Histórico para categoria ‘Artigos’
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B.Boys estremeceram o Vivadança Festival Internacional em Salvador
Postado por DjBranco
O último dia da Mostra Hip-Hop em Movimento, realizada em Salvador de 4 a 7 de abril, começou com uma interminável fila em frente ao Tetro Vila Velha. Centenas de pessoas, de todas as idades, esperaram ansiosas para assistir a final da batalha de break Evolução Hip-Hop. A Mostra Hip-Hop em Movimento é coordenada por DJ Branco, da CMA Hip-Hop, e integra a programação do Vivadança Festival Internacional, realizado anualmente sob a direção geral de Cristina Castro.
A apresentação da batalha de break estava sob o comando do experiente b.boy Ananias e a responsabilidade de escolher os melhores foi dos jurados b.girl Ariane Passos, de Aracaju/SE, b.boy Vinny, de São Luis/MA e b.boy Zoty, de Salvador/BA. As duplas estavam animadissimas e a empolgação contagiou o público que torceu, vibrou e comemorou a cada batalha. Confira as fotos e matéria no portal Rap Nacional http://www.rapnacional.com.br/portal/b-boys-estremeceram-o-vivadanca-festival-internacional-em-salvador/
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Thaíde agita a mostra Hip-Hop em Movimento no VIVADANÇA em Salvador
Postado por DjBranco
É lindo ver o hip-hop pulsando em sua essência, transformando vidas, semeando esperança e multiplicando conhecimento. Como a Bahia é terra de todos os santos e de todas as culturas, o hip-hop se sentiu em casa para se disseminar por toda a periferia baiana e conquistar milhares de adeptos. Mas na Bahia o hip-hop transgrediu a barreira entre morro e asfalto e dominou muitos outros espaços. Prova disso é a Mostra Hip-Hop em Movimento, que sob a coordenação de DJ Branco, leva pelo quinto ano consecutivo o hip-hop para dentro do Teatro Vila Velha e integra a programação do Vivadança Festival Internacional, que tem a direção geral de Cristina Castro.
Confira fotos e materia no portal Rap Nacional http://www.rapnacional.com.br/portal/thaide-agita-a-mostra-hip-hop-em-movimento-no-vivadanca-em-salv
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Conselho de Comunicação da Bahia completa primeiro ano
Postado por DjBrancoNos dia 10 de janeiro o Conselho de Comunicação da Bahia completou um ano de posse. O sentimento ainda é de frustração aos que dedicaram tantos anos para sua efetivação. A situação é delicada. Para terminar o primeiro mandato cumprindo sua principal atribuição apontada pela Lei – a elaboração do Plano Estadual – o Conselho já deveria ter planejamento traçado e um diagnóstico nas “mãos”.
Na última reunião colegiada, no fim de novembro, foi apontado pela maioria dos presentes que o órgão sofre de um problema “vertebral”: não tem metodologia e estrutura adequada, em especial no funcionamento das comissões. Problema alertado por este blogueiro dois meses depois da posse. Até mesmo as duas coisas que foram efetivamente encaminhadas e aprovadas pelo Conselho padeceram de qualidade no processo.
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Hip Hop e a Rima Denuncia
Postado por DjBrancoJaime Sodré
Estávamos em Blacktude na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, cedida pela dinâmica Maria Roseane, a diretora, para reflexões adultas em um ambiente infantil. A mesa era composta por Nelson Maca, excelente na Literatura Negra, GOG-Genival Oliveira Gonçalves, excepcional Rap, e Albino Rubim, Secretário de Cultura, democrata, aliado.
Os primeiros reivindicavam e havia para mim um clima de déjà vú ao contemplar o chapéu, no estilo dos velhos sambistas, ostentado por GOG, em contraste com a cabeleira de Maca e a escassez na cabeça de Rubim, careca de saber. Estavam para cobrar, o Rap tem esta função. Assim como faziam os bambas de ontem, de forma melódica denunciando a exclusão: “Ai barracão pendurado no morro e pedindo socorro a cidade a seus pés.”, nada mudou? O que se nota é a eterna luta. A arma melódica de hoje é o Rap, “Mas esteja convencido: Quem fere com ferro, é serio, Um dia com ferro será ferido”, recita GOG no seu livro A rima denuncia. Mudou-se a trilha sonora, mas a realidade parece persistente. O Rap e o Hip Hop, (Afrika Bambaataa foi o primeiro a utilizar este termo), são bem aventuradas expressões políticas, artísticas e rebeldes de forte sabor juvenil onde o SCRCRAAANTSHHH é o deslizar da agulha no velho vinil.
Destaco na cena baiana o magistral DJ Branco, da Evolução Hip Hop, na Rádio Educadora, mas que história é esta? Rap significa Rhythm and Poetry, ou seja, Ritmo e Poesia. De singular melodia, caracterizada por suas letras recitadas, onde a comunidade periférica, em especial a negra, o “gueto”, expõe suas questões. Para alguns tem como berço a Jamaica dos anos 60, com os seusSound Systems e bailes com os seus “tagarelas”, MC’s, que “cronificavam” a violência nas favelas de Kingston, aspetos políticos, sexo e drogas. Deslocaram-se para os Estados Unidos na década de 70 em função da situação de crise.
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Se escola fosse estádio e educação fosse Copa, por Jorge Portugal
Postado por DjBranco
Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.
Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.
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Um grito pelo fim da intolerância religiosa
Postado por DjBrancoPor Mara Sílvia Jucá Acácio
A Constituição Federal garante liberdade religiosa a todo cidadão brasileiro. Isso inclui o direito de escolher a religião que deseja e o de expressar as tradições e ritos da crença escolhida. Mas, nas comunidades afro-religiosas do Brasil isso não vem ocorrendo há anos. Em cada canto do país, adeptos das diversas religiões “ditas verdadeiras”, fazem suas próprias leis, perseguindo adeptos da Umbanda e do Candomblé, por pensarem não serem estas, “religiões verdadeiras”, mas quem pode dizer o que é verdadeiro ou falso quando se trata de religiosidade? O “verdadeiro” está na fé de cada um, está nas boas ações, no entender o outro como seu igual, suprimindo as diferenças, respeitando o livre arbítrio.
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Para uma outra pauta de direitos humanos
Postado por DjBrancoPor César Augusto Baldi*
Ilya Prigogine, Nobel de Química 1977, desenvolveu uma teoria das “estruturas dissipativas”, salientando que o futuro é incerto e que a criatividade está presente em todos os níveis da natureza. Os sistemas tenderiam a um equilíbrio, mas, em determinadas épocas, a trajetória seguida por um sistema se divide em ramos: é o que chama de “bifurcação”, momento em que todos os ramos são possíveis, mas apenas um será seguido. Nem sempre elas são detectáveis, mas uma mudança quantitativa ou um evento inesperado podem mudar o curso dos acontecimentos. Tais momentos não são somente existentes em períodos de revolução, mas em mudanças de paradigmas, surgimento de novos padrões culturais, clivagens sociais alteradas, etc. O “evento” é a aparição de uma nova estrutura social depois de uma bifurcação; flutuações são o resultado de ações individuais. Toda bifurcação, sustenta ele, tem beneficiários e vítimas. O reaparecimento da “questão religiosa”, nesta campanha eleitoral, talvez seja um indício de um período de equilíbrio instável e, pois, sujeito a inúmeras flutuações. Mas não é o único. Salientem-se alguns pontos que têm passado despercebidos pelos ativistas de direitos humanos, esquecendo-se que estes são um campo de lutas e de contestações onde “competem pressupostos e visões de mundo distintos sobre gênero, diferença, cultura e subjetividade” (Ratna Kapur).







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