IRDEB - Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia
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A ARTE DO SILÊNCIO

Postado por soteropolis

No começo do mês agosto, o Soterópolis botou o pé na estrada rumo à Cachoeira-BA. Mas o que poderia ser apenas uma reportagem sobre o curso que estava acontecendo na cidade: “A arte do silêncio”, se transformou em uma viagem interior. A ausência de palavras deu lugar à uma série de questionamentos. Todos eles envolviam o nosso modo de vida na contemporâneidade, execesso de informações e palavras faladas, a importância do silêncio e até mesmo cinema!

Seguindo o que conhecemos lá no curso, onde as pessoas passam cerca de três dias em silêncio absoluto, conversamos com o filósofo Antonio Saja, que lançou um olhar sobre a contemplação. Também fizemos uma reflexão sobre o cinema mudo e os momentos de silêncio no cinema falado.
Não perca! É nesta quinta, às 22 horas na TVE Bahia. Você também pode assistir online através do portal www.irdeb.ba.gov.br.
Para mais informações sobre o curso, acesse: www.artedeviver.org

Foto: Reprodução

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EXPOSIÇÃO COLETIVA CORES DA BAHIA MOSTRA TALENTOS NO IRDEB

Postado por soteropolis
Foto: Guache Marques / Divulgação

Foto: Guache Marques / Divulgação

Na próxima sexta-feira, dia 29.08, às 19h, o foyer do Teatro do IRDEB abriga a vernissage para a mostra coletiva “Cores da Bahia”, que reúne fotógrafos, artistas plásticos e designers que trabalham na TVE, Rádio Educadora e na administração do IRDEB e convidados muito especiais, artistas plásticos consagrados que participam da exposição, como Sante Scaldaferri, Cesar Romero, Leonel Mattos, Justino Marinho e  Menelaw Sete.  Sob a coordenação de Rafael Pimenta, coordenador de Relações Institucionais da instituição, e do artista plástico Antônio Lázaro, 40 artistas mostrarão seus trabalhos, com tema livre. Entre os que mostram seus talentos e fazem parte do corpo de profissionais do IRDEB estão os artistas plásticos Guache Marques, José Araripe Jr., os fotógrafos Otto Terra e Maurício Requião e os designers Robério Cordeiro e Banjamim Reis. A exposição “Cores da Bahia” permanece montada até 12 de setembro, com visitação aberta ao público das 10h às 17h. Quem participa: Alessandro Teixeira, Alex Oliveira, Antonio Abreu, Antonio Lázaro, Benjamim Reis, Cesar Romero, Edmundo Simas, Edvaldo Assis, Enock, Frank Bahia, Guache Marques, Helson Ramos, Isa Oliveira, Inda Brandão, Jayme Lemos, Jenaldo Rosa, José Araripe Jr., Justino Marinho, Leila Requião, Leonel Mattos, Linda Cortes, Magna Bastos, Maurício Requião, Menelaw Sete, Mirian Rylands, Moacir Motta, Otto Terra, Raimundo Santos, Reinaldo Gonzaga, Robério Cordeiro, Roque Lázaro, Sante Scaldaferri, Simone Costa, Sonia Girard, Tereza Mazoli, Ticiana Schindler, Ubiraci Tibiriça e Yrapuã Almeida.

Fonte: Ascom/Irdeb

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA OFICINA GRATUITA DE DANÇA PARA CRIANÇAS!

Postado por soteropolis

Pelo sexto ano consecutivo, estão abertas as inscrições para a Oficina gratuita de Dança para Crianças do Núcleo Viladança. O curso tem duração de três meses e será ministrado pela professora Janahina Cavalcante. Os meninos e meninas interessados podem se inscrever através do site do Núcleo. Assim como o curso, a inscrição também é gratuita e os alunos poderão participar, também gratuitamente, da Mostra Final de Resultados, no Teatro Vila Velha.

Reprodução

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EDITAL SELECIONA CRIANÇAS E JOVENS PARA RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS EM DANÇA

Postado por soteropolis
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Edital seleciona jovens talentos para residência artísticas

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado (SecultBA), através de sua Escola de Dança, unidade do Centro de Formação em Artes (CFA), lançou edital para seleção de candidatos a residência artístico-educativa, visando à formação e à experimentação artística em dança de crianças e jovens. Numa iniciativa inédita, que pretende contribuir para que os contemplados tenham vivência de uma experiência estética e de sociabilidade em outros contextos culturais, serão concedidas pelo menos 29 bolsas de formação, de intercâmbio e de difusão artístico-cultural na área de dança. As atividades poderão ser realizadas em cursos e residências fora do estado, no Brasil ou no exterior, ou também nos Cursos de Educação Profissional da Escola de Dança da FUNCEB, constituída como a primeira escola pública do gênero no país e que comemora 30 anos em 2014. As inscrições ficam abertas até 22 de setembro. O edital e seus anexos estão disponíveis no site da FUNCEB: www.fundacaocultural.ba.gov.br.

A seleção se volta a candidatos que apresentem potencial comprovado de desenvolvimento e crescimento na área de dança. O intercâmbio a ser realizado, em níveis diferenciados de formação artística e maturidade, possibilitará a aquisição de novas experiências e conhecimentos na linguagem artística da dança.

Com aporte financeiro total de R$ 78 mil, o edital se divide em duas categorias. A categoria 1 destina-se a crianças e jovens brasileiros entre 10 e 29 anos de idade, domiciliados na Bahia e que tenham sido aprovados para cursos ou residências fora do estado, seja no Brasil ou no exterior. Para esta categoria, serão oferecidas, pelo menos, 10 bolsas de até três meses, com valor mensal de R$ 1.733,00.

Já a categoria 2 é para jovens brasileiros ou estrangeiros com situação de permanência regularizada, com idade entre 16 e 29 anos, domiciliados fora da cidade de Salvador, seja no interior da Bahia, em outros estados do Brasil ou no exterior, que já estejam frequentando Cursos de Educação Profissional oferecidos pela Escola de Dança da FUNCEB, contribuindo para a permanência e conclusão da formação na capital baiana. Serão pelo menos 19 bolsas nesta categoria, que concederão R$ 450,00 por mês, também por até um trimestre.

Os critérios de seleção serão o percurso artístico e experiência na área, levando-se em consideração a idade; a adequação entre o histórico de atuação do candidato e o programa de residência artístico-educativa proposto; e a condição de vulnerabilidade socioeconômica, com renda familiar per capita de até dois salários mínimos. Para a categoria 2, será observada ainda a frequência e a efetiva participação do candidato no curso da Escola de Dança da FUNCEB.

As inscrições podem ser feitas presencialmente, na sede da Escola de Dança da FUNCEB, em Salvador/BA, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30, ou por via postal, através de correspondência registrada ou Sedex, com Aviso de Recebimento, apresentando documentação descrita na minuta do edital.

Fonte: ASCOM/FUNCEB

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A EDIÇÃO 2014 DO AÇÃO POÉTICA NAS COMUNIDADES

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A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado (SecultBA), convoca poetas, escritores e artistas que trabalhem interações entre a literatura e outras linguagens para participar da edição 2014 do Ação Poética nas Comunidades. Neste ano, o projeto se realizará em Pirajá, bairro de Salvador, no mês de novembro, com sede no Centro de Cultura e Cidadania Pirajá. Através do concurso agora aberto, que recebe inscrições até 21 de setembro, serão selecionados oito artistas e/ou grupos residentes na Bahia para realizar oficinas e performances no evento.

Criado em 2012, o Ação Poética nas Comunidades intenciona promover intervenção artística e social por meio da poesia, em sua diversidade de estilos e abordagens, em comunidades populares, através de atividades gratuitas, abertas ao público. Busca contribuir para amenizar carências socioculturais, proporcionando um tempo e um espaço para reflexão, sob o encanto da palavra poética. Cada vez mais assumida como uma arte interdisciplinar e com inúmeras possibilidades de abordagem, a poesia extrapola os espaços canônicos e invade o cotidiano.

O projeto vai oferecer três oficinas artísticas com carga horária de 15 a 20 horas e 25 vagas em média cada, ao longo dos cinco primeiros dias, culminando numa intervenção final no sexto e último dia, que vai integrar os oficineiros, alunos e demais artistas e coletivos participantes. Todos os profissionais envolvidos serão contratados através do concurso em andamento.

As propostas de oficinas podem ser de temáticas variadas, relacionadas à literatura e sua interação com outras manifestações das artes. Já a ação de encerramento deve reunir artistas da palavra, poetas de diferentes tendências e estéticas – dos canônicos aos alternativos e periféricos –, além de artistas visuais, audiovisuais, circenses, dançarinos, músicos, atores e demais agentes que tragam em suas expressões as potencialidades da literatura.

Os três profissionais e/ou grupos que ministrarem aulas receberão um cachê total no valor de R$ 2,2 mil pelas atividades assumidas. Outros cinco artistas e/ou coletivos serão selecionados para se juntar aos primeiros nas ações finais, para fazer apresentações e performances, com remuneração de R$ 1 mil. As despesas de passagem e hospedagem para os que necessitarem viajar serão custeadas pela FUNCEB.

Podem participar pessoas físicas, maiores de 18 anos, brasileiros natos ou naturalizados, além de estrangeiros com situação de permanência legalizada, ou pessoas jurídicas do campo artístico-cultural, domiciliadas ou estabelecidas na Bahia. Há três vias pelas quais os candidatos podem enviar os documentos exigidos: presencialmente, na sede da FUNCEB, em Salvador/BA, de segunda a sexta-feira, das 10 às 12 e das 14 às 17 horas; por via postal, através de correspondência registrada ou Sedex, com Aviso de Recebimento; ou através de e-mail, pelo endereço acao.poetica@funceb.ba.gov.br.

Fonte: Ascom/Funceb

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MOSTRA “TOTAL” TRAZ A TONA LEMBRANÇAS DAS BIENAIS ANTERIORES

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Reprodução

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O resgate de um momento histórico. É o que podemos falar da Mostra “Total”, em cartaz até 07 de setembro, no Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador. O evento abriga exposições de artistas envolvidos nas bienais anteriores. As obras de Juarez Paraíso, Riolan Coutinho e Juraci Dórea ocupam o Casarão e a Capela do MAM.

Baiano de Arapiranga, Juarez Paraíso integrou a comissão organizadora das bienais de 1966 e 1968. Ele resgatou trabalhos ligados a cosmologia, ficção científica e erotismo psicodélico. A mostra também conta com trabalhos do artista Riolan Coutinho, parceiro de Juarez na organização da primeira Bienal da Bahia, que faleceu em 1994.

Nas obras do feirense Juraci Dórea, os elementos do sertão baiano. Ele já participou de bienais em São Paulo (1987), Veneza (1988) e Havana (1989). Durante toda a trajetória artística, iniciada em 1970, Juraci Dórea foca o homem sertanejo e sua cultura. Estão reunidos também objetos pessoais do autor como livros e cadernos de anotações.

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NA REDE – DESCOLA|UMA ESCOLA DESCONSTRUÍDA

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A internet é um espaço grandioso. Tem de tudo! Coisas boas, outras nem tanto…O fato é que nós vivemos aprendendo e conhecendo coisas novas através dela. Nesta semana o Na Rede apresenta um escola desconstruída, online é claro! É o www.descola.org, um site que disponibiliza cursos dos mais variados tipos, alguns pagos e outro inteiramente grátis! Basta se cadastrar para conhecer as opções, mas já vamos adiantando que tem muita coisa bacana! Desde Mídias sociais para o seu negógio, até um curso sobre Sustentabilidade. Acesse!

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CAPOEIRA: HARMONIA DE MOVIMENTO E SOM

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Por Carolina Garcia

O dia 03 de agosto tornou-se popularmente conhecido como Dia do Capoeirista. Nesta data, no ano de 1985, o Governo de São Paulo instituiu através de Lei uma data comemorativa para os que se dedicam à capoeira, e mesmo tendo caráter estadual, se propagou e efetivou-se como marco das celebrações em torno desta arte ancestral no Brasil.

Pensando nesta data que capoeiristas e mestres do Projeto Mandinga – Associação Integrada de Educação, Arte, Esporte e Cultura liderada pelo Mestre Sabiá – reuniram-se para organizar o Agosto da Capoeira, evento que procura discutir e celebrar a cultura da capoeira no Estado. O Soterópolis aproveitou o ensejo das comemorações para conversar com mestres e capoeiristas sobre um aspecto peculiar e fundamental dentro da capoeira: a música.

Talvez pouca gente saiba que é a partir da música que o jogo de capoeira acontece.  As canções são especificas e cada uma tem o seu momento. Entre os sons dos instrumentos, o berimbau é rei e determina os golpes do jogo, como explica o mestre Deinho Xequerê integrante da Orquestra de Berimbaus. “Os berimbaus, quando eles tocam, imprimem uma força ancestral que vai indicar o que vai acontecer naquele momento. Cada ritmo tocado na roda indica uma forma de jogar”.

Neste quesito, o baiano Mestre Bimba (1900-1974), um dos mais reverenciados da capoeira, é inovador. Ele fez uma adaptação da estrutura musical tocada na capoeira de Angola e criou o estilo regional que tanto se popularizou no país. Tira os três berimbaus da roda tradicional e põe apenas um, e aumenta o numero de pandeiros. Para o cantor e mestre de capoeira Tonho Matéria, a criação de Mestre Bimba revela os toques ancestrais do samba e finalmente, as inevitáveis interações entre a roda e o ritmo que se tornou símbolo identitário da cultura brasileira. Estudioso do assunto, Tonho defende o resgate e registro das canções de capoeira que segundo ele, são cantadas e difundidas sem o devido reconhecimento, argumento que é ratificado por Mestre Geni. “Tem muita gente que canta, grava música de roda de capoeira mas na verdade não sabe o que está cantando”.

Confira a programação do Agosto da Capoeira no site: www. agostodacapoeira.com.br

Para conhecer mais sobre o assunto, o Soterópolis indica a leitura do livro “A capoeira angola na Bahia”, do Mestre Bola Sete. (2000,Editora Pallas)

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21

90 ANOS DO MESTRE BATATINHA

Postado por soteropolis

Por Carolina Garcia

Se para alguns o samba nasceu na Bahia, Batatinha certamente está entre os seus criadores. Oscar da Penha, sambista que se tornou popular a partir do irreverente apelido, é venerado por grandes artistas da música popular brasileira como Paulinho da Viola e Maria Bethânia, e dá nome a um dos circuitos carnavalescos de Salvador. Ainda assim, familiares e músicos apostam: são poucos os que reconhecem de fato a importância da obra de Batatinha para a música brasileira. Se estivesse vivo, Batatinha estaria completando 90 anos neste mês de agosto, marco que endossa a celebração de sua música e poesia.

Sambista de origem pobre, Batatinha dizia que trabalhava o dia inteiro e só tinha tempo para compor nas suas poucas horas vagas. O ritmo saía das assertivas batidas em uma caixinha de fósforo. Da mente musical saíram pérolas como “Tolha da Saudade”, “Para todo efeito”, “Bolero” e tantas outras que formam um conjunto de mais de setenta canções. O tom nostálgico das canções lhe renderam a alcunha de poeta do samba triste, que logo é desmistificada por outras como “Bebê Diferente”.  Uma das mais conhecidas, “Diplomacia”, dá nome ao seu quarto e último disco, que acabou sendo uma homenagem póstuma, já que Batatinha faleceu antes do seu lançamento, em 1997. Para Paquito e J. Velloso, produtores do disco, a obra fica como um importante legado, capaz de propagar o nome de Batatinha pelo mundo.

Os filhos e netos de Batatinha, além de apresentarem o apelido do Mestre como sobrenome, se dedicam a propagar a memória e a obra do sambista. Artur Batata, um dos filhos, preside a Associação Batatinha, que organiza eventos e projetos que envolvam a obra e o nome do sambista. Gabriel, um dos netos, encarou a música e hoje faz parte do Grupo Outros Diversos, que neste mês de agosto se apresenta no Teatro Vila Velha e traz no repertório músicas próprias e também de Batatinha, incluindo algumas inéditas. Está previsto também o lançamento do projeto Acervo Batatinha, patrocinado pela Natura, e que vai disponibilizar em meio digital músicas, cifras e gravações. A previsão é de que esteja pronto até o final de 2014. “A gente faz isso não só pela memória dele, mas também pela história do samba da Bahia”, defende Artur.

 

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CRÔNICA: NUNCA MAIS

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Por Danúbia Lisboa

Nós ainda não nos acostumamos com a ideia da finitude das coisas, dos momentos e das pessoas. O “nunca mais” mostra como a vida corrente, assim como um rio em que as águas não passam duas vezes pelo mesmo lugar. Tudo tem um fim, nada é eterno.

Somos seres mutantes vivendo constantes transformações. Tudo muda, é a ordem natural das coisas. Nós mudamos as coisas e as coisas nos mudam.  E o que hoje é, amanhã deixará de ser.

“E nós não nos acostumamos com a ideia de saber que todas as coisas têm o seu fim.

O amor acaba

A vida se esvai

As coisas mudam

Não existe eterno

O que é deixará de ser

Somos seres efemeramente passageiros

Não somos imunes ao tempo

Não somos imunes ao fim

Aliais, é um privilégio viver o fim

Tudo acaba

Tudo é finito

O “nunca mais” é real e ainda nos assusta

A linealidade das nossas vidas não nos permite perceber a finitude das coisas, a finitude dos momentos e a finitude das pessoas.”

Fonte: Reprodução

 

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