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DESTAQUES DA SEMANA, NA TVE HD DIGITAL!

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DOMINGO ÁS 17H30 TEM SOTERÓPOLIS NA TVE!

Postado por soteropolis

 

 

Bate papo com Heliodorio Sampaio,

autor do Livro Formas Urbanas.

 Por Caroline Vieira.

Caminhar, flanar livremente pelas ruas da velha cidade do Salvador é se deparar com uma nova cidade. O professor e urbanista Heliodorio Sampaio há muitos anos investiga estas transformações. No livro Formas Urbanas – cidade Real e Cidade Ideal, editora Quarteto, ele dedica uma profunda e profícua pesquisa para tentar responder como os projetos urbanísticos projetaram uma cidade ideal e como ele se refletiu na cidade que vemos e que vivemos, a cidade real.

O autor produziu uma reflexão sobre as transformações da cidade em quase 500 páginas. O livro é resultado da tese de doutorado, e teve a sua primeira edição esgotada. A reedição, afirma Heliodorio, “se limita ao mesmo conteúdo, mas inserindo na análise a condição de um presente mais próximo, de início do século XXI, avaliando o discurso urbanístico que passou a disseminar “novos conceitos” vinculados a termos como “participação popular”, “desenvolvimento sustentável” ou “planejamento estratégico”, dentre outros menos veiculados”.

Nesta entrevista para o Soterópolis, o autor não usa meias palavras. Lúcido, ele questiona o plano urbanístico pensado para a cidade, sem deixar de ser otimista quanto ao futuro.

Revitalizar e preservar o patrimônio

Por Denise Dias

Nos últimos meses, profissionais de diferentes áreas têm se debruçado sobre o tema revitalização, em Salvador, motivados pelas intervenções recentes em locais como Barra, Rio Vermelho e Centro Histórico.

Alguns levantam a voz em defesa das obras, entendendo que vão trazer melhoria ao espaço e ao seu entorno. Outros temem uma ruptura na dinâmica do espaço, a vinculação com interesses econômicos e o descuido com o patrimônio e a memória.

Para entender a importância e os cuidados necessários nas obras de revitalização, a equipe do Soterópolis conversou com urbanistas, arquitetos e pesquisadores.

rio vermelho 2

Mapas da dança, em Salvador

Por Carolina Garcia

Identificar os principais agentes da dança, entre grupos, indivíduos, produtores e instituições, para então estudar e otimizar as políticas públicas voltadas para o setor. Este é o principal objetivo do Mapeamento Nacional da Dança, que está sendo feito em oito capitais brasileiras, mais Distrito Federal. Capitaneado pela FUNARTE, através de MINC, e a UFBA, o projeto encerrou no ultimo dia 21 de agosto a sua segunda etapa de cadastro destes agentes, e agora se preparar para organizar os dados coletados.

Gilsamara Moura, coordenadora da etapa Salvador do projeto, contou para o Soterópolis que cerca de 2 mil agentes foram identificados apenas na primeira etapa de convocação para que todos “apareçam” para o projeto. Ela lembra que apesar de ser um mapeamento – e não um censo – esta iniciativa trará um diagnostico importante, atendendo a uma demanda antiga do setor, e que se faz com a mobilização contínua de todos os envolvidos. Esse não é um projeto de uma pessoa só, de uma instituiçao só. Todas essas comunidades, esses agentes, produtores, toda essa cadeia faz parte desse mapeamento”, explica.

Para Matias Santiago, diretor de dança da Funceb, Salvador é um lugar privilegiado porque abriga a primeira escola pública de dança, a primeira faculdade, o primeiro curso de graduação. De certo modo, existe um circuito profissional favorável. Mas ainda assim, tem muito mais gente fazendo dança que não é vista, e esse desconhecimento impede que muitos projetos sejam bem sucedidos. O dançarino Marcelo Galvão concorda e acredita que por isso, o Mapeamento uma das iniciativas mais importantes das últimas décadas para a dança, que vai ajudar não só a dar visibilidade, mas fortalecer o lugar da dança enquando arte. “Quando se pensa alguma coisa em artes é artes cenicas ou musica, mas especifico da dança a gente nao tem ainda, e esse mapemamento vai tarzer dados importantissimos praárea a nivel nacional”, afirma.

Acompanhe pelo site www.mapeamentonacionaldadanca.com.br a divulgação dos próximos resultados! Nós também estamos aguardando por aqui.

As Adaptações da Literatura para as Histórias em Quadrinhos

 

Por Zeca.

Se você presta atenção na seção de quadrinhos das livrarias e lojas virtuais, certamente já percebeu que há um volume considerável de títulos familiares de outra mídia: a literatura.

Mas até que ponto as linguagens se fundem? Até que ponto uma pode influenciar a outra? Será que a narrativa mais leve e com menos texto dos quadrinhos pode ajudar a abranger as histórias e até mesmo atrair mais público para a literatura?

A verdade é que são linguagens muito próximas. O que pode ser descrito no texto literário pode ser criativamente convertido para a linguagem das HQs através da forma, dos quadros, de vinhetas e uma infinidade de mecanismos de narrativa. Uma jamais anula a outra.

Há quem defenda que as histórias em quadrinhos servem de eficaz porta de entrada para o hábito da leitura, e nisso, as adaptações literárias para os quadrinhos servem primordialmente. O Governo Federal Brasileiro através do Ministério da Educação hoje é um dos maiores compradores de clássicos da literatura adaptados para os quadrinhos com fins pedagógicos.

A gente preparou algumas dicas de títulos em quadrinhos vindos de adaptações literárias que são sucesso editorial:

Jubiabá (da obra de Jorge Amado) – Spacca

O Alienista (da obra de Machado de Assis) – Fábio Moon e Gabriel Bá

Dom Quixote (da obra de Miguel de Cervantes) – Caco Galhardo

Gênesis (texto bíblico) – Robert Crumb

O Pagador de Promessas (da obra de Dias Gomes) – Eloar Guazzelli

Desista! (a obra de Franz Kafka) – Peter Kuper

O Hobbit (da obra de J.R.R. Tolkien) – Richard Altenkirk e Thomas Clayton

Auto da Barca do Inferno (da obra de Gil Vicente) – Laudo Ferreira

Shakespeare em Quadrinhos – Marcela Godoy e Rafael Vasconcelos

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SOTERÓPOLIS HOJE 22H!!!

Postado por soteropolis

Bate papo com Heliodorio Sampaio,

autor do Livro Formas Urbanas.

 Por Caroline Vieira.

Caminhar, flanar livremente pelas ruas da velha cidade do Salvador é se deparar com uma nova cidade. O professor e urbanista Heliodorio Sampaio há muitos anos investiga estas transformações. No livro Formas Urbanas – cidade Real e Cidade Ideal, editora Quarteto, ele dedica uma profunda e profícua pesquisa para tentar responder como os projetos urbanísticos projetaram uma cidade ideal e como ele se refletiu na cidade que vemos e que vivemos, a cidade real.

O autor produziu uma reflexão sobre as transformações da cidade em quase 500 páginas. O livro é resultado da tese de doutorado, e teve a sua primeira edição esgotada. A reedição, afirma Heliodorio, “se limita ao mesmo conteúdo, mas inserindo na análise a condição de um presente mais próximo, de início do século XXI, avaliando o discurso urbanístico que passou a disseminar “novos conceitos” vinculados a termos como “participação popular”, “desenvolvimento sustentável” ou “planejamento estratégico”, dentre outros menos veiculados”.

Nesta entrevista para o Soterópolis, o autor não usa meias palavras. Lúcido, ele questiona o plano urbanístico pensado para a cidade, sem deixar de ser otimista quanto ao futuro.

rio vermelho 2

Revitalizar e preservar o patrimônio

Por Denise Dias

Nos últimos meses, profissionais de diferentes áreas têm se debruçado sobre o tema revitalização, em Salvador, motivados pelas intervenções recentes em locais como Barra, Rio Vermelho e Centro Histórico.

Alguns levantam a voz em defesa das obras, entendendo que vão trazer melhoria ao espaço e ao seu entorno. Outros temem uma ruptura na dinâmica do espaço, a vinculação com interesses econômicos e o descuido com o patrimônio e a memória.

Para entender a importância e os cuidados necessários nas obras de revitalização, a equipe do Soterópolis conversou com urbanistas, arquitetos e pesquisadores.

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Mapas da dança, em Salvador

Por Carolina Garcia

Identificar os principais agentes da dança, entre grupos, indivíduos, produtores e instituições, para então estudar e otimizar as políticas públicas voltadas para o setor. Este é o principal objetivo do Mapeamento Nacional da Dança, que está sendo feito em oito capitais brasileiras, mais Distrito Federal. Capitaneado pela FUNARTE, através de MINC, e a UFBA, o projeto encerrou no ultimo dia 21 de agosto a sua segunda etapa de cadastro destes agentes, e agora se preparar para organizar os dados coletados.

Gilsamara Moura, coordenadora da etapa Salvador do projeto, contou para o Soterópolis que cerca de 2 mil agentes foram identificados apenas na primeira etapa de convocação para que todos “apareçam” para o projeto. Ela lembra que apesar de ser um mapeamento – e não um censo – esta iniciativa trará um diagnostico importante, atendendo a uma demanda antiga do setor, e que se faz com a mobilização contínua de todos os envolvidos. Esse não é um projeto de uma pessoa só, de uma instituiçao só. Todas essas comunidades, esses agentes, produtores, toda essa cadeia faz parte desse mapeamento”, explica.

Para Matias Santiago, diretor de dança da Funceb, Salvador é um lugar privilegiado porque abriga a primeira escola pública de dança, a primeira faculdade, o primeiro curso de graduação. De certo modo, existe um circuito profissional favorável. Mas ainda assim, tem muito mais gente fazendo dança que não é vista, e esse desconhecimento impede que muitos projetos sejam bem sucedidos. O dançarino Marcelo Galvão concorda e acredita que por isso, o Mapeamento uma das iniciativas mais importantes das últimas décadas para a dança, que vai ajudar não só a dar visibilidade, mas fortalecer o lugar da dança enquando arte. “Quando se pensa alguma coisa em artes é artes cenicas ou musica, mas especifico da dança a gente nao tem ainda, e esse mapemamento vai tarzer dados importantissimos praárea a nivel nacional”, afirma.

Acompanhe pelo site www.mapeamentonacionaldadanca.com.br a divulgação dos próximos resultados! Nós também estamos aguardando por aqui.

 

 

As Adaptações da Literatura para as Histórias em Quadrinhos

 

Por Zeca.

Se você presta atenção na seção de quadrinhos das livrarias e lojas virtuais, certamente já percebeu que há um volume considerável de títulos familiares de outra mídia: a literatura.

Mas até que ponto as linguagens se fundem? Até que ponto uma pode influenciar a outra? Será que a narrativa mais leve e com menos texto dos quadrinhos pode ajudar a abranger as histórias e até mesmo atrair mais público para a literatura?

A verdade é que são linguagens muito próximas. O que pode ser descrito no texto literário pode ser criativamente convertido para a linguagem das HQs através da forma, dos quadros, de vinhetas e uma infinidade de mecanismos de narrativa. Uma jamais anula a outra.

Há quem defenda que as histórias em quadrinhos servem de eficaz porta de entrada para o hábito da leitura, e nisso, as adaptações literárias para os quadrinhos servem primordialmente. O Governo Federal Brasileiro através do Ministério da Educação hoje é um dos maiores compradores de clássicos da literatura adaptados para os quadrinhos com fins pedagógicos.

A gente preparou algumas dicas de títulos em quadrinhos vindos de adaptações literárias que são sucesso editorial:

Jubiabá (da obra de Jorge Amado) – Spacca

O Alienista (da obra de Machado de Assis) – Fábio Moon e Gabriel Bá

Dom Quixote (da obra de Miguel de Cervantes) – Caco Galhardo

Gênesis (texto bíblico) – Robert Crumb

O Pagador de Promessas (da obra de Dias Gomes) – Eloar Guazzelli

Desista! (a obra de Franz Kafka) – Peter Kuper

O Hobbit (da obra de J.R.R. Tolkien) – Richard Altenkirk e Thomas Clayton

Auto da Barca do Inferno (da obra de Gil Vicente) – Laudo Ferreira

Shakespeare em Quadrinhos – Marcela Godoy e Rafael Vasconcelos

 

 

 

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O SOTERÓPOLIS DESTA QUINTA ESTÁ IMPERDÍVEL! 22H NA TVE!

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As Adaptações da Literatura para as Histórias em Quadrinhos

Se você presta atenção na seção de quadrinhos das livrarias e lojas virtuais, certamente já percebeu que há um volume considerável de títulos familiares de outra mídia: a literatura.

Mas até que ponto as linguagens se fundem? Até que ponto uma pode influenciar a outra? Será que a narrativa mais leve e com menos texto dos quadrinhos pode ajudar a abranger as histórias e até mesmo atrair mais público para a literatura?

A verdade é que são linguagens muito próximas. O que pode ser descrito no texto literário pode ser criativamente convertido para a linguagem das HQs através da forma, dos quadros, de vinhetas e uma infinidade de mecanismos de narrativa. Uma jamais anula a outra.

Há quem defenda que as histórias em quadrinhos servem de eficaz porta de entrada para o hábito da leitura, e nisso, as adaptações literárias para os quadrinhos servem primordialmente. O Governo Federal Brasileiro através do Ministério da Educação hoje é um dos maiores compradores de clássicos da literatura adaptados para os quadrinhos com fins pedagógicos.

A gente preparou algumas dicas de títulos em quadrinhos vindos de adaptações literárias que são sucesso editorial:

Jubiabá (da obra de Jorge Amado) – Spacca

O Alienista (da obra de Machado de Assis) – Fábio Moon e Gabriel Bá

Dom Quixote (da obra de Miguel de Cervantes) – Caco Galhardo

Gênesis (texto bíblico) – Robert Crumb

O Pagador de Promessas (da obra de Dias Gomes) – Eloar Guazzelli

Desista! (a obra de Franz Kafka) – Peter Kuper

O Hobbit (da obra de J.R.R. Tolkien) – Richard Altenkirk e Thomas Clayton

Auto da Barca do Inferno (da obra de Gil Vicente) – Laudo Ferreira

Shakespeare em Quadrinhos – Marcela Godoy e Rafael Vasconcelos

 

 

o alienista - adaptacao hq

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FESTIVAL NEGRA AMÉRICA ! PORTAL IRDEB TRANSMITE !

Postado por soteropolis

Festival Negra América

 

O Festival Negra América será transmitido ao vivo pelo Portal IRDEB – www.irdeb.ba.gov.br, nos dias 26, 27 e 28.08 – No dia 26, das 18h às 20h, no dia 27, das 15h às 18h, e no dia 28 das 15 às 18h, direto do bairro de Plataforma

 

FESTIVAL NEGRA AMÉRICA REÚNE COLETIVOS JUVENIS DA AMÉRICA LATINA

 

Jovens das cinco regiões do Brasil e de três outros países da América Latina: Argentina, Colômbia e Equador participarão do Festival Negra América – Cultura e Periferia, realizado pela CIPÓ Comunicação Interativa e Latitudes Latinas, projeto de extensão da Universidade Federal da Bahia, com apoio cultural do Oi Futuro, patrocínio da Oi e da FAZCULTURA – Lei Estadual de Incentivo à Cultura, da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, por meio do Fundo de Cultura e apoio institucional do Fundo de População das Nações Unidas e Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia. De 26 a 29 de agosto, o festival será realizado em Salvador, ocupando espaços como o Parque São Bartolomeu (Av. Suburbana), o Centro Cultural de Plataforma e a Praça São Brás (Plataforma) e a Escola Oi Kabum! Arte e Tecnologia Salvador (Pelourinho). Realizado pela primeira vez, o projeto tem como objetivo promover o intercâmbio entre coletivos artístico-culturais de bairros periféricos de Salvador com coletivos juvenis, formados por afrodescendentes de outros países latino-americanos. A expectativa é que o encontro proporcione o fortalecimento da produção artístico-cultural dos coletivos participantes, além de promover a reflexão sobre a contribuição das manifestações culturais de matriz africana para o desenvolvimento da América Latina. A intenção do Negra América é promover a visibilidade do jovem de periferia como produtor de riqueza cultural para as cidades onde vivem, especialmente Salvador, cidade que sediará a primeira edição do evento.

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SOTEROPOLIS HOJE, 22H!

Postado por soteropolis

 


Paquito apresenta Novo Show e prepara Produção de Álbum Duplo

Por Zeca.
Colaborador constante entre nomes da música brasileira, Paquito compõe com a naturalidade que lhe cabe. Sua lista de parceiros de composição é extensa, assim como o sem-número de nomes que gravaram canções suas [em uma lista que, vejam bem, inclui Maria Bethânia].
Pois agora em 2015, em plena concepção artística de seu próximo trabalho em disco, Paquito brindou por duas datas a plateia do Teatro Gamboa Nova [Largo dos Aflitos, Salvador] com o show Paquito, por enquanto.
Com a palavra, o artista: “A gente está em constante vir-a-ser, convivendo com a ilusão da constância, daí o título. Além disso, mesmo tendo feito shows autorais sozinho, sinto meu ego difuso entre meus parceiros e minhas referências, que se almagamam como num caleidoscópio. O show é isso:um caleidoscópio”
O músico e produtor musical Cândido Neto, mais conhecido como Amarelo, foi escolhido por Paquito para produção de seu vindouro disco – que possui enormes chances de ser lançado em formato duplo. Com empolgação, Paquito menciona que há uma quantidade considerável de canções suficientemente interessantes para compor uma obra deste porte.
Para compor o time, Paquito convidou Nuno, Rex e Morotó Slim músicos da banda Babosa [assim batizada pelos próprios] do projeto Os Sete Cabeludos com quem Paquito se apresentou em 2014 tocando músicas de Roberto Carlos.

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O Olhar visceral de Fábio Magalhães

Por Caroline Vieira.

O Soterópolis desta semana apresenta o trabalho de Fábio Magalhães. Em excelente fase, o artista coleciona prêmios e indicações, entre eles o Funarte – Arte Contemporânea, Matilde Mattos/ Funceb, e agora a recente indicação ao PIPA.

Mas não são os prêmios recebidos que chamam atenção para o seu trabalho, mas a maneira perturbadora como o artista trata a intimidade. As telas feitas a óleo brincam com a ideia de hiperrealismo. Confundem o olhar leigo que chega a pensar que se tratam de fotografias. Não, não são fotografias. São Pinturas e Fábio se orgulha de fazer parte desta geração que retoma a força poética desta primeira e mais antiga linguagem artística.

O processo, contudo é híbrido. Mistura performance, fotografia para depois se transformar em pintura. A matéria prima do artista é o corpo. O seu próprio. É através dele que Fábio constrói suas narrativas que ele intitula de Retratos íntimos.

A ideia de retrato também é rasurada nas suas obras. Não há uma necessidade de reproduzir o retrato clássico. Entram em cena um novo jogo narrativo onde o corpo do artista se mistura às vísceras de animais. A intenção é provocar o olhar, levá-lo para o obsceno, para um lugar de desconforto, de desprazer.

Ficou curioso! Então, conheça mais sobre o artista no Soterópolis desta semana.

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A NOVA FOTOGRAFIA DOCUMENTAL

O OLHAR DA FOTÓGRAFA NATÁLIA REIS.

Por Caroline Vieira.

No mês que celebramos o dia internacional da fotografia, o Soterópolis tem o prazer de apresentar o trabalho da fotógrafa Natália Reis. A artista faz parte da nova geração de fotógrafos baianos.

Na primeira exposição individual intitulada Raízes, com curadoria do professor da Universidade Federal da Bahia, José Mamede, Natália faz um mergulho no universo dos habitantes de Garapuá, localizada na Ilha de Tinharé, município de Cairú. As trinta e cinco imagens documentam a identidade coletiva da comunidade com seus pescadores e marisqueiras, muitos representados usando a técnica do retrato.

O trabalho de Natália se destaca dentro do cenário da fotografia internacional pela relação que traz com o novo documental, onde as fronteiras entre a realidade e a ficção estão borradas.

O soterópolis indica o trabalho da moça. Veja a nossa reportagem e conheça mais sobre o processo criativo de Natália Reis no sitenataliareis.virb.com/espelho-eu.

Raízes_Marisqueiras_Foto_Natália Reis

O olhar que nunca se aposenta

Os cliques contemporâneos de Arlete Soares em quase cinco décadas de fotografia

Por Vania Dias

Revirar as memórias, reviver – através dos próprios fragmentos – narrativas de uma vida dedicada a arte de olhar o mundo. É com essa sensibilidade de quem consegue estabelecer uma relação de confiança e de proximidade grande com as pessoas fotografadas que a editora e fotógrafa, Arlete Soares, conecta-se com os seus registros de quase cinco décadas de trabalho.

Arlete fez do mundo o seu cenário e das pessoas o motivo que ela precisava para manter o seu olhar sempre atualizado. O Soterópolis foi ao encontro da fotógrafa e da equipe que trabalha com ela para saber as novidades de um acervo pessoal que acaba de ser disponibilizado digitalmente.

As 527 imagens foram cuidadosamente selecionadas pela antropóloga e escritora, Goli Guerreiro e também pelo liveiro e skatista Cairé Brasil, que respondem pela curadoria do acervo digital em preto e branco. São registros que foram essenciais na vida da artista e que, agora, saem dos arquivos pessoais da fotógrafa, para ganhar as redes e o mundo no flickr (LINK: https://www.flickr.com/people/arletesoaresacervo/).

São dezenas de coleções que agrupam as fotos por assuntos ou por viagens que resumem vivências singulares na vida de Arlete. Mergulhar em suas páginas digitais é, portanto, uma oportunidade de vivenciar parte deste roteiro de vida que mais parecem filmes. Quer seja pela qualidade do que ela recorta para contar, quer seja pela genialidade do simples que só quem chega – verdadeiramente – no outro consegue estampar. Arlete é assim, uma artista que dispensa títulos. Ela está com a gente no Soterópolis e você não pode perder!!!

De uma aventura de Kombi até a Índia até os 17 anos de convivência com Pierre Verger. Esses e outros tantos casos e curiosidades você acompanha na telinha da TVE-BA ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br O nosso encontro é quinta-feira, às 22h e o bis é no domingo, às 17h30. Até lá!!!

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Reconhecimento para quem trabalha com teatro de bonecos
Por Denise
No primeiro semestre de 2015, o teatro de bonecos popular do nordeste foi reconhecido como patrimônio imaterial do Brasil. O tombamento é uma importante iniciativa para a valorização dessa manifestação artística que existe há, pelo menos, três mil anos. A equipe do Soterópolis conversou com representantes do teatro de bonecos na Bahia: Grupo Ereotá, A Roda e o mamulengueiro Elias Bomfim.

Muitos grupos baianos têm conseguido manter a produção, pesquisa e difusão com apoio governamental. Além de apostar no teatro de bonecos como ferramenta pedagógica, há estímulo para a realização de oficinas e formação de bonequeiros. Novas experimentações técnicas e plásticas também estão sendo buscadas pelos grupos baianos.

Saiba mais em:
www.arodateatro.com
ereoata.arteblog.com.br

 

aroda

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SOTERÓPOLIS NESTA QUINTA ÀS 22H NA TVE!

Postado por soteropolis

 

 

O olhar que nunca se aposenta

Os cliques contemporâneos de Arlete Soares em quase cinco décadas de fotografia

Por Vania Dias

Revirar as memórias, reviver – através dos próprios fragmentos – narrativas de uma vida dedicada a arte de olhar o mundo. É com essa sensibilidade de quem consegue estabelecer uma relação de confiança e de proximidade grande com as pessoas fotografadas que a editora e fotógrafa, Arlete Soares, conecta-se com os seus registros de quase cinco décadas de trabalho.

Arlete fez do mundo o seu cenário e das pessoas o motivo que ela precisava para manter o seu olhar sempre atualizado. O Soterópolis foi ao encontro da fotógrafa e da equipe que trabalha com ela para saber as novidades de um acervo pessoal que acaba de ser disponibilizado digitalmente.

As 527 imagens foram cuidadosamente selecionadas pela antropóloga e escritora, Goli Guerreiro e também pelo liveiro e skatista Cairé Brasil, que respondem pela curadoria do acervo digital em preto e branco. São registros que foram essenciais na vida da artista e que, agora, saem dos arquivos pessoais da fotógrafa, para ganhar as redes e o mundo no flickr (LINK: https://www.flickr.com/people/arletesoaresacervo/).

São dezenas de coleções que agrupam as fotos por assuntos ou por viagens que resumem vivências singulares na vida de Arlete. Mergulhar em suas páginas digitais é, portanto, uma oportunidade de vivenciar parte deste roteiro de vida que mais parecem filmes. Quer seja pela qualidade do que ela recorta para contar, quer seja pela genialidade do simples que só quem chega – verdadeiramente – no outro consegue estampar. Arlete é assim, uma artista que dispensa títulos. Ela está com a gente no Soterópolis e você não pode perder!!!

De uma aventura de Kombi até a Índia até os 17 anos de convivência com Pierre Verger. Esses e outros tantos casos e curiosidades você acompanha na telinha da TVE-BA ou pelo portal: www.irdeb.ba.gov.br O nosso encontro é quinta-feira, às 22h e o bis é no domingo, às 17h30. Até lá!!!

 

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A NOVA FOTOGRAFIA DOCUMENTAL

O OLHAR DA FOTÓGRAFA NATÁLIA REIS.

No mês que celebramos o dia internacional da fotografia, o Soterópolis tem o prazer de apresentar o trabalho da fotógrafa Natália Reis. A artista faz parte da nova geração de fotógrafos baianos.

Na primeira exposição individual intitulada Raízes, com curadoria do professor da Universidade Federal da Bahia, José Mamede, Natália faz um mergulho no universo dos habitantes de Garapuá, localizada na Ilha de Tinharé, município de Cairú. As trinta e cinco imagens documentam a identidade coletiva da comunidade com seus pescadores e marisqueiras, muitos representados usando a técnica do retrato.

O trabalho de Natália se destaca dentro do cenário da fotografia internacional pela relação que traz com o novo documental, onde as fronteiras entre a realidade e a ficção estão borradas.

O soterópolis indica o trabalho da moça. Veja a nossa reportagem e conheça mais sobre o processo criativo de Natália Reis no sitenataliareis.virb.com/espelho-eu.

 

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DOMINGO TE ESPERA COM CULTURA E BOA INFORMAÇÃO, NO SOTERÓPOLIS ÁS 17H30 NA TVE!

Postado por soteropolis

 

Samba nas ondas do rádio

“Brasil, esquentai vossos pandeiros!”. Com esse convite para cair no samba, a música de Assis Valente serviu de inspiração para a criação do programa Brasil Pandeiro, que exalta o samba a partir das 09h das manhãs de domingo, na Rádio Educadora Fm, 107,5.

Idealizado e apresentado por Jonga Lima e dirigido por Toni Couto, o Brasil Pandeiro está comemorando cinco anos e, nesse período, muitos artistas da Bahia e do Brasil já cantaram e contaram causos do samba.

As edições são gravadas na casa do Jonga Lima. Num formato dinâmico, o programa, produzido pela Macaco Beleza em parceria com a Educadora FM, tem vários quadros temáticos como “Homenagem ao Malandro” (aniversariantes do samba), “Prata da Casa” (lançamentos da Bahia), “Conversa de Botequim” (entrevistas), etc.

E as novas composições são bem-vindas, sim. Quem quiser pode falar com o pessoal da produção através do seguinte e-mail: brasilpandeiro.educadora@gmail.com

 

 

Criatividade Estampada em Camisetas

Ninguém pode discordar que uma mensagem exposta em uma camiseta é uma das formas mais eficazes de comunicação. Mania mundial que começou no ocidente em tempos de vestimentas mais informais pro dia-a-dia, as camisetas hoje são uma boa maneira de se fazer negócio vendendo criatividade.

Na internet são centenas de lojas despachando encomendas, e no brasil são muitas as camiseterias que vendem produtos de qualidade. Na Bahia tem muita gente boa produzindocom uma margem considerável de escoamento de produtos, exemplos bons não faltam.

A turma da Mira Urbana segue uma linha de mensagens de boas energias, mas com uma pitada de irreverência. Com estampas que passeiam por temas diversos (sendo o principal deles a música), a camiseteria já possui um sucesso de vendas: a estampa Manga Rosa R$ 4,20 – que brinca com a linguagem de identidade visual de horti-fruti varejista para mencionar o horário convencionado mundialmente para o uso de cannabis, às quatro e vinte da tarde.

Outra camiseteria local abusa do melhor das gírias da baianidade, inclusive no nome da marca: Oxe, Véi! Com esperteza e bom gosto, os publicitários à frente do negócio abusam das gírias da Bahia e dos muitos refrões de sucesso da música popular local – e se tiver raízes no samba de roda, melhor ainda.

Eis então os links das lojas pra você conhecer os trabalhos e comprar alguma camiseta pra sair “charlando” por aí:

facebook.com/mira.culturaurbana
oxevei.com.br

 

 

 

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ENCONTRO MARCADO COM O SOTERÓPOLIS, HOJE ÁS 22H NA TVE!

Postado por soteropolis

 

Informação de qualidade sobre cultura baiana!

 

Reprise aos domingos, esse especialmente ás 17h.

E nossa programação completa e online no Portal do IRDEB www.irdeb.ba.gov.br/

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