o diretor e ator Gordo Neto

Postado por soteropolis

por Caroline Vieira

Por trás das câmeras com Gordo Neto - Foto: Renato Fernandes

No mês do aniversário do teatro e do circo, o Soterópolis bateu um papo franco com o diretor, ator e articulador cultural Gordo Neto. Nesta conversa, falamos sobre uma possível crise, formação de plateia, grupos teatrais e políticas públicas para o teatro. O encontro foi na Casa Preta, espaço de residência do Vilavox, grupo que Gordo faz parte.

 

Nascido Eurico Freitas Neto, ele logo ficou conhecido no meio teatral pelo carinhoso apelido de Gordo Neto. Com mais de vinte anos de carreira, o ator iniciou a sua formação no Curso Livre da UFBA e no Núcleo de Formação do Ator. A estreia foi com Noites Vadia (1993), sob a direção da veterana Hebe Alves.

O ponta pé para a carreira e a paixão intensa pelo teatro teve início na UFBA mas ganhou corpo e fôlego no Teatro Vila Velha. Neste espaço, estreou como diretor, no final da década de 1990.

Gordo Neto e Vania Dias - Foto: Renato Fernandes

Um dos fundadores do Vilavox, em 2001, Gordo dirigiu importantes montagens. Em 2012, foi a vez de Dissidente, texto de Michel Vinaver, com o qual ganhou o prêmio Brasken, 2013, de Melhor Diretor.

Para o artista fazer teatro é mais do que atuar, escrever e montar. É movido por este pensamento que Gordo Neto acredita que é necessário lutar por melhores condições para classe e políticas públicas que permitam o desenvolvimento do teatro tanto na capital quanto no interior.

Ficou curioso? Então, não perca o Programa Soterópolis desta semana!

mar
19

A caixa não é de Pandora

Postado por soteropolis

por Érica Fernandes

Virginia Woolf foi uma mulher à frente do seu tempo. Consciente, crítica e irônica, a escritora, considerada uma das maiores romancistas do século XX, é a autora de um ensaio sobre a condição social das mulheres de sua época: Um Teto Todo Seu.

Na obra, Virginia Woolf investiga também a participação feminina na produção literária e a influência do machismo na indiferença dessa escrita ao longo do tempo. E chega a uma conclusão: somente quando a mulher se torna independente financeiramente e com um “teto todo seu”, ela passa a ter voz ativa e ser condutora de sua própria vida.

Inspirada pela leitura desse livro, a atriz baiana Andrea Elia, junto com o diretor Elísio Lopes Jr., decidiu escrever o espetáculo “A Caixa Não é de Pandora”, em cartaz neste mês de março em Salvador.

Andrea Elia, em entrevista ao Soterópolis

A história é livremente baseada no ensaio de Virginia Woolf e fala sobre a crise de identidade de uma escritora de “romances açucarados” – Pandora Lobo.

Título de Pandora Lobo, protagonista vivida por Andrea Elia no teatro

O título também faz referência ao mito grego que narra a chegada da primeira mulher à Terra e, com ela, a origem de todas as tragédias humanas (“a caixa de Pandora”). Criada por Zeus para vingar Prometeu, Pandora surge na Terra com uma caixa que contém todas as desgraças e um único dom – a esperança, sob a recomendação de jamais abri-la. Vencida pela curiosidade, a caixa é aberta, mas fechada antes de a esperança sair.

“Essa metáfora foi a maneira encontrada pelos gregos para representar, num enredo de fácil compreensão, conceitos relacionados à natureza feminina, como a beleza, a sensualidade e o poder de dissimulação e de destruição.” (Fonte: http://www.significados.com.br)

A caixa NÃO é de Pandora (o espetáculo) exime a protagonista da culpa pelos males do mundo e mergulha no universo feminino e nos dilemas enfrentados por uma Pandora moderna, na busca pela libertação de todas as mulheres que existem dentro dela.

 

Serviço

A CAIXA NÃO É DE PANDORA

Dir.: Elísio Lopes Jr.

Teatro Jorge Amado – Pituba

Até 30/03 (sexta, sábado e domingo) – R$ 20

fev
10

DESTAQUES DO PRÓXIMO PROGRAMA – SOTERÓPOLIS 13/02

Postado por soteropolis

Por Edinaldo Junior

O Soterópolis desta semana traz muita música, palhaçaria e comportamento. No quadro Perfil, o músico baterista Marcelo Brasil revela seu processo de criação ao longo da carreira, que inclui nomes importantes da música brasileira e internacional. Músico autodidata, ele integra a família Brasil, conhecida pela veia musical forte. Marcelo é irmão de Luiz Brasil (guitarrista), Jorge Brasil (baterista) e Mou Brasil (guitarrista). Já tocou com Sarajane, integrou a banda de Moraes Moreira, Luiz Caldas e Jimmy Cliff. Participou também da turnê “Fina Estampa” de Caetano Veloso.

Ainda falando sobre música, acompanhamos a reunião do rock da Bahia com o rock de Pernambuco com o projeto paralelo Trummer SSA (Super Sub América). O trabalho juntou integrantes da Vivendo do Ócio, Luca Bori e Dieguito Reis, e o vocalista e guitarrista da Banda Eddie, Fábio Trummer, que se apresentaram no Teatro Sesc-Senac Pelourinho. Depois da junção, em menos de três meses, os músicos já tinham composto e arranjado dez músicas, que logo foram gravadas em um esquema ao vivo no estúdio. As faixas gravadas integram o álbum ‘Ardendo em Chances’.

E ainda tem a homenagem que jovens músicos baianos renderam a um dos mais importantes grupos do Estado e do cenário da música brasileira: Os Novos Baianos. Sob o comando de Lahiri e Kashi Galvão, filhos de Luiz Galvão, o projeto intitulado ‘Nossos Baianos’ traz músicas da carreira do grupo autor do disco ‘Acabou Chorare’. O projeto atual reúne Andrea Martins (Canto dos Malditos na Terra do Nunca), Kalu, Pedro Pondé (Scambo), Peu Tanajura, Pietro Leal (Pirigulino Babilake) e Renata Bastos nos vocais, e os músicos Heldinho Barral (O Pulo) no baixo, Igor Caxixi (Caxerê) na percussão, Kashi Galvão no violão, Ricardo Caian (Ricardo Caian e os Beduínos Gigantes) na guitarra e Ricardo Machado na bateria. Lahiri Galvão permeia o show com poesias de autoria do seu pai, Luiz Galvão.

O riso também contagia o Soterópolis em uma reportagem que vai mostrar a relação do riso e do palhaço. Conversamos com Demian Reis, ator, palhaço, diretor e pesquisador no assunto, que lançou o livro ‘Caçadores de Risos – o maravilhoso mundo da palhaçaria’. Na conversa, Demian fala do uso do riso na dramaturgia e como ele se construiu como artifício ao longo da história, a relação do palhaço com este artifício e como ele é visto dentro do universo da arte. O programa traz ainda a programação cultural da capital e do interior do Estado na Agenda. O Soterópolis é exibido todas as quintas, 21h, com horários alternativos aos domingos, 19h, e às terças, 22h30.

Confira tudo isso no nosso próximo programa. O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

jan
30

Bocket Show

Postado por soteropolis

Por Zeca de Souza

Humor repleto de picardia, descaração e deboche inspirado na era de ouro do rádio nas décadas de 1940 e 1950. Após um breve hiato, Bocket Show retorna sob direção de Adrian Steinway e com uma história de 16 anos de estrada.

No elenco, Kátia Leal, Evelin Buchegger, Caco Monteiro e Gerônimo Santana (sim, ele mesmo, o cantor de É D´Oxum) são os responsáveis pelas incessantes piadas que mantém a plateia emendando uma gargalhada na outra.

Com uma concepção estética estilizada, o enredo se desenrola através de cenários de projeções e sombras, contando a história do herói Lucky in The Sky (Caco Monteiro), que sai da Bahia rumo a grandes metrópoles do mundo como Madrid, Nova York e Paris, até que volta a Salvador para ser político. Em torno disso, o formato de programas de rádio e muita música, criam a atmosfera ideal para o voo das piadas.

Bocket Show está em cartaz às sextas e sábados às 20h e aos domingos às 19h no Teatro Moliére, Aliança Francesa, ali na Ladeira da Barra (em Salvador-BA). Vá e se divirta.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

Foto: Elcio Carriço

jan
28

SOTEATRO DRAMATURGOS II – CLÁUDIO SIMÕES

Postado por soteropolis

Por Edinilson Motta Pará

O SOTEATRO deste semana exibe a segunda parte da série sobre os dramaturgos baianos com a trajetória artística de Claudio Simões.

Ator, diretor e, principalmente, escritor teve sua estreia no teatro em 1988, no espetáculo SIM – O universo de Arrabal, resultado do III Curso Livre da Escola de Teatro da UFBA, com direção de Luiz Marfuz. Em 1990, já como aluno regular do curso de Interpretação da Escola de Teatro, Simões escreveu suas primeiras peças: a Trilogia Shirley e Dias, conseguindo um reconhecimento como autor de teatro, mesmo que ainda restrito à classe artística, principalmente no meio acadêmico.

Em 1994, ano que formou-se em Direção pela Escola de Teatro, veio o reconhecimento da crítica jornalística e do público com estreia da inquietante DIAS 94, uma releitura da Dias,em que se debruça sobre o tema da vida com hiv/aids e a manutenção da dignidade na convivência com o vírus. A montagem chamou a atenção da mídia jornalística para o novo autor. No mesmo ano, estreou também a comédia policial Quem Matou Maria Helena?, com o ator Franklin Menezes, conquistando, desta vez, o reconhecimento do público.

Segundo ele, desde a estreia de Quem Matou Maria Helena? até hoje, esteve sempre, a cada ano, com pelo menos um espetáculo em cartaz, estabelecendo-se como um dos mais produtivos dramaturgos do teatro soteropolitano contemporâneo. Sua obra tem procurado registrar uma Salvador urbana, contemporânea e bem humorada, com um foco sutilmente crítico na nossa classe média.

Nos mais de 20 anos de carreira, o artista foi contemplado com o Troféu Bahia Aplaude nas categorias Destaque (por DIAS 94, em 1994), Melhor Diretor (por Puxa Vida!, dirigida em parceria com Celso Jr. e Teresa Costalima em 1994), Melhor Espetáculo Infantil (por O Mistério do Chiclete Grudado, peça que dirigiu em 1995) e Melhor Autor (por Abismo de Rosas, de 1997), e com o Prêmio Copene de Teatro na categoria Melhor Autor por Como Raul Já Dizia (2001).

Recebeu ainda indicações como Melhor Autor por Quem Matou Maria Helena? (1994), Jingobel (1998). Em 2000, dirigiu, com Fernanda Paquelet, o espetáculo Vingança, Vingança, Vingança!!!, que lhe rendeu indicações ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias Melhor Autor, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Espetáculo Adulto.

Recentemente, trabalhado em parceria: escreveu Vixe Maria! Deus e o Diabo na Bahia, em parceria com Cacilda Povoas e Gil Vicente Tavares (2004), e O Indignado, ao lado de Djaman Barbosa (2008) e Caso Sério, com Margareth Boury, recebendo indicação de Melhor Texto no Prêmio Braskem de Teatro 2010. O SOTEATRO apresenta o dramaturgo relatando sua trajetória com imagens de arquivo de dezenas de espetáculo que foram escritos, e alguns, dirigidos pelo artista baiano.

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horário alternativo no domingo, às 16h. Você também pode assistir pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

 

jan
28

Os caminhos e as novas experimentações do ator Érico Brás!!!

Postado por soteropolis


Por Vania Dias

O entrevistado especial desta semana é uma pessoa que eu conheci no Teatro Vila Velha e com quem já tive a oportunidade de dividir o mesmo palco no espetáculo “Material Fatzer”, montagem inspirada em “O Declínio do Egoísta Johann Fatzer”, texto inacabado que Bertolt Brecht escrito entre 1927 e 1931.

Nós éramos apenas jovens recém saídos da adolescência, com um monte de sonhos, de aspirações e inquietações que – naquele momento – só o teatro dava conta de absorver e Brás, como é mais conhecido entre os amigos, já era um gigante da cena. Uma velocidade de memorização e uma prontidão cênica que saltava aos olhos de quem acompanhava, da plateia ou dos bastidores, aquele ator da voz forte, do riso solto e da alma completamente entregue ao exercício de atuar.

Dono de mais de 15 anos dedicados as artes cênicas, ele acumula no currículo participações no cinema e, mais recentemente, consolida a sua chegada na TV. Como se não bastasse tantas experiências acumuladas em diferentes segmentos artísticos ele se lança, agora, como cantor e aproveita as férias pra estrear seu novo trabalho “Orfeu canta pra Vinícius”. O ator Érico Brás é quem nos acompanha no Soterópolis desta quinta-feira que vai ao ar às 21h e reprisa domingo, às 19h e terça, às 22h30. A gente vai ao ar pelos canais 2.1 e 2.2 ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br. Não Perca!!!

Conversa embalada por gargalhadas e novidades

Em um papo descontraído e cheio de recordações, conversamos sobre a passagem de Érico Brás pelo Bando de Teatro Olodum, pelas primeiras experiências no cinema e, agora, sobre o sucesso do seu personagem Jurandir, na série “Tapas e Beijos”. Falamos ainda, sobre seu mais novo projeto pra web o “Tá bom pra você?”, que refaz o roteiro e o enfoque de produtos publicitários de modo a contemplar e a refletir sobre a presença de atores negros na mídia.

Por fim, conversamos sobre o projeto musical que estreou em Salvador, no Café-Teatro Rubi, no Sheraton da Bahia Hotel, Campo Grande, seguindo até os dias 30 e 31/01. No show Orfeu Canta para Vinicius, Érico volta a encarnar Orfeu da Conceição, da peça homônima de Vinicius de Moraes (1913-1980). No repertório, clássicos do Poetinha como Tarde em Itapuã, Samba da Bênção, Garota de Ipanema e A Felicidade. Tudo isso e um bocadinho mais, no Soterópolis. Fique com a gente!!!

O Soterópolis vai ao ar quinta-feira às 21h e tem horários alternativos no domingo, às 19h e terça, às 22h30 na Tve (canal 2), pela TV Sky (canal 2.2) ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br

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