IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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mar
30

Entre o público e o privado nas artes visuais

Postado por soteropolis

Galerias e museus se colocam entre o mercado e os apreciadores

 

Dentro do campo das artes visuais na Bahia, os museus possuem lugar de importância para artistas, pesquisadores e para o público em geral. As mudanças ocorridas no cenário das artes, os questionamentos em torno do lugar institucional do museu, tem gerado reflexões sobre o circuito das artes visuais no estado. Como os museus dão conta da produção artística local? E qual o lugar dos novos artistas dentro deste mercado?

 

Para o diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA), Zivé Giudice, o museu é um espaço que adquiriu importância para a manutenção das tradições culturais do Estado, ao fomentar e divulgar a produção artística local. Ao mesmo tempo, ele precisa dialogar com a cidade e suas transformações, dando conta do seu tempo atual. O MAM, ao longo dos anos, tem desenvolvido um papel de destaque na relação com a produção artística local. Desde a época das bienais, na década de 60, o MAM tem optado por linguagens mais contemporâneas, dando conta das mudanças que vivemos no mundo. Outra ferramenta criada pela instituição para manter os laços com os artistas são os Salões Regionais de Artes Visuais, projeto que tenta dar conta do que feito no interior do Estado. As obras premiadas em cada edição, escolhidas por uma comissão julgadora, passam a compor o acervo permanente do museu.

 

Apesar do fomento as artes através dos acervos públicos dos museus, o mercado das artes visuais encontra nas galerias um grande elo entre artistas e apreciadores. Mas será que as galerias conseguem dar conta da produção mais atual? Paulo Darzé, galerista e proprietário da Paulo Darzé Galeria de Arte há 33 anos, acredita que a galeria tem uma importância para a comercialização das obras – e manutenção do mercado das artes – e garante o ciclo produtivo dos artistas. As galerias ainda representam os artistas em outros estados e países, difundindo a produção local em diversos fluxos. O mesmo acontece na Galeria Roberto Alban, representa artistas nacionais e promove exposições. “Na Bahia, é um desafio o mercado de arte, as pessoas precisam ter mais conhecimento sobre arte, frequentar mais os museus e, principalmente, se dedicar a arte contemporânea”, afirma Roberto Alban.

 

A Galeria Luis Fernando Landeiro, com pouco menos de cinco anos aberta em Salvador, tem buscado suprir um espaço de fomento as artes com linguagens mais contemporâneas. A proposta do local preserva os trabalhos conceituais dos artistas. Entretanto, ainda esbarra no problema das vendas: às vezes, o potencial artístico de uma obra se perde diante do padrão de gosto dos compradores. Diante deste cenário, a ampliação das artes dos locais fechados para as ruas tem sido o principal desafio do mercado. As performances, os grafites e outras linguagens urbanas nos provocam a pensar sobre o consumo das artes. Será que nós, enquanto público, estamos consumindo todas estas linguagens?

 

Edinaldo Júnior

mar
29

Poesia no buzu e em escolas

Postado por soteropolis

O Soterópolis desta semana pega carona num buzu, no bairro da Liberdade, numa viagem recheada com arte. O passeio foi para conhecer o projeto Poesia em Trânsito, contemplado pelo edital Arte em Toda Parte – Ano III, da Fundação Gregório de Mattos.

 

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Até o mês de abril, vão ser realizadas apresentações em praças, escolas públicas, ônibus e transporte ferroviário. Além de declamar poesias, o grupo distribui gratuitamente o livro Transe Poético, com poesias de diversos autores.

 

O livro tem um espaço reservado para que os leitores também escrevam uma poesia e compartilhe através das redes sociais (www.facebook.com/poesiaemtransito). A intenção é publicar, posteriormente, um outro livro incluindo as poesias escritas pelo público.

 

Denise Dias

mar
29

Viver com menos pode significar viver melhor e com mais liberdade!

Postado por soteropolis

Um origami de papel jornal para substituir o saco de lixo do banheiro. A tarefa pode até dar trabalho no início, mas não é que a ideia é boa e pode salvar o planeta! Essa iniciativa foi tomada pela artista Juliana Bestetti. A proposta está no site Tecer-o mundo. É lá que Juliana apresentou, durante 365 dias do ano, soluções simples e que podem ser feitas em casa por qualquer um de nós.

Mas quantas pessoas estão conectadas com o mesmo propósito da artista? Será que há um movimento mundial de desaceleração do consumo ou as pessoas estão embarcando em um novo modismo?

Daí veio a provocação: De quanto você precisa para viver? É possível trocar o carro pela bicicleta? Optar pelos brechós ou até mesmo trocar roupas com as amigas? A questão parece clara, precisamos esquecer o  produto final para entender como isso que estamos consumindo foi produzido.

Para esta reportagem, conversamos com a turma da Rede Moinho que trabalha com agricultura familiar e comércio justo e solitário. E também falamos com Juliana Timbó, que já trocou o carro pela bicicleta e optou por arrumar a casa usando objetos desprezados mas que estavam em bom estado de uso.

Conheça a experiência de quem anda buscando novas alternativas para o mundo!

 

Caroline Vieira

mar
29

Afropunk, Afrofuturismo, um novo olhar sobre o continente e a arte africana.

Postado por soteropolis

O imaginário em torno do continente africano criado, desenha, pintado, escrito e propagado pelo homem ocidental gira em torno de uma África mítica, selvagem, tradicional. Mas a realidade vivida pelos habitantes na África é bem diferente e diversa. Basta olhar a produção artística que vem sendo desenvolvida. Os termos são múltiplos e revela o hibridismo cultural sofrido pelos que nasceram e cruzaram o Atlântico.

O fluxo contínuo das ideias como defendeu os teóricos do multiculturalismo – Stuart Hall, Paul Gilroy e Edouart Glissant – aparecem nos cortes elegantes e coloridos dos Sapés, movimento empreendido  pela moda dos dândis africanos. Ou nas vestimentas dos jovens que emulam os rappers americanos, no melhor estilo hip hop – bermudas e bonés.

Essa estética contemporânea apresenta para o ocidente uma nova África, que flerta com a música do movimento punk, iniciado na Inglaterra na década de 1970, criando um novo movimento o Afropunk. Mas também está no cinema. A sétima arte produzida na África pelos realizadores africanos não deseja apenas documentar as diversas tribos e seus conflitos culturais, mas criar e inventar o mundo a partir do gênero da ficção científica, é o Afrofutursimo.

Nesta reportagem, a gente ouviu pesquisadores interessados no tema e artistas baianos que contam como usam os elementos de matrizes africanas em seus trabalhos e as novas mensagens que estes signos assumem em contato com a cultura baiana.

Caroline Vieira

mar
29

O Calabar tem Fome de Arte!

Postado por soteropolis

Dois amigos, um arte educador e uma professora de fotografia. Assistiram juntos, acompanhados de outros amigos, a dois documentários que mexeram muito muito com eles: “Lixo Extraordinário” (2011), de Lucy Walker, Karen Harley; e “A Beleza do Subúrbio – uma intervenção fotográfica” (2015), de Sebastian Barreneche. O primeiro, mostra o trabalho do artista plástico Vik Muniz e as obras construídas a partir de material reciclável coletado em um aterro no Rio de Janeiro. O segundo, registra um projeto social realizado com jovens no subúrbio ferroviário de Salvador, em que eles exploram sobretudo a sensibilidade através da fotografia. Após essas duas experiências, Caíque Santana e Alana Murinelly – o arte educador e a professora, respectivamente – pensaram: Por que não fazer algo assim no Calabar?

 

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Com orçamento mínino mas muita atitude, eles convocaram as crianças do bairro a experimentar a fotografia e o grafite, arte nascida nos bairros periféricos dos grandes centros urbanos, e assim nasceu o “Fome de Arte”. No começo, conta Alana, foi difícil convencer os pais, envolver as crianças e envolver todos no propósito maior do projeto: criar nesses pequenos cidadãos uma outra relação com o lugar em que moram, através da arte. “Fizemos o projeto muito rápido e por isso os pais não entendiam muito bem o funcionamento. Mas as crianças adoraram e agora, depois do resultado, tenho certeza que nas próximas oficinas vai ter mais gente”. Foram quatro aulas, sábado pela manhã, em que eles aprenderam noções e fotografia, arte e também história do bairro. Para Caíque, parte fundamental do projeto. “As crianças são como um espelho, refletem o que aprendem. E se elas aprendem pela arte, tudo pode mudar, o destino delas pode ser outro. Eu sei porque foi o que aconteceu comigo, eu tive essa oportunidade”, conta.

O projeto aconteceu apenas no Calabar, entre os meses de fevereiro e março. O próximo passo é captar incentivos e parcerias para que ocorram outras edições, e quem sabe, estender a ação para outros bairros. Visite a página do Projeto no Facebook, veja os resultados da primeira turma e entre em contato com os organizadores: www.facebook.com/fomedearte

Estamos de olho em projetos bacanas que rolam em bairros periféricos de Salvador. Conhece algum? Manda pra gente pelo nosso Facebook ou e-mail: soteropolis@ gmail.com

Carolina Garcia

mar
17

As produções audiovisuais feitas por índios

Postado por soteropolis

Sessões de cinema com filmes feitos por índios e que tratam de questões indígenas.  É a proposta do Cine Kurumin – Mostra de Cinema Indígena, que chegou a quinta edição. O projeto já percorreu diversas aldeias, mas só chegou a Salvador agora em março de 2016.

Foram exibidas 32 produções entre curtas, médias e longas-metragens, no Palacete das Artes, sob a curadoria da antropóloga Thaís Brito. Os cineastas indígenas Takumã Kuikuro (Os Kuikuro se apresentam, 2006, e ETE Londres – Londres como uma aldeia, 2016) e Zezinho Yube (Ma ê Dami Xina: Já me Transformei em Imagem, 2008) exibiram os filmes na mostra e conversaram com a equipe do Soterópolis sobre a importância dos próprios indígenas assinarem as produções.

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Um dos convidados do evento foi Vincent Carelli. Com 40 anos de indigenismo, ele iniciou em 1987 o Vídeo nas Aldeias, um projeto que coloca o vídeo a serviço dos projetos políticos e culturais dos índios (www.videonasaldeias.org.br).

De 01 a 03 de abril, os filmes do V CINE KURUMIN vão ser exibidos na Aldeia Kiriri. Mais informações em cinekurumin.wordpress.com

Denise Dias

 

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mar
17

As andanças de Alzira e a segunda diáspora

Postado por soteropolis

Em 2010, a antropóloga Goli Guerreiro lançou dois livros, resultados de suas pesquisas sobre a África e as consequências da interação da cultura deste continente com o mundo. “Terceira diáspora – o Porto da Bahia”, e “Terceira diáspora, culturas negras no mundo atlântico”, revelam as trocas contemporâneas que a cultura negra realiza pelo mundo, estimulada sobretudo pela internet e pelos dispositivos de comunicação. Não à tôa, Goli também registrou muitas das informações que compõem os livros e descobertas sobre esse vasto universo no Blog Terceira Diáspora.

Uma vez registrado o terceiro movimento da cultura africana pelo mundo, Goli sentiu a necessidade de voltar à primeira e mais impactante, quando se deu tráfico de escravos para colônias europeias. O resultado está no livro “Terror e aventura – Tráfico de africanos e cotidiano na Bahia”, lançado em 2012 pela editora Corrupio, a mesma dos volumes da Terceira Diáspora.

Se houve uma primeira, e a terceira é da ordem do contemporâneo, era necessário contar o miolo dessa história. E assim nasceu o romance biográfico “Alzira está morta – ficção histórica no mundo negro do Atlântico”, que será lançado no dia 18/03 às 18h na Katuka Africanidades (Praça da Sé, nº 1). Alzira, uma baiana fictícia nascida em 1911, sai da sua casa na Península de Itapagipe e descobre as marcas da cultura negra pelo mundo, em suas viagens pelos continentes americano, europeu e africano. No século XX em que vive Alzira, se dá o que Goli chama de Segunda Diáspora. “Alzira parte de Salvador para Lagos (Nigéria), pra viver uma experiencia completamente nova. Ela vai conhecer a tecelagem africana, as escritas africanas e a fotografia africana. Esses são os três temas do livro que conectam Salvador a diversas outras cidades. Todos os lugares onde ela mora, e visita, ha um olhar para esses elementos”, explica a autora.

No romance, Alzira interage com personagens reais e históricos, o que cria uma viagem interativa entre a ficção e a realidade. O historiador Jaime Sodré, um dos “amigos” de Alzira, acredita que esse é o grande “macete” do livro. “Com essa estratégia Goli traz fatos que nós baianos, que vivemos nessa época, podemos nos lembrar. A ampliação da negritude em Salvador, da africanidade, e aí faz com a que a gente compreenda melhor essa história”.

Alzira está morta” é também um dos volumes que compõem a coleção do Selo João Ubaldo Ribeiro, lançado este ano pela Fundação Gregório de Matos e que tem como um dos objetivos estimular a leitura de autores baianos. Além deste lançamento individual que acontece na Katuka, o volume deve ser lançado também para os portugueses, no dia 14 de abril, em Lisboa.

 

Carolina Garcia

mar
16

A pintura mergulha na condição humana?

Postado por soteropolis

Em ‘Além do que se vê, Aquém do inatingível’, artista visual funde linguagens para decifrar o ser humano em traços hiper-realistas

 

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A superfície da tela abre espaço para um universo quase onírico, onde grandes figuras ganham vida em pinturas de tinta à óleo. A técnica clássica na História da Arte nos convoca ao mergulho sobre a condição humana. O extremo realismo dos corpos representados sob a tela criam metáforas visuais, uma espécie de confusão entre aquilo que vemos e aquilo que nos questionamos sobre o processo de criação da obra.

 

É no Museu de Arte da Bahia que o espectador tem contato com o trabalho do artista visual Fábio Magalhães, na sua mais nova exposição ‘Além do que se vê, Aquém do inatingível’. Com curadoria de Alejandra Muñoz, a exposição é composta por 18 trabalhos em grandes formatos. Reunindo materiais já expostos anteriormente e outros inéditos, Fábio Magalhães aguça as subjetividades do público a partir de questões que envolvem vivências e memórias. “Meu trabalho fala do irreal, das coisas que não se vê, do que tá fora do pensamento lógico”.

 

Esse exercício de transcender o real ganha contornos experimentais e uma espécie de método próprio, dividido em etapas que precedem a construção final da tela. No ateliê, Fábio cria um simulacro da cena e usa o próprio corpo como matriz para a composição da imagem. O corpo lida com objetos e materiais que nos remetem a vida – esse corpo é fotografado e, a partir desta imagem, como num traçado que compõe novas realidades, a pintura de Fábio se compõe.

 

Há uma espécie de questionamento sobre formas clássicas das artes visuais ao fundir estas linguagens: o autorretrato ou a pintura de retrato, na história da arte, seu valor de realidade e os elementos de entrega do sujeito pintado parecem perder sentido. A performance da cena fotografada, transposta para a imagem, cria a atmosfera metafórica, a composição quase surreal e onírica nos causam a confusão: estamos adentrando a condição humana.

 

Fábio faz parte de uma geração de pintores que, para chegar a suas obras, perpassa outras linguagens artísticas, como a performance e a fotografia. Mas o artista não deixa rastros destas ferramentas no trabalho final. Ele provoca o espectador a refletir sobre como essas imagens foram criadas. “Por mais que eu use minha própria imagem, eu não pinto eu. Uso meu corpo para entender o outro”.

 

Edinaldo Jr.

 

 

EXPOSIÇÃO ALÉM DO QUE SE VÊ, AQUÉM DO INATINGÍVEL

Fábio Magalhães

Curadoria – Alejandra Muñoz

Museu de Arte da Bahia – Corredor da Vitória

Até o dia 30/04

mar
16

Show Manuela Rodrigues – “Se a Canção Mudasse Tudo”

Postado por soteropolis

O terceiro disco de carreira da cantora e compositora Manuela Rodrigues, “Se a Canção Mudasse Tudo”, é a prova de que existe unidade na diversidade.

Em uma atitude inédita em sua carreira, Manuela convocou cinco produtores e mais de 25 músicos pra ajudá-la a construir o álbum.

Na faixa Bagagem (primeiro videoclipe do disco), o aclamado percussionista – e um dos produtores do disco – Gustavo di Dalva imprimiu sua personalidade percussiva (o músico também acompanha Manuela na banda formada para os shows).

Luciano Bahia foi, segundo a própria Manuela, responsável pelo tom de humor da faixa Rede Social; João Millet Meirelles levou para Vai Que Eu Desembeste o som tecnológico conhecido por seu trabalho junto ao BaianaSystem.

A faixa Marcha do Renascimento, produzida por André T, traz um dos momentos mais emocionantes do disco (e faz a cantora chorar, registrado em vídeo no canal do Youtube do Natural Musical), juntamente com Ventre, produzida por Tadeu Mascarenhas e João Millet Meirelles. Ambas abordam a maternidade, experiência recente na vida de Manuela.

Tadeu Mascarenhas foi o produtor dos dois primeiros discos de Manuela, Rotas (2003) e Uma Outra Qualquer Por Aí (2011) , e trouxe ao disco a sonoridade de banda que Manuela mesmo admite.

A banda que Manuela convocou para essa empreitada é formada por músicos tarimbados, alguns acompanhando a cantora por algum tempo em sua carreira: Júlio Caldas tocando diversos instrumentos de corda; Son Melo no contrabaixo; Lalo Batera nas baquetas; Jélber Oliveira no teclado e acordeon e o já citado Gustavo Di Dalva na percussão.

O Soterópolis foi ao show de estreia do disco e conversou com Manuela sobre essa experiência com tantos produtores.

Em tempo: o disco é fruto do projeto Natura Musical, e pode ser baixado gratuitamente no site www.naturamusical.com.br

 

Pedro Muniz.

mar
10

A música baiana circula pelo interior do Estado

Postado por soteropolis

Uma mexida na agenda dos artistas. Endereços de praças e espaços culturais do interior da Bahia entraram na agenda dos que estão participando do Caravana da Música. O projeto vem promovendo, desde janeiro, a circulação de artistas por municípios baianos. O Quadro, Scambo, Caim, Livia Mattos, Vivendo do Ócio, Samba Chula de São Brás, Manuela Rodrigues, IFÁ Afrobeat, Kamapheu Tawa e Larissa Luz foram os artistas selecionados por uma comissão formada pelos produtores culturais da cena musical Ivanna Souto e Luizão Pereira e pelo jornalista Luciano Matos.

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Até o final do projeto, dia 20 de março, serão 10 shows e 10 cidades visitadas: Mata de São João, Madre de Deus, Lençóis, Amargosa, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Vitória da Conquista, Luís Eduardo Magalhães, Itabuna e Ilhéus. O projeto tem como objetivo promover a interiorização da música baiana contemporânea e sua diversidade de estilos.

Ainda dá tempo curtir os shows da banda OQuadro, no dia 12/03, no Mercado Municipal de Lençóis, e o Samba Chula de São Brás, no dia 20/03, na Praça Central da cidade de Luís Eduardo Magalhães.

 

Denise Dias

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