Mário Pam, hoje maestro do Ilê Aiyê, começou sua história na percussão no ano de 1991, quando morava no Curuzu. Ele teve aulas no grupo de crianças Banda Erê, projeto do Ilê Aiyê. Além dos ritmos do candomblé, o Ilê utiliza outros ritmos do mundo negro e da diáspora africana.