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mar
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Documentário SABOTAGE “Maestro do Canão”, será exibido em Salvador

Postado por DjBranco

sabotage maestro do canaoDo Portal Rap Nacional 

Atenção você que é fã de RAP e do “Maestro do Canão”, Sabotage, não pode perder a exibição do filme que chega com entrada gratuita nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia, Porto Alegre, Curitiba e Salvador.

Sabotage abre sua mente neste documentário inédito, soltando o verbo espontâneo, sincero e profundo. Discute a infância, o ócio, a rua, a desigualdade, o descaso, a solidariedade, o passado e o futuro, como uma antena que capta e emite realidade em todas as direções. Depoimentos de diversos músicos, família e pessoas ligadas a ele demonstram a importância desse artista que misturou estilos e se tornou uma lenda após sua morte, por meio de imagens inéditas de arquivos e entrevistas.

Gênero: Longa-metragem Documentário
Direção: Ivan 13P
Produção: 13 Produções e Elixir Entretenimento
Ingresso: Gratuito, retirada 1 hora nas bilheterias dos cinemas

Verifique os horários disponíveis e a classificação indicativa.

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jul
2

“Nossa elite é mais gringa do que parece”

Postado por DjBranco

Por Paulo Rogerio*

Existem informações que de tão óbvias tornam-se desconhecidas. O sucesso da imigração no Brasil é uma delas. Tomemos, por exemplo, os judeus. Vindos basicamente entre os anos de 1926 a 1942, oriundos de duas ramificações diferentes: os Sefarditas, da península ibérica e os Askenazis que fugiam das ditaduras do leste europeu e do nacional-socialismo de Hitler. Os judeus chegaram ao Brasil, por coincidência, em um ambiente favorável à diversidade religiosa (desde que não fosse africana) e, sobretudo, numa época onde se buscava embranquecer o país. Como se enquadravam no padrão estético requerido, sobretudo os Azkenazis (caucasianos convertidos a fé judaica) se adaptaram e formaram uma das mais prósperas “comunidades étnicas” no seio da sociedade brasileira.

As pesquisadoras Sydenham Lourenço Neto e Joana D’arc Bahia, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, autoras do estudo “A comunidade judaica brasileira, suas identidades e redes de associação”, explicam como que por meio da solidariedade étnica e por causa da conjuntura política da época, os descendentes de judeus tornaram-se a mais bem sucedida comunidade brasileira, superando até mesmo os euro-descendentes em muitos aspectos.

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